domingo, 14 de junho de 2026

Qual é a Matemática mais favorável ao Brasil nos próximos jogos?

 



Temos a Escócia em primeiro lugar e o Haiti em último lugar.




Fonte das Imagens: https://www.piranot.com.br/copa-do-mundo/resultados/ 

Fonte: https://tabelacopa.com.br/times/BRA/

sábado, 13 de junho de 2026

"Contrato pedagógico: um pacto entre professor e aluno"

"O cotidiano escolar tem se apresentado à maioria dos professores como um espaço de tensão contínua, em que mais do que discussões sobre questões intelectuais, veem-se enfrentamentos pessoais, agressões, dilemas disciplinares e violência que entravam o trabalho em sala de aula.

Como sabemos, o respeito mútuo e a cooperação são condições necessárias para uma gestão democrática em sala de aula. Se bem interpretadas no ambiente escolar, elas impulsionam acordos imprescindíveis entre professor e aluno, elucidando as reais expectativas de um em relação ao outro. É o momento de partilhar as responsabilidades pelas decisões no que tange às rotinas de trabalho pedagógico (o que será feito) e às regras de convivência escolar (como será feito), que Júlio G. Aquino* denomina de “contrato pedagógico”, assegurado por meio de: a) clareza razoável, para os parceiros, quanto aos propósitos da relação; b) nítida configuração das atribuições de cada parte envolvida; c) rotinas e pautas de convivência conhecidas e respeitadas por ambos; d) resultados concretos que validem o processamento cotidiano. Esse contrato é gestado no coletivo, corresponsabilizando todos os participantes/ parceiros para que suas cláusulas sejam legitimadas.

Diferentemente de um regimento escolar (que é o todo da escola), o contrato pedagógico constitui-se da especificidade de cada sala de aula e, ainda mais, de cada professor – até porque cada objeto de conhecimento requer uma dinâmica diferente de exploração. Para tanto, “as cartas precisam ser colocadas na mesa” – programa da área, cronograma de atividades, metodologias, formas de avaliação – para que sejam trabalhados concretamente os objetivos que deverão ser perseguidos por todos. As regras poderão, em consenso, sofrer alterações – inclusões ou exclusões de cláusulas –, abordando questões como o que é entendido por respeito, colaboração, responsabilidade, enfim, formas de viabilizar a cidadania na prática.

As regras constituídas neste contrato amadurecem progressivamente, do seu desconhecimento (anomia – ausência de regras) à autonomia. Após o nascimento do contrato, relembrá-lo é função de todos, porém a implantação e o suporte dos acordos, enquanto rotina do trabalho, estão muito mais centrados na figura do professor, que aos poucos deixa isso para os outros participantes do processo educativo em sala de aula. Quando esse caminho é traçado e compreendido por todos, consegue-se perceber a real diferença entre anuência (estar de acordo) e obediência (submeter-se).

Como trabalhamos com indivíduos por definição únicos e com ritmos diferentes de caminhada, sabemos que eles poderão atingir estágios diferentes, em momentos distintos, na compreensão do contrato pedagógico. Não podemos ser ingênuos e acreditar que não haverá transgressões, que deverão ser tratadas no coletivo (em que as regras foram constituídas), para não se tornar algo pessoal – professor/aluno.

Em outras palavras, é preciso levar para o coletivo as transgressões analisadas contra o bom funcionamento comum dos trabalhos, fato que contribui para que não ajamos com “dois pesos e duas medidas”. Aquino faz uma única ressalva: que as sanções não podem sob hipótese alguma ser tomadas como mecanismos de exclusão. Por sinal, devem sinalizar o contrário: elas se prestam à inclusão de todos, indiscriminadamente, uma vez que sacralizam uma atmosfera de isonomia e, portanto, de justiça na vivência grupal. O contrato pedagógico não se trata de um ideal, algo que sempre se persegue e nunca se atinge. Esse pacto coletivo de confiança nada mais é do que um conjunto de parâmetros que delineiam as ações do coletivo em prol do bem comum: a efetivação do trabalho educativo – a aprendizagem."

*O professor Júlio Groppa Aquino é mestre e doutor pela USP. Atualmente, é professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Seus estudos levantam importantes discussões sobre a educação contemporânea.

Fonte: https://gestaoescolar.sistemapositivo.com.br/texto-contrato-pedagogico-um-pacto-entre-professor-e-aluno/ 

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Assunto: Gestão de Sala de Aula

 Jornalismo

"Gestão de sala de aula: como promover respeito e aprendizagem"

"Para o sucesso desse trabalho é fundamental a parceria com a gestão escolar e com a comunidade escolar"

PorCaroline Rezende

06/03/2025


"A gestão da sala de aula é um dos pontos que sempre merece atenção especial quando se trata de pensar em um ambiente de aprendizagem propício para todos. Ela envolve desde o planejamento das situações de aprendizagem e como as crianças irão interagir para aprender, até os aspectos de disciplina. Quando falamos desse assunto complexo, os holofotes estão sempre direcionados para o docente. Espera-se dele estratégias para uma aprendizagem eficaz e o controle de inúmeras situações que podem ocorrer na interação entre as crianças. Mas será que “andorinha sozinha" pode fazer verão? Ou melhor, será que solitariamente o educador pode (e deve) dar conta da complexidade que é realizar uma boa gestão de sala de aula? Quais as melhores estratégias para manter os estudantes engajados na aula? O que fazer com a indisciplina que gera violência?"


"Todas essas perguntas já passaram pela minha cabeça. Já estive sozinha para pensar sobre isso, mas também já tive a oportunidade de trocas significativas. Muitos anos de docência nos permite encontrar diferentes colegas de trabalho, passar por diferentes parcerias com gestores e até mesmo, estar no lugar da gestão escolar na busca de soluções para apoiar os professores da escola. 

Por que pensar a gestão de sala de aula na alfabetização

As crianças são naturalmente curiosas, têm um fascínio pelas experimentações e costumam compartilhar com os colegas as descobertas que fazem. Nesta faixa etária possuem uma grande energia. O professor, muitas vezes, precisa lidar com trinta indivíduos únicos que atravessam esse momento de intensas descobertas. 

É necessário acolhê-los, planejar boas intervenções didáticas, orientá-los, promover interações respeitosas e, ao mesmo tempo, manter a serenidade. Nem preciso mencionar que este é um enorme desafio, não é? 

A gestão de sala de aula pode ser abordada sob diversas perspectivas. Neste texto destaco aquela que considero fundamental e que é pouco discutida: a importância da colaboração entre toda a comunidade escolar e o professor. 

Para que a gestão de sala seja realmente eficaz, é essencial que a equipe escolar atue de forma integrada, apoiando o docente na construção de um ambiente de aprendizado organizado, participativo e acolhedor. 

Como lidar com imprevistos

Começo com um exemplo um tanto engraçado. Em minhas turmas, é comum que, ao entrar furtivamente um inseto, se forme uma grande comoção. Joaninhas, borboletas ou gafanhotos se tornam as estrelas da sala de aula naquele momento, despertando curiosidade, medo e muita conversa. 

A turma fica alvoroçada. Ninguém mais vê sentido em ficar sentado realizando a atividade proposta. Nessa faixa etária, o senso de urgência é uma das molas propulsoras das ações da garotada, tudo tem de ser agora, imediato. 

Ignorar a curiosidade das crianças nunca fez sentido para mim, mas também não é possível desistir completamente da proposta pedagógica que está acontecendo. O que já fiz nesses casos? Acolhi a curiosidade, dei atenção às perguntas, permiti um tempo de comoção e combinei que em outro momento (ou até mesmo um projeto, uma pesquisa) para continuarmos a conversa. E, para quem quiser saber, sempre devolvemos o bichinho à natureza, com segurança. 

Até aqui, um exemplo simples. Combinados e acolhimento podem resolver próximos episódios parecidos. Mas, e no caso de atritos entre estudantes? Aqui entramos nas situações mais complexas…

Somos professores e sabemos que todo tipo de conflito pode ocorrer –  mesmo quando a aula e os agrupamentos estão meticulosamente planejados. Lidamos com seres humanos e o imprevisto é inerente às relações, independente de qual seja ele. 

Nós, professores, somos os primeiros a mediar o conflito, mas não devemos ser os únicos na empreitada. Muitos estudiosos falam sobre isso, mas tenho certeza que todos nós professores podemos atestar por conhecimento de causa que quando temos suporte de uma equipe, as situações podem ser desafiadoras, mas são possíveis de enfrentar. 

O papel da gestão escolar no suporte à sala de aula

Além das estratégias pedagógicas, um ponto fundamental para lidar com desafios de convivência é contar com o suporte da equipe gestora. Há momentos em que precisamos do apoio da direção para intervir em situações que ultrapassam nosso alcance imediato. 

Como destaca Celso dos Santos Vasconcellos em Construção do Projeto Político-Pedagógico: Avanços e Desafios, “a gestão escolar deve ser entendida como um processo coletivo, onde professores e equipe gestora trabalham juntos para garantir um ambiente favorável ao desenvolvimento dos alunos.”

Por isso, manter um diálogo constante com a gestão da escola e planejar conjuntamente formas de lidar com desafios que possam surgir é essencial para que possamos nos concentrar no que realmente importa: garantir um ensino de qualidade e uma experiência escolar positiva para todos.

A gestão da sala de aula não pode ser vista de forma isolada, pois está diretamente ligada à gestão da escola como um todo. Uma administração escolar eficiente fornece diretrizes, suporte e recursos essenciais para que os professores possam manter um ambiente organizado e propício ao aprendizado. 

Segundo Heloísa Lück, a equipe gestora deve ser participativa e integradora, criando condições para que o professor exerça sua função com autonomia, mas também com respaldo institucional. Dessa forma, a harmonia entre a gestão da escola e a da sala de aula é fundamental para o sucesso educacional.

Envolvimento das famílias

A parceria com a gestão escolar assegura que o trabalho do professor esteja interligado ao funcionamento da escola como um todo. Agora, vamos para o próximo elemento importante nessa discussão: a comunidade escolar. 

Os estudantes e suas famílias devem ser envolvidos na construção de um ambiente harmonioso. É essencial ter uma boa comunicação em que sejam alinhadas as expectativas e se fale a respeito da valorização da diversidade.

Além desse diálogo aberto, incluir os responsáveis em atividades escolares é uma ótima maneira de engajar toda a família. Ao serem convidados a participar de projetos e atividades ligadas à aprendizagem das crianças, os responsáveis se sentem valorizados e também aproximam-se das conquistas e desafios.

Dessa forma, ao fortalecer essa conexão entre escola e família, cria-se uma rede de apoio essencial para o desenvolvimento integral dos estudantes. 

Quando todos os envolvidos compartilham responsabilidades e colaboram ativamente, a Educação se torna mais transformadora. Essa participação não apenas enriquece o aprendizado, mas também fortalece laços, promovendo um ambiente mais acolhedor e inspirador para todos. 

Gestão de sala de aula humanizada

A gestão das emoções é fundamental para o bem-estar e a eficácia do professor em sala de aula. Como já destacou Paulo Freire, “o professor é tão gente, tão sentimento e emoção quanto o educando.” Ele também enfatiza a importância do professor reconhecer e expressar suas emoções, mostrando-se humano e autêntico diante dos estudantes. 

Reconhecer e trabalhar as próprias emoções permite ao docente criar um ambiente de aprendizagem mais saudável e empático. No entanto, vale destacar que essa responsabilidade não é só do professor, mas de toda a equipe escolar. 

O educador precisa ter espaço para falar, ser acolhido, auxiliado, aconselhado e sentir que possui uma rede de apoio. O período de aula precisa ser acompanhado por membros da gestão ou outros funcionários designados para esse fim, corredores precisam ser visitados, por exemplo, pois como já mencionei, imprevistos acontecem e o professor não pode estar solitário para a resolução de todos os problemas. 

Crie um espaço de diálogo transparente

Um aspecto importante que tem me ajudado bastante na gestão da sala é compartilhar com os estudantes os desafios do dia a dia. Freire destaca que assumir o medo e não fugir dele é essencial para superá-lo, e que demonstrar humildade ao falar sobre suas emoções aproxima o professor dos estudantes, reforçando a ideia de que ambos estão em um processo contínuo de aprendizado. 

Uma outra estratégia é explicar as razões do planejamento pedagógico, pois muitas vezes eles são questionados pelos próprios estudantes por não compreenderem as motivações do professor. Venho me inspirando em Freire e tendo conversas com a turma da seguinte forma, por exemplo: 

  • Quando o assunto é disciplina: “Nossa turma possui trinta crianças, já pensou se todos resolverem correr ou falar alto ao mesmo tempo? Como poderei dar orientações, fazer propostas a ponto que todos se concentrem e compreendam as atividades? 

Gostaria de me sentir escutada por vocês, o barulho e a desatenção muitas vezes impedem que isso aconteça. Como vocês podem colaborar comigo? Como podem deixar esse ambiente mais calmo e propício para o estudo?”

  • Quando o assunto é pedagógico: “Escolhi que você sentasse dessa vez com outro estudante que não o seu melhor amigo, pois percebi que vocês podem contribuir muito um com o outro. Tem vários conhecimentos que podem ser trocados entre vocês. Vamos experimentar?”

A gestão da sala de aula é um desafio coletivo que exige a participação ativa de toda a comunidade escolar. Quando professores, gestores, funcionários, estudantes e familiares compartilham responsabilidades e se apoiam mutuamente, a aprendizagem se torna mais significativa e o ambiente escolar mais acolhedor. Garantir esse equilíbrio não é uma tarefa simples, mas é essencial para transformar a educação em um espaço de crescimento humano e intelectual tanto para os estudantes quanto para os educadores.

3 livros sobre o assunto que valem (re)ler que citei neste texto

  • Dimensões de Gestão Escolar e Suas Competências, de Heloísa Lück

Nesse livro, a autora enfatiza a importância de uma gestão escolar participativa e integradora, que cria condições para que o professor exerça sua função com autonomia, contando com o respaldo institucional necessário. A harmonia entre a gestão da escola e a da sala de aula é destacada como fundamental para o sucesso educacional.

  • Construção do Projeto Político-Pedagógico: Avanços e Desafios", de Celso dos Santos Vasconcellos. 

O autor aborda a importância de uma gestão escolar entendida como um processo coletivo, no qual professores e equipe gestora trabalham juntos para garantir um ambiente favorável ao desenvolvimento dos alunos.

  • Professora, sim; tia, não: Cartas a quem ousa ensinar, de Paulo Freire. 

Nessa obra, Freire ressalta a relevância de o professor reconhecer e expressar suas emoções, evidenciando sua humanidade para os estudantes. Ao demonstrar humildade ao compartilhar seus sentimentos, o professor se aproxima dos estudantes, fortalecendo a compreensão de que tanto educadores quanto aprendizes fazem parte de um processo constante de crescimento e descoberta.

Caroline Rezende é professora alfabetizadora na E.E Prudente de Moraes e Escola Ofélia Fonseca, na capital paulista, e mestranda em Escrita e Alfabetização pela Universidade Nacional de La Plata. Também atua como formadora de educadores."

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/22104/gestao-de-sala-de-aula-como-promover-respeito-e-aprendizagem


quinta-feira, 11 de junho de 2026

Sextos Anos Simulado

Nome: __________________________________________________________________________  

Nº: _____   Turma: _____   Data: ___/___/_____


1. Observe uma figura dividida em 8 partes iguais. Se 3 partes estão pintadas, a fração que representa a parte pintada é:

   A) 3/5   B) 3/8   C) 5/8   D) 8/3

2. Uma barra de chocolate foi dividida em 12 pedaços iguais. Pedro comeu 9 pedaços. A fração que representa a quantidade consumida é:

   A) 9/12   B) 12/9   C) 3/12   D) 9/3

3. Ana leu 40 páginas de um livro que possui 100 páginas. A fração que representa a parte ainda não lida é:

   A) 40/100   B) 60/100   C) 50/100   D) 100/60

4. Uma professora distribuiu 20 lápis igualmente entre 5 estudantes. A divisão pode ser representada pela fração:

   A) 20/4   B) 5/20   C) 20/5   D) 25/5

5. Em uma caixa há 30 balas. João comeu 1/3 delas. Quantas balas ele comeu?

   A) 5   B) 10   C) 15   D) 20

6. As frações 2/4 e 1/2 são:

   A) Diferentes   B) Maiores que 1   C) Equivalentes   D) Impróprias

7. Um ângulo reto mede:

   A) 45°   B) 90°   C) 180°   D) 360°

8. Qual é a medida do menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às 3 horas?

   A) 30°   B) 60°   C) 90°   D) 120°

9. Dois ângulos juntos formam um ângulo raso. Se um deles mede 110°, o outro mede:

   A) 70°   B) 80°   C) 90°   D) 100°

10. Um polígono com 5 lados recebe o nome de:

   A) Triângulo   B) Quadrilátero   C) Hexágono   D) Pentágono


Fonte: WhatsApp.


Simulado para os Oitavos Anos

 








Fonte: WhatsApp.











"Os pentaminós e o pentagrama."

 




Fonte: WhatsApp. 

Como se lê?

17 098 242 quilômetros quadrados - Dezessete milhões, noventa e oito mil e duzentos e quarenta e dois quilômetros quadrados; 

...  



Copa do Mundo/2026

 


segunda-feira, 8 de junho de 2026

Contagem regressiva para o início da COPA/2026

 1ª rodada

Quinta-feira, 11 de junho de 2026

Grupo A: México x África do Sul Cidade do México, no México – 13h00 no horário local (16h00 em Brasília / 18h00 em Praia / 20h00 em Lisboa)

Grupo A: República da Coreia x República Tcheca Guadalajara – 20h00 no horário local (23h00 em Brasília / 1h00 de 12 de junho em Praia / 3h00 de 12 de junho em Lisboa)

Sexta-feira, 12 de junho de 2026

Grupo B: Canadá x Bósnia e Herzegovina Toronto, no Canadá – 15h00 no horário local (16h00 em Brasília / 18h00 em Praia / 20h00 em Lisboa)

Grupo D: Estados Unidos x Paraguai Los Angeles, nos EUA – 18h00 no horário local (22h00 em Brasília / 0h00 de 13 de junho em Praia / 2h00 de 13 de junho em Lisboa)

Fonte: https://www.fifa.com/pt/tournaments/mens/worldcup/canadamexicousa2026/articles/copa-mundo-2026-tabela-jogos 

Prorrogação do ENEM/2026

O Ministério da Educação (MEC) e o Inep prorrogaram as inscrições para o Enem 2026 até a sexta-feira, 12 de junho. O prazo também contempla solicitações de atendimento especializado e tratamento por nome social. 

Os detalhes práticos do calendário atualizado incluem:
  • Inscrições: até 12 de junho na Página do Participante.
  • Pagamento da taxa (R $85): até 17 de junho.
  • Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.
  • A prorrogação é válida tanto para novos cadastros quanto para quem precisa regularizar a inscrição. Vale ressaltar que a data da prova segue inalterada, mantendo o cronograma original de aplicação.
Fonte: Internet

Parabéns Alunos! - - - OBMEP/2026

 



Fonte: https://www.obmep.org.br/

terça-feira, 2 de junho de 2026

Temática Interessante para uma discussão em ATPC - - - "Macrocompetências socioemocionais e habilidades socioemocionais"

 


O QUE SÃO AS COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS


"Competências Socioemocionais são capacidades individuais que se manifestam nos modos de pensar, sentir e nos comportamentos ou atitudes para se relacionar consigo mesmo e com os outros, estabelecer objetivos, tomar decisões e enfrentar situações adversas ou novas. Elas podem ser observadas em nosso padrão costumeiro de ação e reação frente a estímulos de ordem pessoal e social. 

Pense no seu dia a dia: quantas situações você vivencia que demandam atitudes como curiosidade para compreender como uma tecnologia funciona? Ou até mesmo mobilizar o foco para conseguir terminar uma tarefa mesmo com tantos outros estímulos simultâneos, ou ainda confiança em que as pessoas ao redor irão te ajudar diante de uma situação difícil." 






"Saiba quais competências socioemocionais que mais influem em 6 aspectos como desempenho escolar, pertencimento escolar, prevenção à violência escolar e ao bullying, promoção de bem-estar e da saúde mental:

1. DESEMPENHO ESCOLAR

Se refere às medidas educacionais estabelecidas em relação à obtenção, ou não, de resultados pelos estudantes. Podem ser padronizadas (como provas nacionais ou estaduais) ou não-padronizadas (como avaliações realizadas periodicamente por professores, por exemplo).

As competências socioemocionais que mais se relacionam com o desempenho escolar são:



2. PERTENCIMENTO ESCOLAR

É um conjunto de percepções e expectativas que cada estudante tem sobre sua relação com a escola, como o sentimento de acolhimento entre professores e colegas, a satisfação em fazer parte do ambiente, entre outros. Sentir-se pertencente e seguro no ambiente escolar pode ser um fator protetivo contra a evasão escolar

As competências socioemocionais que mais se relacionam com o pertencimento escolar são:



3. VIOLÊNCIA ESCOLAR

Pode ser definida como o uso intencional da força física ou do poder, seja ela ameaçada ou real, contra si, outra pessoa ou um grupo.  No contexto escolar, pode ser vista por meio de conflitos entre colegas ou bullying. Seus efeitos negativos podem ser vistos na autoestima dos estudantes ou no clima escolar como um todo.

As competências socioemocionais que mais se relacionam com a prevenção e mitigação da violência escolar são:



4. BULLYING

É uma intimidação sistemática, caracterizada por comportamento agressivo, com intenção de machucar ou humilhar outra pessoa, seja de forma física, verbal ou psicológica.  

As competências socioemocionais que mais se relacionam com a prevenção e mitigação do bullying são:



5. BEM-ESTAR

É a forma como uma pessoa avalia as suas próprias experiências e sentimentos, considerando suas reações emocionais, percepções e julgamentos sobre eventos da sua rotina, assim como sua satisfação com a vida.

As competências socioemocionais que mais se relacionam com a promoção do bem-estar são:



6. SAÚDE MENTAL

É a percepção da vida em geral, considerando aspectos como satisfação e felicidade da pessoa consigo mesma nos diversos âmbitos da vida, envolvendo recursos cognitivos, socioemocionais, psicológicos e interpessoais.

As competências socioemocionais que mais se relacionam com a promoção da saúde mental são": 




Fonte: https://institutoayrtonsenna.org.br/o-que-defendemos/socioemocional-estudantes/