quinta-feira, 28 de março de 2019

Vamos compartilhar!


A inscrição deve ser feita pelo e-mail: valdessara.bertolino@anhanguera.com

Diretoria de Ensino Região Osasco - Documento Orientador - Atenção Professores Coordenadores!

Observar que a Circular número: 123 trouxe todas as Revistas dos Alunos (arquivos digitais) com atividades para todas as Áreas do Currículo.

A Circular número: 120 trouxe inicialmente a Revista do Aluno (arquivo digital) com atividades da disciplina de Matemática. 


Unidade Escolar: "Professor Gastão Ramos" - MMR/2019






Competências Socioemocionais

AMA - Associação de Amigos do Autista - SP

No dia 02 de Abril, Dia Mundial da Conscientização do Autismo, venha nos ajudar sem colocar a mão no bolso. Das 08:00h às 17:00h, faremos um plantão para o cadastro da Doação Automática dos Créditos da Nota Fiscal Paulista.
Local: R. do Lavapés, 1123 – Cambuci


Se não puder vir, doe mesmo assim.




terça-feira, 26 de março de 2019

Lesson Study: entenda o que é e como utilizar essa metodologia - Achei muito interessante!

A Lesson Study — ou Pesquisa de Aula, em tradução livre — é uma metodologia desenvolvida no Japão e voltada para melhorar o ensino a partir da análise sistêmica das práticas educacionais e do aperfeiçoamento dos professores que está ganhando reconhecimento ao redor do mundo.
No Brasil, a metodologia já vem sido discutida por pesquisadores como a Profa. Dra. Yuriko Balsin há 10 anos mas, recentemente, vem ganhando mais espaço nas escolas, o que pode ser um avanço importante para as salas de aula. Neste artigo, vamos contar melhor como a Lesson Study funciona e como pode ser aplicado no seu planejamento de aula. Confira!

O que caracteriza a Lesson Study?

O principal diferencial da metodologia é entender que tanto os alunos quanto os professores precisam se desenvolver constantemente. Perceber como o estudante aprende, absorve o conteúdo e o aplica é essencial para que o plano de aula seja eficiente e para que o próprio aluno fique engajado durante a aula.
A metodologia foi criada por ser entendida a necessidade de mudar o paradigma do ensino em que só o aluno aprende já que tanto o aluno quanto o professor precisam se desenvolver constantemente. A linguagem e a forma de absorção de conhecimento por parte dos estudantes vêm mudando a todo momento. Os professores e a forma de ensino precisa acompanhar essa evolução para que tenham uma participação ativa na formação do aluno.
A Lesson Study possibilita, a partir de uma reflexão coletiva, o aprimoramento dos professores e o desenvolvimento acadêmico dos alunos.

Quais os benefícios da Lesson Study?

A metodologia japonesa foca no fato de que o corpo docente deve estar em constante transformação e aprimoramento. Os professores precisam conseguir acompanhar a mudança no perfil dos alunos, nas tecnologias disponíveis e nas formas de ensino presentes.
A Lesson Study permite que os professores possam, juntos, compreender os pontos possíveis de melhoria nos planos de aula, discutir sobre os métodos de ensino e as experiências que passam diariamente nas salas de aula.

Como aplicar a Lesson Study na escola?

Assim como qualquer metodologia, existe uma série de passos que precisam ser seguidos e avaliados para atingir um bom resultado. Como já citamos, a Lesson Study funciona por meio de encontros entre os professores que façam parte do grupo e é trabalhado com a participação de todos. Veja as etapas principais para a aplicação!

Definir o problema

O objetivo da metodologia é a solução e otimização dos processos de ensino na sala de aula. Sendo assim, é preciso ter claro qual problema será trabalhado durante os testes.
O problema é definido e acordado pelo grupo de professores que participarão do processo a partir dessa etapa, o objetivo deve ser delimitado de forma concisa.

Planejar a aula

Após a definição do problema, os professores participantes podem pesquisar em livros e artigos sobre a área relacionada ou de especialistas que já passaram por um problema similar para enriquecer a discussão.
A aula é pensada e planejada em conjunto com o grupo. Ela deve ser desenvolvida com a ideia de entender como o aluno absorve o conhecimento e qual a melhor forma de repassá-lo.

Ministrar a aula

Com o planejamento da aula criado é o momento de observar como ela funciona perante os estudantes. Para isso, um professor participante do grupo é selecionado para ministrar a aula a estudantes selecionados com a observação dos outros professores também participantes.
É importante que os observadores façam anotações dos pontos positivos, dos pontos a serem desenvolvidos e percebam o comportamento dos estudantes e também do professor durante a lição.

Analisar a aula

O plano de aula só pode ser melhorado se ele for testado, analisado e revisado. Por isso, após a realização da aula-teste os professores se encontram o quanto antes para partilhar suas anotações e discutir sobre os aprendizados. O professor que ministrou a aula inicia a discussão levantando a sua própria opinião sobre a lição, os desafios, os pontos positivos e negativos. Após sua fala, a discussão é aberta para os outros professores.
É possível fazer perguntas aos alunos que assistiram a lição para entender a visão deles sobre o aprendizado e o que foi absorvido durante a aula.
Algumas questões interessantes para essa discussão são:
  • As hipóteses levantadas durante a definição do problema foram comprovadas?
  • A estratégia de ensino selecionada foi eficaz para o perfil dos alunos daquela escola em questão?
  • O que poderia ser melhorado naquele plano de aula em questão?
Ao final da reunião os professores devem fazer um compilado dos aprendizados para que o mesmo plano de aula seja revisado e otimizado.

Revisar o planejamento da aula

A partir das discussões e anotações realizadas durante a reunião de análise, os mesmos professores fazem a alteração do mesmo plano de aula já utilizado na primeira aula ministrada, para que ele seja aprimorado de acordo com os pontos principais apontados para o melhor aprendizado dos alunos.
O entendimento do perfil e da visão dos alunos que frequentam a escola são essenciais para que a aula seja criada da melhor forma, os estudantes consigam absorver o conhecimento e os professores, se desenvolver.

Ministrar a aula atualizada

Não necessariamente o mesmo professor precisa ministrar a aula ou os mesmos alunos necessitam participar. A questão principal é que os mesmos professores do grupo façam a observação e as anotações da aula ministrada.
O processo que havia sido realizado no passo 3 (ministrar a aula), mas acrescentando a visão da aula anterior e buscando entender se os pontos levantados foram de fato melhorados.

Reanalisar a aula

Na reanálise da aula ministrada é preciso entender alguns fatores como:
  • Ainda existem pontos de melhoria?
  • A opinião dos alunos participantes foi positiva?
  • As hipóteses foram confirmadas?
A forma de conduzir essa reunião segue da mesma forma que a apresentada na etapa de análise da aula porém, é possível convidar outros docentes que não foram responsáveis pela construção do plano de aula para participar da discussão.

Compartilhar os resultados

Dentro de uma mesma escola ou de escolas próximas, é possível que outros docentes estejam passando por problemas similares. Dessa forma, o grupo que participou de todo o processo pode fazer uma apresentação ou relatório com um compilado da metodologia realizada e dos aprendizados adquiridos.
Como o processo deve ser contínuo e outras reuniões da Lesson Study ainda precisam acontecer, os relatórios podem ajudar nas próximas.

Quais os cuidados a serem tomados na aplicação?

A escola e os professores interessados precisam estudar bastante a metodologia para que ela seja aplicada de forma leve e gradual na rotina dos professores. Além de ser uma forma de envolvimento dos alunos, ela também serve como engajamento e desenvolvimento do corpo docente.
Agora que você conhece melhor a Lesson Study está preparado para iniciar o processo dentro da escola? Qual a sua opinião sobre a metodologia? Compartilhe, por meio dos comentários, suas dúvidas e considerações!

Unidade Escolar: "Dr. Aureliano Leite' - MMR/2019 - Parabéns!

"Muito obrigado pela oportunidade de ter participado desse momento de interação e envolvimento na construção do Plano de Melhoria da Unidade Escolar "Dr. Aureliano Leite".

Método de Melhoria de Resultados. 

Parabéns as Professoras de Matemática, a Professora de Língua Portuguesa, as Professores Coordenadoras, aos Alunos Gremistas, a Vice-Diretora, a Diretora, a Funcionária da Secretaria, a Mãe de um aluno e ao Supervisor de Ensino!





Sucesso nesta nova etapa!

Encceja 2019



Interessados em obter o certificado de conclusão do #EnsinoFundamental e do #EnsinoMédio, fiquem de olho! Inscrições entre os dias 20 e 31 de maio. https://bit.ly/2ETfrpk


Orientações Guia de Transição – Ensino Fundamental dos Anos Finais e Ensino Médio

Roda de Conversa

O Guia de Transição é fruto do trabalho colaborativo entre as Diretorias de Ensino e o Órgão Central da SEE. Tem como objetivo orientar o ensino, apoiar as escolas e seus profissionais no percurso letivo, em um ano especial em que a Rede de Ensino fará a transição entre o Currículo Oficial do Estado de São Paulo e o Currículo Paulista para os Anos Finais do Ensino Fundamental. O Ensino Médio em 2019 continua usando como referência o Currículo Oficial do Estado de São Paulo. Sendo assim, não há transição e o material está articulado com as Dez Competências Gerais da BNCC

Dessa forma, o conjunto de orientações, que envolve as quatro áreas de conhecimento, está organizado em cadernos bimestrais que contribuem para a elaboração pelas Diretorias de Ensino, escolas e professores de planos de aula, sequências didáticas, projetos, recuperação e utilização de recursos didáticos

Destacamos que o Guia apresenta sugestões de abordagem e de trabalho pedagógico, contudo reforçamos a importância de se utilizar no planejamento das aulas livros didáticos e/ou outros materiais compreendidos como necessários pelos professores para o desenvolvimento das competências e habilidades indicadas

Na elaboração do Guia, configuramos tabelas que apresentam temas/conteúdos, habilidades e expectativas de aprendizagem presentes nas Orientações Curriculares e Didáticas, para os Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, no Currículo Oficial do Estado de São Paulo, no Currículo Paulista, e na BNCC, com o intuito de indicar pontos de aproximação entre as habilidades, com maior ou menor grau de convergência

Informamos que serão encaminhadas sugestões de atividades complementares para os estudantes. As atividades complementares, como o próprio nome indica, são mais um elemento na composição do ensino/aprendizagem. Elas podem ser adaptadas de acordo com a realidade de cada turma e de cada escola, e cabe ao/à professor(a) recorrer também a outros materiais de apoio disponíveis na escola e em outras fontes que julgue pertinentes

Assim, você professor, encontrará no Guia de Transição, enviado no Planejamento 2019, as especificidades referentes a cada componente curricular orientando a sua prática pedagógica.

Guia de Transição de Matemática – 1º Bimestre

 Referente ao Guia de Transição de Matemática foram realizadas atualizações (link), para o 1º bimestre com base em apontamentos feitos pela Rede, para que pedagogicamente as ações fiquem alinhadas, mantendo como base o Currículo Oficial, porém com um olhar nas habilidades propostas no Currículo Paulista para os Anos Finais do Ensino Fundamental e nas Competências Gerais da BNCC para o Ensino Médio. Seguem também sugestões de atividadespara os alunos (link)

Habilidades da Avaliação em Processo - AAP DE 2019.

As provas da Avaliação de Aprendizagem em Processo - AAP - das disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática, neste ano de 2019, assim como nos anteriores, são compostas por doze questões de múltipla escolha, com quatro alternativas, para os Anos Finais do Ensino Fundamental e cinco alternativas para todas as séries do Ensino Médio

Calendário da AAP/2019

Mês de Abril/Maio

29 e 30 de abril 
e
02 e 03 de maio  

(4 dias destinados para aplicação) 

Fonte: Calendário MMR 

Nos 1º e 2º anos dos Anos Iniciais/EF, as provas são compostas por oito itens de respostas construídas pelos alunos. Já a do 3º ano a avaliação apresenta dez questões, sendo oito de respostas construídas pelos alunos e dois itens de múltipla escolha. As provas de 4º e 5º anos, são compostas por oito itens abertos e oito de questões de múltipla escolha, totalizando dezesseis questões. Além disso, em Língua Portuguesa, há uma avaliação de produção escrita. As questões das AAP 2019 serão formuladas a partir das habilidades presentes na Matriz de Avaliação Processual, que estão atreladas ao Currículo Oficial vigente.




Onde localizar a Matriz de Avaliação Processual? 

Plataforma Foco Aprendizagem
ou  
Secretaria Eletrônica Digital 
Recursos e Materiais 


Exemplo: 

MAP - Matriz de Avaliação Processual - Matemática




Currículo Oficial de São Paulo 

http://www.educacao.sp.gov.br/a2sitebox/arquivos/documentos/237.pdf



SAEB/2019 

A maior edição do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) será aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep) entre 14 e 25 de outubro, em escolas públicas de todas as unidades da federação. A avaliação externa em larga escala, realizada pelo Inep desde 1990, deverá ter público recorde na edição de 2019. Os resultados permitirão compreender melhor a realidade das escolas e das redes municipais e estaduais de educação. Ao medir o aprendizado dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, o Saeb subsidia o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

https://matematicaef2.blogspot.com/2019/03/saeb2019-aplicacao-entre-14-e-25-de.html


Fonte: Guia SAEB/2019 INTRANET



https://matematicaef2.blogspot.com/2019/03/novo-saeb-o-que-muda-nas-avaliacoes-do.html