domingo, 20 de julho de 2014

Alfabetização

TRANSMISSÃO AO VIVO
Não perca a oportunidade de acompanhar o encontro dessas grandes especialistas em Alfabetização!
Conheça mais o pensamento de Delia Lerner (http://abr.ai/NE-Delia-Lerner) e participe. Deixe sua pergunta nos comentários abaixo ou no site: http://abr.ai/1tSpe4G
 
 
TRANSMISSÃO AO VIVO

Não perca a oportunidade de acompanhar o encontro dessas grandes especialistas em Alfabetização!

Conheça mais o pensamento de Delia Lerner (http://abr.ai/NE-Delia-Lerner) e participe. Deixe sua pergunta nos comentários abaixo ou no site:

sexta-feira, 18 de julho de 2014

BULLYING - Informações

A Comissão de Educação da Câmara de Deputados aprovou esta semana um projeto de lei que obriga as escolas brasileiras a realizarem campanha contra o bullying. Ótima estratégia para conscientizar e promover o respeito, não? 
O Educar para Crescer já tem uma cartilha com dicas para afastar o seu filho do ‪#‎bullying‬. E dá para fazer o download gratuito aqui >>http://abr.ai/1yC5ZLT
 
A Comissão de Educação da Câmara de Deputados aprovou esta semana um projeto de lei que obriga as escolas brasileiras a realizarem campanha contra o bullying. Ótima estratégia para conscientizar e promover o respeito, não? :D

O Educar para Crescer já tem uma cartilha com dicas para afastar o seu filho do #bullying. E dá para fazer o download gratuito aqui >> http://abr.ai/1yC5ZLT

ENEM - Informações


Desafio!

2% das pessoas conseguem resolver esse desafio.

5+3+2 = 151022


9+2+4 = 183652


8+6+3 = 482466


5+4+5 = 202541


Sendo assim,


7+2+5 = ?


Contribuições PCNP de Ribeirão Preto

Nelson Mandela Google Doodle


quinta-feira, 17 de julho de 2014

ENEM - Prepare-se!

Conheça o Geekie Games, uma plataforma que ajuda os estudantes a se prepararem para o ENEM utilizando tecnologia.

Mais aqui ==>> http://bit.ly/UejDWl

Conheça o Geekie Games, uma plataforma que ajuda os estudantes a se prepararem para o ENEM utilizando tecnologia 

Mais aqui ==>> http://bit.ly/UejDWl
 

Alfabetização

Alfabetização tardia: Para recuperar as crianças que já passaram da fase correta de alfabetização (8 anos), é necessária uma política pública de reforço para esses alunos, afirma Ricardo Falzetta, gerente do Todos Pela Educação, em matéria do Bom Dia Brasil.

Veja a reportagem na íntegra: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/videos/t/edicoes/v/apenas-30-dos-alunos-do-3-ano-do-ensino-fundamental-sabem-ler-e-escrever/3502857/

 
De acordo com o último levantamento 'Todos pela educação', apenas 30% dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental sabem...
G1.GLOBO.COM

Alfabetização

Veja mais sobre como ajudar na ‪#‎alfabetização‬ sem pressão:http://abr.ai/1qzw0p7
 
Veja mais sobre como ajudar na #alfabetização sem pressão: http://abr.ai/1qzw0p7

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Algumas ideias sobre a Educação Inclusiva

“A Declaração de Salamanca, deixou ressaltada que a proposta de educação inclusiva não é específica para alunos e alunas com necessidade especiais ou outro termo que se escolha. Como processo contínuo, dialético e complexo diz respeito a qualquer aluno que, por direito de cidadania, deve frequentar escolas de boa qualidade, onde aprenda a aprender, a fazer, a ser e onde participe, ativamente. Inúmeros desafios são identificados e precisam ser removidos; dentre eles o aspecto atitudinal se destaca, particularmente pelos preconceitos e estereótipos com que a diversidade biológica tem sido tratada e internalizada no imaginário coletivo.”
“A inclusão não depende de si mesma, “pois ela é um novo desafio que demanda a clarificação dos meios de ação que viabilizem a transformação das escolas e, particularmente, que viabilizem o acolhimento das crianças “diferentes”. (Eric Plaisance, 2004).
“Essa invocação moral e abstrata em favor da inclusão que engrenda formas dissimuladas de exclusão” (Eric Plaisance, 2004).
“Muitos professores negam-se a receber, em suas turmas comuns, determinados aprendizes, percebidos como “muito diferentes” e para os quais se sentem despreparados. Outros os aceitam, reunindo-os num grupo à parte, produzindo exclusão, na inclusão.”
Exclusão não é o avesso de inclusão, pois esta pode se manifestar como inclusão marginal, na medida em que a sociedade capitalista desenraiza, exclui, para incluir de outro modo, segundo suas próprias regras, segundo sua própria lógica”. (José de Souza Martins).
“A tolerância, quando é utilizada como forma de apelo para garantir a presença de aprendizes em situação de deficiência nas turmas comuns, pode ser considerada como mais um desdobramento da análise sobre o moralismo abstrato”.
“A tolerância pode equivaler à acomodação ao status quo, ao fatalismo, especialmente quando seu oposto, a intolerância, tem raízes coletivas ou institucionais geradas pela insegurança, por exemplo. E a insegurança não se resolve com tolerância e sim com a organização de sociedades verdadeiramente democráticas nas quais os cidadãos possam, indistintamente, usufruir os bens e serviços coletivos, sem que isso seja considerado filantropia ou caridade.” (Rao V.B.J. Chelikani, UNESCO BRASIL, 1999).
“No que tange às pessoas que apresentam necessidades especiais decorrentes de uma situação de deficiência ou não, penso que a tolerância – como uma espécie de favor, de gentileza em “aguentar” sua presença -, ao lado do respeito à diferença, como forma de aceitação passiva do Outro -, estão no conjunto de práticas de moralismo abstrato e utópico e na contramão da ética da inclusão.”
“Devemos refletir sobre a igualdade de oportunidades e o sobre o direito igual de cada um de ingressar na escola e, nela, exercitar sua cidadania, aprendendo e participando”.
  “A expressão pessoa em situação de deficiência apresenta a vantagem de relacionar as influências do meio com as capacidades que as pessoas, podem desenvolver e manifestar. Servem como exemplo, duas pessoas com a mesma deficiência e que, segundo a situação e as condições em que vivem, vão encontrar maiores ou menores barreiras para as suas necessidades de ir e vir, de aprender e de participar, em termos de precocidade, qualidade e intensidade das ajudas e apoios especializados que receberam.”
“Inúmeros alunos com dificuldades de aprendizagem podem ser considerados em situação de deficiência decorrente de condições sociais e econômicas adversas, bloqueadoras de seu pleno desenvolvimento, mesmo sem apresentarem pertubações no nível biológico como cegueira, surdez, retardo mental, paralisia cerebral, por exemplos.”
“Parece não haver dúvidas de que os sujeitos da inclusão são todos: os que nunca estiveram em escolas, os que lá estão e experimentam discriminações, os que não recebem as resposta educativas que atendem às suas necessidades, os que enfrentam barreiras para a aprendizagem e para a participação, os que são vítimas das práticas elitistas e injustas de nossa sociedade, as que apresentam condutas típicas de síndromes neurológicas, psiquiátricas ou com quadros psicológicos graves, além das superdotadas/com altas habilidades, os que se evadem precocemente e, obviamente, as pessoas em situação de deficiência, também.”

“A própria Declaração de Salamanca adverte que as políticas educativas deverão levar em conta as diferenças individuais e as diversas situações, como é o caso de alunos surdos e surdos-cegos para os quais é mais conveniente que a educação seja ministrada em escolas ou em classes especiais, nas escolas comuns.”

Fonte: Edler Carvalho, Rosita. Educação Inclusiva: do que estamos falando? Revista Educação Especial, núm. 26, -, 2005, pp. 1-7. Universidade Federal de Santa Maria.  

Contribuições Professor Vanderley

15 passos para adotar tecnologias em sala de aula

(Luciana Maria Allan)

 

 
Para um professor que só foi se relacionar com a internet apenas depois de adulto, as tecnologias digitais, tão familiares para crianças e adolescentes, podem até parecer um universo hostil. Mas, de acordo com Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e especialista em tecnologias aplicadas à educação, não há o que temer. Para ajudar a estreitar esses laços entre professor e tecnologia, ela e sua equipe acabam de lançar o livro digital Crescer em Rede – Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional, que está disponível para download gratuitohttp://porvir.org/wp-content/uploads/2013/10/Crescer_em_Rede_PDF.pdf”.
 
“Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital”, afirma a especialista. Segundo ela, a intenção do guia é ajudar o professor nesse momento de transformação e compartilhar insumos para que ele seja capaz de promover a chamada educação 3.0.
 
Com um viés bastante prático, o guia visa ajudar o professor a inserir diferentes recursos de maneira orgânica em seu dia a dia. Dividido em seis capítulos, o livro vai discutir a importância da assimilação significativa da tecnologia pelo professor, vai propor atividades em que ele possa desenvolver novas abordagens do ensino e ter contato com alguns objetos digitais de aprendizagem que podem ser ferramentas úteis nesse processo. Para Allan, mais do que aprender a usar as ferramentas, é importante que o professor possa entender como gerir o conhecimento – já que não é mais o “dono” dele – e a estimular trabalhos colaborativos.
 
A pedido do Porvir e para dar um gostinho do conteúdo do guia, Allan enumerou 15 passos para que os professores adotem tecnologias digitais como ferramentas pedagógicas na sala de aula.
 
Confira!
 
1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas;
 
2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar;
 
3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas;
 
4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento;
 
5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades;
 
6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho;
 
7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação;
 
8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas;
 
9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior;
 
10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual);
 
11.  Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas;
 
12.  Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia escolar ou futuramente no mercado de trabalho;
 
13.  Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró-atividade;
 
14.  Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo;
 
15.  Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação.
 
 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghc14ANqRmD8wYXwypA4d7MX69fGtFWuSzVI3xdcny9EsA12g5xHeO4yzYPo78LDwIb-cUe84P1ICr7Rn61YhfM0opoxF1hwqpMCNbIEmg4d3aA_P7XnFUCyzNZ_0lOmpN5nSjUABRb5pF/s1600/Dia+do+Professor+(6).jpg&container=blogger&gadget=a&rewriteMime=image%2F*
 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Olimpíada Internacional de Matemática - Parabéns Brasil!

O Brasil conquistou cinco medalhas (três de prata e duas de bronze) na 55ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, da sigla em inglês) realizada na África do Sul.
Saiba mais na matéria do portal G1:
http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/30814/brasil-conquista-cinco-medalhas-em-olimpiada-de-matematica-na-africa/
Todos Pela Educação
TODOSPELAEDUCACAO.ORG.BR|POR GRUPO META

Confira!

Para ajudar a aprimorar a gestão educacional por meio de tutores na rede pública, a Fundação Itaú Social acaba de disponibilizar para download o Guia de Tutoria Pedagógica (http://goo.gl/0Ig1cc) e o Guia de Tutoria de Área (http://goo.gl/Aj8060).

Jogos Interessantes!






Jogos Interessantes!

http://www.noas.com.br/ensino-fundamental-1/

Início do Curso, Atenção!

M@tmídias 2 – Objetos de aprendizagem multimídia para o ensino de Matemática – 2º. Edição


Início do curso no dia 16 de julho, quarta-feira!

Albert Einstein


Sempre aprendemos com a vida!

A Copa acabou, mas alguns aprendizados podem ser levados para fora dos estádios!
Veja 10 lições da Copa do Mundo: http://abr.ai/1mpxhC2 e depois conte pra gente o que mais você aprendeu.

A Copa acabou, mas alguns aprendizados podem ser levados para fora dos estádios! :)
Veja 10 lições da Copa do Mundo: http://abr.ai/1mpxhC2 e depois conte pra gente o que mais você aprendeu.
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Observações sobre o livro da autora Terezinha Rios



Terezinha Rios – Ética e Competências

A filosofia e a compreensão da realidade

 

Ela inicialmente em seu livro discute, filosofia. Todos nós transformamos o mundo o tempo todo, no dia a dia.

Filosofia da Educação. Educação é transmissão de cultura (não foi dito de conhecimentos). Cultura é o mundo transformado pelo homem. É tudo aquilo que os seres humanos produzem.

Todos os seres humanos têm necessidades e desejos. Essa necessidade e desejo é o que Terezinha Rios entende por cultura. O trabalho é a transformação do mundo.

O que é escola? Qual a relação da escola com essa filosofia? A escola é o espaço de transmissão do saber sistematicamente acumulado pela sociedade com o objetivo de capacitar esse sujeito como agente (aquele que age e que transforma) na construção dessa sociedade.

Terezinha Rios é uma crítica do currículo nacional, o currículo deve ser critico voltado para a transformação da realidade nacional.  

Falta o acesso com qualidade e falta a apropriação dos alunos pelo que a escola já oferece. Problemas: acesso e fracasso escolar.

Porque nossos alunos não se apropriam desses conhecimentos oferecidos pela escola?

A educação possui duas dimensões:

Técnica – Como fazer? Como ensinar? Didática da aula.  (refere-se à aula)

Política - Reflexão com relação à dimensão técnica. Com a relação política que você vai dar a essa aula? Qual o objetivo desta aula? Para que esta aula? Para que eu dou determinada aula?

Não existe neutralidade, todo conteúdo tem uma intencionalidade.

Dimensões da competência do educador. O que significa ser educador na sociedade brasileira hoje? O que compete ao educador hoje? Competência para Terezinha Rios é saber fazer bem, para ela tem as duas dimensões, técnica e política. É importante a dimensão política para poder compreender o que está no centro dessas discussões.

Essas dimensões devem ser mediadas pela ética.

O diálogo do aluno é com os pensamentos, é com a cultura. O professor não deve ficar no embate com o aluno, esse embate deve ser com o conhecimento historicamente construído, o professor deve ser o mediador.

Essa ação mediadora deve acontecer por projetos, a sua aula deve ser estrutura através de um projeto. Um projeto deve ter: início, meio e fim. Um produto final onde o aluno possa dizer ao outro o que ele aprendeu. O projeto leva o aluno a pesquisar, a relutar com este pensamento, com esta cultura, ...

O processo educativo para ela ocorre a partir de projetos educacionais.

Fonte: Rios, Terezinha. Ética e competência.

domingo, 13 de julho de 2014

Parabéns Alemanha!


Tetra Campeã Mundial de Futebol

ANO 2014
BRASIL

Algumas ideias sobre Gestão de Conflito


“Conflito é toda opinião divergente ou maneira diferente de ver ou interpretar algum acontecimento. A partir disso, todos os que vivemos em sociedade temos a experiência do conflito. Desde os conflitos próprios da infância, passamos pelos conflitos pessoais da adolescência e, hoje, visitados pela maturidade, continuamos a conviver com o conflito intrapessoal (ir/não ir, fazer/não fazer, falar/não falar, comprar/não comprar, vender/não vender, casar/não casar etc.) ou interpessoal, sobre o qual nos deteremos. São exemplos de conflito interpessoal a briga de vizinhos, a separação familiar, a guerra e o desentendimento entre alunos.” (CHRISPINO; CHRISPINO, 2002).  
“Um exemplo claro da dificuldade que temos para lidar com o conflito é a nossa incapacidade de identificar as circunstâncias que derivam do conflito ou redundam nele. Em geral, nas escolas e na vida, só percebemos o conflito quando este produz suas manifestações violentas. Daí podemos tirar, pelo menos, duas conclusões: a primeira é que se ele se manifestou de forma violenta é porque já existia antes na forma de divergência ou antagonismo, e nós não soubemos ou não fomos preparados para identificá-lo; a segunda é que toda a vez que o conflito se manifesta, nós agimos para resolvê-lo, coibindo a manifestação violenta. E neste caso, esquecemos que problemas mal resolvidos se repetem!”  (CHRISPINO; CHRISPINO, 2002).  
“O conflito começa a ser visto como uma manifestação mais natural e, por conseguinte, necessária às relações entre pessoas, grupos sociais, organismos políticos e Estados. O conflito é inevitável e não se devem suprimir seus motivos, até porque ele possui inúmeras vantagens dificilmente percebidas por aqueles que vêem nele algo a ser evitado:
Ajuda a regular as relações sociais;
Ensina a ver o mundo pela perspectiva do outro;
Permite o reconhecimento das diferenças, que não são ameaça, mas resultado natural de uma situação em que há recursos escassos;
Ajuda a definir as identidades das partes que defendem suas posições;
Permite perceber que outro possui uma percepção diferente;
Racionaliza as estratégias de competência e de cooperação;
Ensina que a controvérsia é uma oportunidade de crescimento e de amadurecimento social.”
“O conflito é a manifestação da ordem em que ele próprio se produz e da qual se derivam suas conseqüências principais. O conflito é a manifestação da ordem democrática, que garante e o sustenta.”
“Eis algumas vantagens identificadas para a mediação do conflito escolar (CHRISPINO, 2004):
O conflito faz parte de nossa vida pessoal e está presente nas instituições: “É melhor enfrentá-lo com habilidade pessoal do que evitá-lo” (HEREDIA, 1998 apud CHRISPINO, 2004).
Apresenta uma visão positiva do conflito, rompendo com a imagem história de que ele é sempre negativo.
Constrói um sentimento mais forte de cooperação e fraternidade da escola.
Cria sistemas mais organizados para enfrentar o problema divergência → antagonismo → conflito → violência.
O uso de técnicas de mediação de conflitos pode melhorar a qualidade das relações entre os atores escolares e melhorar o “clima escolar”.
O uso da mediação de conflitos terá conseqüências nos índices de violência contra pessoas, vandalismo, violência contra o patrimônio, incivilidades, etc.
Melhora as relações entre alunos, facultando melhores condições para o bom desenvolvimento da aula.
Desenvolve o autoconhecimento e o pensamento crítico, uma vez que o aluno é chamado a fazer parte da solução do conflito.
Consolida a boa convivência entre diferentes e divergentes, permitindo o surgimento e o exercício da tolerância.
Permite que a vivência da tolerância seja um patrimônio individual que se manifestará em outros momentos da vida social.”
Fonte: Chrispino,  Álvaro. Gestão do conflito escolar: da classificação dos conflitos aos modelos de mediação.