quarta-feira, 11 de maio de 2011

Bullying - "Ideias"

A partir da reflexão sobre partes do filme e reportagens da revista veja, chegamos às questões:

Que objeto compartilhado/ motivo/ desejo coletivo podemos produzir para superar essa situação problema? 

Dentre as várias formas de ver a situação problema, resumimos com o seguinte item: 
 o conceito de motivo/objeto compartilhado, neste caso, precisa ser algo que será desenvolvido por um grupo em várias atividades. Esse objeto não sacia apenas a necessidade de um dos membros da comunidade, mas realiza os anseios do grupo, com suas múltiplas facetas. Podemos considerar o "bem estar" da comunidade como uma desejo da coletividade, alcançado por meio de caçar, costurar, cozinhar, sentar em roda junto à fogueira, dentre outras atividades em rede.

Qual a situação problema de nossa escola?


·        Reação animalesca e grotesca com indiferença e/ou sensação de impotência em relação a dificuldade de  não saber lidar com  intolerância com o diferente
(o que não segue a um padrão social prestigiado ou aceito)  e entre os vários grupos

·        A própria "tolerância",
·        "agredidos" (quem é coagido),  "fantasmas" quem é o agressor
·        Bullying, preconceito e reforço de estereótipos
  • Papel dos reformatórios  ( ou “deformatórios”?).

situações de
  • desigualdade social,
  • despreparo profissional dos professores,
  • péssimas condições de trabalho
  • precariedade da escola publica
  • injustiças
  • desigualdades
  • descompassos
  • cinismo
  • ambição
  • tragédia
  • racismo
  • violência
  • homofobia
  • humor pela desgraça do outro
  • Desrespeito
  • Malandragem como sinônimo de
  • Popularidade
  • Exclusão
  • Competição
  • Preconceito  com os idosos


Questões apresentadas para a reflexão sobre possíveis objetos compartilhados


Como expressamos/ lidamos com a indignação com a realidade humana?
Há criticidade sobre o tema bullying?

Como tratar, do lugar privilegiado de produção de conhecimento, essas situações que precisariam ser mais discutidas e/ou amenizadas?
Quanto a escola contribui para a criação ou o reforço de estereótipos?
Será que o problema também não está na unilateralidade da ação da escola?
Como estamos discutindo o ambiente escolar?

Como ver (e tentar entender) o lado de quem é o agressor, o ‘bully’, o encrenqueiro? Visando diminuir este problema na escola, quais razões levam um aluno a maltratar e coagir um outro aluno? Como será ‘performar’ o agressor? Quais instintos primitivos traríamos em nós mesmos? E como poderíamos crescer e aprender com isso?
Como será que o "bullied" age e reage?
E as "testemunhas fantasmas"?  qual é o papel dela para a manutenção do status quo?  As posturas deles(as) também não são um problema?

Será que as pessoas estão preparadas para saberem seus limites e o que devem receber do outro?

Quais as consequências disso para mim e para o outro?
Como será que isso fica registrado na cabeça de nossos alunos?


Se somos todos iguais porque diferentes, como pode um ter de tolerar o outro?


Como unimos os "objetos" das diferentes atividades escolares para alcançar um objeto de desejo coletivo, como um motivo a preencher a necessidade da rede de atividades escolares? Que atividades podem ser pensadas para lidar com isso?
 Contribuição: PCOP de Inglês Ana Maria

Nenhum comentário:

Postar um comentário