quinta-feira, 26 de abril de 2018

Uma momento de reflexão!

"Há momentos que parece que não vamos suportar a pressão.

Porém logo em seguida, tudo volta a rotina e estamos bem. 

O importante é sermos felizes. 

Os infelizes que se preocupem com a maneira como conduzem sua falta de inabilidade de respeitar e amar o próximo."  

(Lúcio Mauro Carnaúba) 

"Para quem finge que não sabe quem é, há um exercício fácil a fazer, procure um espelho e olhe além do físico, além do corpo.

Provavelmente acabará por descobrir o óbvio, está desprovido de alma, trata-se de um corpo em decomposição.

Porém há possibilidades, há luz, há esperança, olhe para aquele que aponta o caminho e uma única verdade.

Pense e reflita, precisamos de Deus em nossos corações e não nos templos que por vezes nos camuflam ou pelo contrário, nos camuflamos para dizer quem somos de fato, um desconhecido."  

(Lúcio Mauro Carnaúba)

Pauta formativa: Construção de saberes docentes em reuniões pedagógicas.

                                                                                                                          Andréa Araújo dos Santos
O presente artigo trata da importância da elaboração de uma pauta formativa para um encontro com os professores, isto é, para uma reunião pedagógica.
 Organizar e realizar um momento pedagógico não é uma tarefa tão simples. Por esse motivo, é necessário que tenhamos um objetivo que pretendemos alcançar e, assim, tornar esse momento de encontro coletivo o mais proveitoso possível.
 O essencial é desenvolver uma reflexão para que esse momento deixe de ser meramente formal e que passe a fazer parte da construção de reflexões pautadas nas necessidades observadas no cotidiano escolar. Para tanto, é importante que tenhamos, como gestores escolares, um olhar mais pautado nos objetivos que queremos alcançar no encontro com os professores para  além de um momento de distribuição de orientações e de um espaço burocrático. Sabemos que é necessário reservar momentos para encaminhamentos e distribuição de informes, porém, elaborar momentos de construção de saberes e de vivências é de suma importância.
 O momento de formação coletiva deve ser elaborado previamente e várias etapas precisam ser pensadas para que se possa alcançar o que foi pretendido com intencionalidade para cada ação, isto é, o que quero que seja compreendido nesse momento. Também elaborar situações que favoreçam o aprendizado ou início de reflexões que serão norteadoras de encaminhamentos para a necessidade elencada e priorizando a aprendizagem dos alunos.
 A elaboração da pauta formativa necessita, em primeiro lugar, de uma busca, sendo ela sobre o (s) objetivo (s) que quero alcançar. Esses objetivos podem ser encontrados nas necessidades observadas no cotidiano escolar, por exemplo, nas estratégias aplicadas em sala de aula para monitorar o aprendizado acerca de uma disciplina. Depois disso, é importante pensar em ações que auxiliem o grupo de professores a autorrefletir sobre as estratégias que estão sendo aplicadas e considerar as novas possibilidades que caberiam como auxílio para as dificuldades de aprendizagens percebidas.
 Para Roberto Sidnei Macedo a formação necessita de um conjunto de condições e mediações para que as aprendizagens pretendidas sejam alcançadas. Entendemos que as mediações são ações, de certa forma, mais centralizadas nos gestores, mas construindo momentos onde todos se tornem participantes dos processos de reflexão.
 






Um ponto bastante interessante para ser debatido em reuniões pedagógicas é a prática em sala de aula pensando nas estratégias que estão sendo aplicadas, e que resultam em resultados positivos para a aprendizagem dos alunos. Elaborar momentos para que o corpo docente possa conhecer boas práticas e refletir sobre elas em seu cotidiano em sala de aula poderá favorecer a autorreflexão dos professores. Essa ação favorece a construção de novos encaminhamentos acerca das estratégias apresentadas, possibilitando que sejam aplicadas em sala de aula, promovendo novas experiências ou aprimorando as já praticadas com os alunos.
“Uma estratégia muito utilizada nas escolas que adotam a perspectiva colaborativa é o estudo sistemático de questões que emergem da prática dos professores, como comenta a coordenadora pedagógica da escola “A”: “[…] normalmente, busca-se, em algum texto, a fundamentação teórica. Os professores estudam, discutem como trabalhar […] você tem a fundamentação e a prática em sala, e é esse processo que tem provocado a mudança”
Segundo Tamassia, nos momentos de reunião pedagógica é preciso formular espaços para reflexão da prática e estudos. Para tanto, uma introdução com um início acolhedor, apresentando um vídeo, um texto ou um poema é importante para envolver a todos. Pensar em diversos momentos para aprofundar os estudos sobre o tema, por meio de estudos de casos, leituras de fragmentos de artigos, reflexão com apresentação de vídeos com depoimentos ou documentários também são importantes; além disso, selecionar instrumentos para colher o conhecimento prévio sobre o tema é um termômetro para medir o quanto aprofundar no assunto ou realizar retomadas.  Também é primordial proporcionar momentos para debates, em duplas ou grupos, onde os professores possam realizar encaminhamentos sobre os fatos analisados. Socializar o que foi construído e, ao final, sistematizar o encontro, fechando o tema e os objetivos com o que foi produzido é a última etapa do planejamento dessas pautas, cujo caráter central é garantir que estes sejam momentos genuinamente formativos.
 “Para Pierre Dominicé, a formação é um objeto movente, que implica ser compreendido através dos seus processos, das suas dinâmicas, das evoluções, em geral contraditórias. “A formação é sempre singular, mas esta singularidade se constrói através dos percursos socializados, habitados por heranças coletivas” (Dominicé, 2007, p.199)
Nessa perspectiva, as reuniões pedagógicas são momentos de provocações e aberturas para reflexões, tanto para as necessidades mais emergenciais quanto para oportunizar as percepções de futuras pautas, com temas que são aderentes à realidade dos docentes, dos alunos e da dinâmica escolar. O objetivo é criar momentos para escuta e observações apuradas, auxiliando o corpo docente perante as práticas em sala de aula, para desenvolver um ensino e aprendizagem de qualidade com equidade.

Pauta Formativa e Observação de Sala de Aula - Material Interessante!

https://pt.slideshare.net/GelsonRocha2/pauta-formativa-e-observao-sala-de-aula

Jussara Hoffmann em Avaliação: caminho para a aprendizagem Vídeo 02

Jussara Hoffmann em Avaliação: caminhos para a aprendizagem Vídeo 01

Recuperação Contínua - Questões da Habilidade Crítica da Plataforma Foco...

Foco na Matemática 01 Recuperação Contínua

Matemática em Foco - 02 - Recuperação Intensiva

Prorrogação do prazo de digitação da 19ª edição da Avaliação da Aprendizagem em Processo

Informamos que de acordo com o Diario Oficial de 21 de março de 2018 - Caderno Executivo I - seção I p 35 , os prazos de aplicação e digitação de resultados das provas da 19ª edição da Avaliação da Aprendizagem em Processo, ficam prorrogados conforme segue:

Período de aplicação: de 16 a 27 de abril.
Período de digitação: de 16 a 04 de maio.


SEE/SP - Facebook



Estão abertas as inscrições para o Vestibulinho #ETEC2018https://bit.ly/2qZbubA 


3-8-0 13-0-2-8-14-13-0-11 3-0 12-0-19-4-12-0-19-8-2-0

Um estudo importante na Matemática é a origem dos números Naturais, o professor deve repassar ao aluno que esses números foram criados pelos árabes e introduzidos na Índia. 
O algarismo zero foi acrescentado ao conjunto dos números Naturais posteriormente, pois ele foi descoberto a fim de criar um símbolo que representasse algo nulo, um espaço vazio. A fixação desse conjunto numérico deve acontecer na segunda fase do ensino fundamental (6º e 7º ano), e uma técnica eficaz para determinar a assimilação desses numerais é a criptografia. 


Criptografar significa escrever uma mensagem através de códigos, onde somente o remetente e o destinatário possuem conhecimento adequado para a leitura das mensagens criptografadas. Podemos associar os números Naturais à criptografia da seguinte maneira: a cada letra do alfabeto associamos um número Natural. Veja: 



Podemos propor uma atividade extra, pedindo aos alunos que criptografem palavras e textos, enviando ao colega para que ele leia os códigos e traduza. 

Vamos converter um código usando a tabela acima: 
5-20-19-4-1-14-11 = FUTEBOL 
13-0-14 8-4 15-14-3-4 5-0-11-0-17 3-4 4-3-20-2-0-2-0-14 18-4-12 0-12-14-17 
“NÃO SE PODE FALAR DE EDUCAÇÃO SEM AMOR”. 

Criptografando a palavra ESCOLA: 
4-18-2-14-11-0 


Observação: O modelo de criptografia usado aqui possui inteiramente interesse educacional, pois a criptografia usada por algumas agências, forças militares, países, órgãos do governo, entre outros, no intuito de esconder informações importantes, possui maior complexidade, sendo quase impossível realizar sua leitura mentalmente e manualmente.
Por Marcos Noé
Graduado em Matemática
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Contribuições do Professor Vanderley

Por que números primos ainda fascinam os matemáticos, 2.300 anos depois



Martin H. Weissman 21 Abr 2018 (atualizado 21/Abr 17h34)

E.E. "Dr. Américo Marco Antônio" - Parabéns a todos!

Oitavos anos com professores Marcelo e Beatriz em experimento interdisciplinar: Formação de oxigênio pela Elódea/Fontes de energia iniciais para a vida.... Parabéns e muito obrigado pela iniciativa! Assim caminhamos de fato para o verdadeiro aprendizado!!!


Fonte: FACEBOOK

Em breve nas Boas Práticas da Diretoria de Ensino Região Osasco 

terça-feira, 24 de abril de 2018

Virada Malba Tahan - 04 e 05 de maio de 2018 - CAEM/USP

Em comemoração ao Dia Nacional da Matemática e devido ao sucesso das edições anteriores, o CAEM realizará, nos dias 4 e 5 de maio, a VIRADA MALBA TAHAN 2018.
Aberta a todo o público e inspirada na vida e obra do Prof. Julio Cesar de Mello e Souza - o criador de Malba Tahan e autor do livro "O homem que calculava"- a Virada contará com diversas atividades, tais como oficinas, palestras, exposições e atividades culturais.
Contamos com sua presença!

Comissão organizadora:
Profa. Ana Paula Jahn (IME - USP)
Prof. Antonio Luiz Pereira (IME - USP)
Prof. Marcos Alves dos Santos (CAEM - IME - USP)
Prof. Pedro Luiz Fagundes (IME - USP)
Prof. Raul Antonio Ferraz (IME - USP)
Prof. Rogério Osvaldo Chaparin (CAEM - IME - USP)

Fábio Luís Yogi (secretário)
Solange Ivo de Oliveira (secretária)
Ingrid Caroline da Rocha Machado (estagiária)

Organização: CAEM - IME - USP

Apoio: IME - USP

Campanha de vacinação contra a gripe

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo iniciou nesta segunda-feira (23), em parceria com os municípios, a campanha de vacinação contra a gripe. A expectativa é que 10,7 milhões de paulistas sejam vacinados contra o vírus Influenza, o correspondente a 90% da população-alvo definida para a ação.
A vacina é produzida pelo Instituto Butantan, unidade vinculada à pasta, que disponibilizou 60 milhões de doses ao Ministério da Saúde para a realização da campanha em todo o Brasil. Neste ano, as ações serão desenvolvidas em cerca de 6,5 mil postos de vacinação em todo o Estado, com a mobilização de mais de 36 mil profissionais.
Para 2018, o investimento do instituto foi de R$ 5 milhões nas vacinas, que começaram a ser produzidas em setembro de 2017. “Esse investimento possibilitou aumentar a produção, garantindo segurança e agilidade nos processos produtivos e, posteriormente, na entrega das doses ao Ministério da Saúde. Para se ter uma ideia, no ano passado, em 10 meses produzimos 45 milhões de doses e neste ano, com este investimento, iremos fornecer 60 milhões em oito meses de produção”, explica Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.
Considerando todo o território paulista, a meta é vacinar mais de 4,3 milhões de idosos (pessoas com 60 anos ou mais); cerca de 2,4 milhões de pessoas com comorbidades, como asma, diabetes, imunodeprimidos e outros; aproximadamente 2,3 milhões de crianças com idade a partir de seis meses e até cinco anos; 1,2 milhão de profissionais de saúde; 423 mil gestantes e 70 mil puérperas (com até 45 dias após o parto), entre outros.
Fases
De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, responsável por encaminhar as doses da vacina para todo o país, a campanha de vacinação contra gripe em 2018 ocorrerá por etapas (confira cronograma abaixo). A primeira é voltada a idosos com 60 anos ou mais, profissionais de saúde e população indígena.
Na segunda fase, a partir de 2 de maio, serão vacinadas as crianças de seis meses até cinco anos, gestantes e puérperas com até 45 dias após o parto. No dia 9 de maio, a vacinação se estende para professores e pacientes com doenças crônicas, como asma, diabetes, doenças imunossupressoras e outras. A campanha ainda conta com o “Dia D” de vacinação, em 12 de maio, quando os postos de saúde funcionarão no sábado, das 8h às 17h.
“A vacinação contra o vírus Influenza é fundamental para evitar complicações decorrentes da gripe, otites e sinusites”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria. “É importante deixar claro que a vacina não provoca gripe em quem tomar a dose, já que é composta apenas de fragmentos do vírus que causam a devida proteção, mas são incapazes de causar a doença”, explica.
Segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacina de 2018 prevenirá a população alvo contra o vírus Influenza dos tipos A (H1N1), A (H3N2) e B.
De acordo com o Ministério da Saúde, somente casos de gripe grave, caracterizados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do tipo, são de notificação obrigatória no Brasil.
Em 2018, até o momento, foram notificados 65 casos de SRAG no Estado de São Paulo atribuíveis ao vírus Influenza, causador de gripes, e 11 óbitos. Desse total, foram relacionados ao vírus A (H3N2) 19 casos e 3 óbitos. Em 2017, foram 1.021 casos e 200 óbitos, cerca de metade relacionados ao H3N2 – 562 casos e 99 mortes.
Etapas da campanha de 2018
Etapa 1: a partir do dia 23 de abril, para trabalhadores de saúde, pessoas com idade de 60 anos e indígenas;
Etapa 2: a partir de 2 de maio, para crianças com idade maior que 6 meses e menor que 5 anos, gestantes, puérperas com até 45 dias após o parto;
Etapa 3: a partir de 9 de maio, para pacientes diagnosticados com doenças crônicas, professores e outros;
Dia D: dia 12 de maio, para todos os grupos do público-alvo.

Dia Nacional de Libras 24 de abril.