quinta-feira, 31 de agosto de 2017

David Ausubel e a aprendizagem significativa

Para o especialista em Psicologia Educacional, o conhecimento prévio do aluno é a chave para a aprendizagem significativa


DAVID AUSUBEL Filho de imigrantes judeus, o pesquisador sofreu durante anos na escola por não ter sua história pessoal considerada pelos educadores. (Crédito: Universidade de Columbia)

O pesquisador norte-americano David Paul Ausubel (1918-2008) dizia que, quanto mais sabemos, mais aprendemos. Famoso por ter proposto o conceito de aprendizagem significativa - que encerra a série Teoria Passada a Limpo -, ele é contundente na abertura do livro Psicologia Educacional: "O fator isolado mais importante que influencia o aprendizado é aquilo que o aprendiz já conhece".
Quando sua teoria foi apresentada, em 1963, as ideias behavioristas predominavam. Acreditava-se na influência do meio sobre o sujeito. O que os estudantes sabiam não era considerado e entendia-se que só aprenderiam se fossem ensinados por alguém.

A concepção de ensino e aprendizagem de Ausubel segue na linha oposta à dos behavioristas. Para ele, aprender significativamente é ampliar e reconfigurar ideias já existentes na estrutura mental e com isso ser capaz de relacionar e acessar novos conteúdos. "Quanto maior o número de links feitos, mais consolidado estará o conhecimento", diz Evelyse dos Santos Lemos, pesquisadora do ensino de Ciências e Biologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. 
Nascido em Nova York, nos Estados Unidos, Ausubel era filho de imigrantes judeus. "Seu interesse pela forma como ocorre a aprendizagem é resultado do sofrimento que ele passou nas escolas norte-americanas", comenta Rosália Maria Ribeiro de Aragão, professora aposentada da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Por isso, apesar de sua formação em Medicina Psiquiátrica, ele dedicou parte de sua vida acadêmica à Psicologia Educacional.

Na avaliação de Marco Antonio Moreira, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS), os conceitos do norte-americano são compatíveis com outras teorias do século 20, como a do desenvolvimento cognitivo, de Jean Piaget (1896-1980), e a sociointeracionista, de Lev Vygotsky (1896-1934).

Ensino que faz sentido

Pensada para o contexto escolar, a teoria de Ausubel leva em conta a história do sujeito e ressalta o papel dos docentes na proposição de situações que favoreçam a aprendizagem. De acordo com ele, há duas condições para que a aprendizagem significativa ocorra: o conteúdo a ser ensinado deve ser potencialmente revelador e o estudante precisa estar disposto a relacionar o material de maneira consistente e não arbitrária (leia o trecho de livro no quadro à direita). "Essas condições são ignoradas na escola", lamenta Moreira, que, assim como Rosália, conheceu Ausubel durante sua passagem pelo Brasil em 1975, em eventos promovidos pelo professor Joel Martins (1920-1993), da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
"Ensinar sem levar em conta o que a criança já sabe, segundo Ausubel, é um esforço vão, pois o novo conhecimento não tem onde se ancorar", afirma Rosália. Mas há outro requisito, que se refere ao desafio diário de tornar a escola um ambiente motivador. Pode-se preparar a melhor atividade, mas é o aluno que determina se houve ou não a compreensão do tema. "De nada adianta desenvolver uma aula divertida se ela for encaminhada de forma automática, sem possibilitar a reflexão e a negociação de significados", comenta a pesquisadora Evelyse.
Há quem credite o fracasso escolar apenas à falta de disposição do aluno em aprender, esquecendo que o professor é o profissional qualificado para criar os momentos com potencial de possibilitar a construção do conhecimento. O fracasso escolar tem causas variadas, por essa razão o contexto deve também ser considerado. No livro O Diálogo Entre o Ensino e a Aprendizagem, Telma Weisz explica que uma boa situação de aprendizagem é aquela em que as crianças pensam sobre o conteúdo estudado. Elas têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõe. Segundo Telma, o docente precisa garantir a máxima circulação de informação possível. Além disso, o assunto trabalhado deve manter suas características socioculturais reais, sem se transformar em um objeto escolar vazio de significado social.

A memorização também é útil

Ao analisar as interações entre professor, aluno e conhecimento, Ausubel ainda definiu a aprendizagem mecânica. Nela, os conteúdos ficam soltos ou ligados à estrutura mental de forma fraca. São memorizadas frases como as ditas em sala de aula ou lidas no livro didático. "A escola deve almejar a aprendizagem significativa, mas isso não pressupõe que a mecânica tenha de ser desconsiderada", pondera Evelyse.
De acordo com o pesquisador norte-americano, essas duas formas de conhecer não são antagônicas. Ambas fazem parte de um processo contínuo. Há ocasiões em que é preciso memorizar algumas informações que são armazenadas de forma aleatória, sem se relacionar com outras ideias existentes. No entanto, o processo de aprendizagem não pode parar aí. Outras situações de ensino, assim como a interação com as demais crianças, devem contribuir para que novas relações aconteçam, para que cada um avance e construa seu conhecimento.
Rosália explica que a aprendizagem significativa é duradoura, enquanto a mecânica é efêmera, com o passar do tempo há uma maior probabilidade de esquecer o que foi memorizado porque as informações ficam soltas, servindo apenas para situações já conhecidas. Na primeira, também pode ocorrer o esquecimento, mas de uma forma distinta, pois permanece um conhecimento residual cujo resgate é possível e relativamente rápido.
Além do mais, nem sempre basta ter a informação. "Aprender leva tempo e as horas passadas na escola podem não ser suficientes para mudar as ideias que o seu cotidiano e a sua história reforçam", comenta a pesquisadora da Fiocruz.
"Nós ainda temos uma escola que treina o aluno para memorizar, e não para pensar", critica Evelyse. Ela enfatiza ainda que o papel do estudante não é o de mero anotador e nem mesmo se resume a passar de ano. "Sua função é interpretar a informação e avaliar se concorda com o professor. É uma cultura difícil de construir, mas necessária", pondera. 
A forma de avaliação também precisa mudar. Quando a aprendizagem é significativa, a turma consegue colocar em jogo seus conhecimentos. Então é possível abordar o mesmo tema em situações diferentes.

Outro equívoco é considerar a aprendizagem significativa como um produto acabado (leia a questão de concurso no quadro acima). "Estudar o que é célula no Ensino Fundamental é uma coisa, na pós-graduação é outra. O conhecimento evolui", diz Evelyse.

Trecho de livro

"A essência do processo de aprendizagem significativa é que as ideias expressas simbolicamente são relacionadas às informações previamente adquiridas pelo aluno através de uma relação não arbitrária e substantiva (não literal)." 
David Ausubel, Joseph D. Novak e Helen Hanesian no livro Psicologia Educacional 

Comentário 
A aprendizagem significativa somente é possível quando um novo conhecimento se relaciona de forma substantiva e não arbitrária a outro já existente. Para que essa relação ocorra, é preciso que exista uma predisposição para aprender. Ao mesmo tempo, é necessária uma situação de ensino potencialmente significativa, planejada pelo professor, que leve em conta o contexto no qual o estudante está inserido e o uso social do objeto a ser estudado. 

Consultoria Evelyse dos Santos Lemos

Questão de concurso

Prefeitura de Teresópolis, RJ, 2005. Concurso para professor de Ciências 
Para que uma aprendizagem significativa possa acontecer, é necessário investir em ações que potencializem a disponibilidade do aluno para a aprendizagem, o que se traduz, por exemplo, no empenho em estabelecer relações entre seus conhecimentos prévios sobre um assunto e o que está aprendendo sobre ele. 
(Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998) 

A afirmação acima destacada, partindo de uma perspectiva construtivista, convida o professor a refletir que, ao iniciar uma nova situação de ensino e aprendizagem, devemos considerar que: 
a) Em geral, os conceitos prévios dos alunos são esquemas mentais alternativos, imperfeitos, incompletos e, por isso, devem, desde o primeiro momento, ser afastados do contexto da sala de aula e do ensino. 
b) Antes de qualquer nova situação de ensino, deve ser feita uma investigação extensa de todos os conhecimentos prévios que possam influenciar o objeto de estudo, devendo ser discutidos apenas no início de uma situação de ensino. 
c) O conhecimento prévio dos alunos constitui um amplo esquema de ressignificação, devendo ser mobilizado durante todo o processo de ensino e aprendizagem, pois com base neles o indivíduo interpreta o mundo. 
d) A natureza da estratégia didática não influencia a disponibilização dos conhecimentos prévios dos estudantes. 
e) Todo conhecimento prévio surge do contexto social do estudante e, portanto, deve ser substituído por meio da transmissão clara e objetiva de novos materiais adequados de ensino. 
Resposta correta: C 

Comentário 
Os conhecimentos prévios dos alunos sempre devem ser levados em consideração. Incorretas ou incompletas, as ideias prévias trazem informações sobre a forma como eles pensam. Somente ao analisá-las o docente consegue propor as situações de ensino mais adequadas para que eles atribuam significados à nova informação e, se for o caso, coloquem em xeque seus conhecimentos.
 
Consultoria Evelyse dos Santos Lemos


Resumo do conceito

Aprendizagem significativa 
Elaborador: David Ausubel (1918-2008) 

O processo ideal ocorre quando uma nova ideia se relaciona aos conhecimentos prévios do indivíduo. Motivado por uma situação que faça sentido, proposta pelo professor, o aluno amplia, avalia, atualiza e reconfigura a informação anterior, transformando-a em nova.
  

Quer saber mais?

Artigo Aprendizagem significativa: um conceito subjacente, de Marco Antonio Moreira

Bibliografia 

Aprendizagem Significativa: A Teoria de David Ausubel, Marco Antonio Moreira e Elcie F. Salzano Masini. Ed. Centauro 

Psicologia Educacional, de David P. Ausubel, Joseph Novak e Helen Hanesian, 625 págs., Ed. Interamericana, (edição esgotada). 

Vocês lembram da palestra do professor Dante na D.E.R Osasco!


Fonte: Matemática Genial FACEBOOK

SEE/SP - Programa Escola da Família



Fonte das imagens: FACEBOOK e INTERNET.

Escola da Família - SEE/SP

Boa notícia! 

O programa que abre as portas das escolas aos finais de semana para a comunidade ganhou reforço! Desde março, 59 unidades aderiram ao #EscolaDaFamília e passarão a levar cultura, esporte e oficinas para as suas regiões! 

Saiba onde estão as novas Escolas da Família.



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Áfricas por africanos: Ciclo de palestras 12 a 20/09/2017


Áfricas por africanos: sociedades e culturas em/de conexão 

O Ciclo - organizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc em parceria com a Casa das Áfricas Amanar e com produção da plataforma AVERSO ARTEMÍDIA reúne as narrativas, experiências e relatos de pesquisas de seis pessoas originárias do continente africano residentes no Brasil. 

12/09 – Abertura


Com Dadiarra Sheik Modibo

12/09 - Áfricas do mundo e suas vozes silenciadas
Áfricas do mundo é o relato que o urbanista e músico Agostinho Martinho trará, fundamentado em suas observações e vivências fora do continente. Será enfatizada a relação que as instituições internacionais têm com o mesmo, seu ponto de vista a respeito do tratamento que lhe dão e seus objetivos tanto para seu território quanto para seu povo espalhados pela diáspora. Serão abordadas questões sobre a realidade paradoxal perante toda a contribuição dos povos africanos para o desenvolvimento do mundo.
Com Agostinho Martinho

13/09 - Da Guiné à Sampa: protagonismo de mulheres africanas
A narrativa da história de vida de Nádia é o fio condutor desta conversa que dá a conhecer aspectos sociais e culturais de Guiné Bissau, assim como os processos de empoderamento e protagonismo feminino. Ao longo do tempo e de diferentes formas, africanos e africanas, assim como todo o continente, estão submetidos a processos de desqualificação social, cultural, intelectual. As mulheres africanas são, não raramente, vistas como submissas e oprimidas. Difundem-se estereótipos sobre África, tratando todo o continente em sua pluralidade de forma generalizada e homogênea. Esta palestra busca relativizar estas percepções sobre África a partir da própria história de Nádia e de outros exemplos contundentes do protagonismo feminino.
Com Nádia Ferreira

14/09 - África de Mama: sociedade e história entre estampas e tecidos Grand Mama
Trata-se de conhecer a biografia de Grand Mama e sua trajetória de protagonismo e empreendedorismo em moda e identidade afro-brasileira no diálogo com o vestuário atual africano alicerçado nos tecidos industriais. A cidade de São Paulo expressa um cenário multicultural marcado pela presença de pessoas oriundas do continente africano e suas expressões culturais, estéticas, artísticas, religiosas. Deste modo, se enriquece com o protagonismo de Mama nas feiras de moda e no bairro da Republica, onde vende acessórios, roupas e tecidos, além divulgar a cultura afro.
Com Grand Mama

19/09 - A educação islâmica na África do oeste: a juventude burkinabê (Burkina Faso) e os desafios da cidadania cultural.
A conferência aborda, por meio da dinâmica do islã na África do oeste, a cidadania cultural da juventude muçulmana do Burquina Faso. Através do debate sobre educação e diversidade, se trará uma análise do contexto sociopolítico do país. A partir do processo de afirmação/reafirmação da identidade islâmica que marcou a África do oeste de língua francesa, nos debruçaremos sobre a intelectualidade que caracterizou a juventude desde os anos 1980 com a revolução de Thomas Sankara, “o che africano”, que insuflou novas dinâmicas à cidadania cultural da juventude muçulmana do Burkina Faso no contexto da globalização.
Com Pingréwaoga Béma Abdoul Hadi Savadogo

20/09 - Timbuctu e os Festivais culturais no Saara: reflexões sobre interações e conflitos na coabitação da diversidade
Timbuctu é cidade do Saara cuja história é central para o entendimento das culturas de extensas regiões africanas. Entre as muitas faces de sua história está a intensa dinâmica cultural, de produção e difusão artística. No final do século XX tornou-se cenário do renomado Festival no Deserto. O debate articula um conjunto de questões sociais e históricas a partir deste evento cultural, herdeiro direto das dinâmicas da música de guitarra dos jovens tamacheque dos anos 1980-90. O Festival no Deserto de Essakane (Timbuctu, Mali), criado em 2001, foi um marco e se tornou símbolo não apenas dos tamacheque ou das sociedades saarianas e do Mali, mas, do próprio movimento conhecido como Renascimento Africano. Nele se pode ouvir as estrelas da música tamacheque contemporânea, as de outras regiões da África e mesmo de outros continentes. Os festivais, os encontros intercomunitários e os lugares urbanos transculturais emergentes são carregados de performances organizadoras dos modos de vida, pautados na cosmologia, na estética e na ética da espacialidade e de temporalidades nômades.
Com Mahfouz Ag Adnane

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

Realização: Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e Casa das Áfricas Amanar http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/africas-por-africanos-sociedades-e-culturas-em-de-conexao

Produção: Daniel Gonzalez Xavier // AVERSO ARTEMÍDIA

Materiais de estudo para o Encceja

http://download.inep.gov.br/educacao_basica/encceja/material_estudo/materiais_de_estudo.pdf

Você pode baixar os arquivos para as provas!

Aprendizagem em Rede - Nova Plataforma














Documentos Oficiais - SEE/SP

https://drive.google.com/drive/folders/0B0b28ScfbPtPNU5XYkpzaWxRSFk?usp=sharing

https://drive.google.com/drive/folders/0B0b28ScfbPtPY3pXRDA2SW1FZ28?usp=sharing 

https://drive.google.com/drive/folders/0B0b28ScfbPtPbFhCWU9ELWkwVGc?usp=sharing

Replanejamento 2017 - 31/08/2017 e 01/09/2017


Vamos Replanejar!


Replanejamento 2017 - 31/08/2017 e 01/09/2017


Prêmio Educação nas Redes: Novos Influenciadores Digitais


Deu Match! Educação ❤️ Google For Education
Dessa parceria, surgiu o Prêmio Educação nas Redes: Novos Influenciadores Digitais, que quer conhecer os canais de conteúdo para internet dos alunos e professores da rede! Inscreva-se até 3 de setembro! 


terça-feira, 29 de agosto de 2017

DECRETO Nº 62.799, DE 23 DE AGOSTO DE 2017

Suspende o expediente das repartições públicas 
estaduais no dia 8 de setembro de 2017, e dá 
providências correlatas


GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e considerando que o próximo dia 8 de setembro deste ao intercala-se entre o feriado de 7 de setembro, data comemorativa da Independência do Brasil, e o fim de semana,
Decreta:
Artigo 1º - Fica suspenso o expediente nas repartições públicas estaduais no dia 8 de setembro de 2017.
Artigo 2º - Em decorrência do disposto no artigo 1º deste decreto, os servidores deverão compensar as horas não trabalhadas, à razão de 1 (uma) hora diária, a partir do dia 28 de agosto de 2017, observada a jornada de trabalho a que estiverem sujeitos.
§ 1º - Caberá ao superior hierárquico determinar, em relação a cada servidor, a compensação a ser feita de acordo com o interesse e a peculiaridade do serviço.
§ 2º - A não compensação das horas de trabalho acarretará os descontos pertinentes ou, se for o caso, falta ao serviço no dia sujeito à compensação.
Artigo 3º - As repartições públicas que prestam serviços essenciais e de interesse público, que tenham o funcionamento ininterrupto, terão expediente normal no dia mencionado no artigo 1º deste decreto.
Artigo 4º - Caberá às autoridades competentes de cada Decretaria de Estado e da Procuradoria Geral do Estado fiscalizar o cumprimento das disposições deste decreto.
Artigo 5º - Os dirigentes das Autarquias Estaduais e das Fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público poderão adequar o disposto neste decreto às entidades que dirigem.
Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 23 de agosto de 2017

GERALDO ALCKMIN
Arnaldo Calil Pereira Ja

Ler não precisa ser um hábito solitário! - SEE/SP


Você pode montar um clube do livro para trocar experiência com seus amigos!

Confira essas dicas aqui:


👉 http://bit.ly/2xGo14z


E.E. "Antônio de Almeida Júnior"




Parabéns a todos!

E.E. "Professora Francisca Lisboa Peralta" - Parabéns a todos!





E.E. "Graciliano Ramos" - Parabéns pelo excelente trabalho!








E.E. "Professor Ernesto Thenn de Barros" - Projeto: Meu dinheiro, meu negócio"









E.E. "Ernesto Thenn de Barros" - Parabéns!