domingo, 7 de abril de 2019

Atividades Planejadas para o dia 12/04/2019











Disciplina de Matemática

Sextos Anos A, B e C

Dinâmica para aplicação das atividades: propor a formação de duplas colaborativas e entregar uma folha para cada dupla, orientar para que os registros sejam feitos no verso da folha e que os nomes dos dois alunos, o ano e os respectivos números na chamada constem na frente da folha. Recolher as atividades ao final da aula. 

Conteúdo: Números Naturais. 

Habilidades: Resolver problemas envolvendo as quatro operações. 

Habilidades dos Sextos Anos

sexta-feira, 5 de abril de 2019

PEI "Lucy Anna Carozzo Latorre"





Fonte da Imagem (Professor): https://pixabay.com/pt/

Meu e-mail para que possa enviar a atividade 6 cartelas é: lciomauro.carnaba@gmail.com .

Indicação do Aplicativo: SIMPLE SOROBAN. 

Muito obrigado!

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Unidade Escolar: "Lucy Anna Carrozo Latorre" - Vamos nos desafiar!





















Transmissão ao vivo de CePOF USP São Carlos

De: Lúcio mauro Carnaúba



Fonte da Imagem: https://pixabay.com/pt/


Felicidades!

Dragonlearn - Competição de Matemática Online para Alunos do Ensino Fundamental


Vamos pensar nessa atividade do FACEBOOK!



É interessante reproduzir essa atividade num papel quadriculado.

Podemos pensar em considerar o lado de quadradinho como 1 cm (centímetro).

Contar na primeira figura quantos são os quadrados de 1 cm (centímetro) de lado?

Contar nesta mesma figura o(s) quadrado(s) de 2 cm (centímetros) de lado?

Analogamente devemos pensar:

Quantos são os quadrados de 1 cm (centímetro) de lado?

Quantos são os quadrados de 2 cm (centímetros) de lado?

Quantos são o(s) quadrado(s) de 3 (centímetros) cm de lado?

Qual o total de quadradinhos nas duas figuras?

O que observamos com relação a regularidade na construção destas figuras?


Fonte: Matemática Genial

Atypical | Trailer oficial | Netflix

Nova série mostra desafios da inclusão de um jovem com autismo na escola

“Atypical” fala sobre bullying, família, amizade e amor de forma leve, mas consciente

POR:
Foto: Divulgação/Netflix
Sam Gardner é um jovem de 18 anos que, com o fim da puberdade, começa a lidar com questões como relacionamento amoroso, sexualidade e independência dos pais. Parece mais um roteiro comum de filme adolescente, mas não é. Sam (interpretado por Keir Gilchrist) tem Transtorno do Espectro Autista. É muito literal, extremamente sincero e péssimo em "captar sinais", como ele mesmo descreve em episódio da série “Atypical” (“Atípico”, em português), nova produção da Netflix já disponível para assinantes.
Criada e escrita por Robia Rashid, a comédia com pitada de drama mostra bastante a vida familiar dos Gardner, mas deixa para o ambiente escolar as discussões sobre bullying e inclusão. “Atypical” não fala apenas sobre as dificuldades e limitações do jovem – e aí mora sua maior qualidade. Sam não é o único atípico da narrativa. Aos poucos, é possível ver a imensa complexidade de todos os personagens, principalmente da mãe, Elsa (Jennifer Jason Leigh), da irmã, Casey (Brigette Lundy-Paine), e do pai, Doug (Michael Rapaport).
Elsa é superprotetora e sofre quando Sam começa a buscar sua autonomia. Ela frequenta, sem o marido, um grupo de apoio a pais de crianças com autismo – de onde sai boa parte do didatismo da série. Casey não aceita ter sido preterida pela mãe, que deu muito mais atenção ao irmão, e pelas amigas, por se relacionar com um garoto indisciplinado que foi expulso da escola. Para completar, ainda tem Doug, que culpa a esposa por nunca ter conseguido se aproximar de Sam, já que ela, como mãe coruja, cuidou de tudo sozinha.
A escola é o ponto de encontro entre Sam e a irritante, mas interessada Paige (Jenna Boyd), que, aparentemente se aproxima para saciar uma curiosidade própria, mas logo se mostra uma peça importante na integração do garoto. Por lá, o bullying e o preconceito se materializam. A maioria dos outros alunos sabe que Sam tem autismo, mas essa pequena noção não é suficiente para que ele seja aceito pelos colegas.
A série não traz uma solução definitiva para a exclusão de Sam, mas apresenta situações facilmente reconhecíveis de um jovem autista dentro do ambiente escolar. Em um episódio, há até um debate sobre como tornar inclusiva uma festa tradicional do Ensino Médio e se é válido o esforço para atender um único estudante. A escola, os pais e os outros alunos se juntam para buscar uma solução, que não seria muito viável na vida real, mas mostra como é possível usar a criatividade em nome da inclusão.
Um retrato, um recorte
Foto: Divulgação/Netflix
"Atypical" aproxima os dilemas de Sam aos de todas as pessoas “neurotípicas” (expressão usada na série para designar àqueles que não apresentam distúrbios psíquicos significativos). A série também foge do clichê de que todos os indivíduos que têm autismo vivem dentro do seu próprio mundo. A condição é apenas uma das camadas da complexidade humana de Sam. Até mesmo sua terapeuta, Julia (Amy Okuda), e seu melhor amigo, Zahid (Nick Dodani) se mostram bastante "anormais", mesmo escondidos sob o disfarce de mentalmente saudáveis.
A série, além de tentar desestigmatizar o autismo, dá pequenas lições sobre o transtorno, caracterizando Sam como um menino que não sabe mentir, não entende indiretas, tem dificuldade de permanecer em lugares barulhentos, com multidões ou muitas luzes – e mostra que há alternativas para que ele seja socialmente aceito.
Sam trabalha, tem empatia, entende regras (e as leva muito a sério), sente desejo, se chateia, tem hobbies (e também os leva muito a sério), se alegra, briga… É um menino apaixonado pela Antártida e por pinguins e, por entender com facilidade os métodos da natureza, tenta aplicar as mesmas normas em suas relações humanas. Com alguns trechos narrados em primeira pessoa, Sam permite que passemos um tempo dentro da sua cabeça e nos prova que sua lógica faz sentido. Por que não faria?

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo

ATENÇÃO!! A Lei 16.756, de 8 de junho de 2018, prevê o dever de inserção do símbolo mundial da conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas placas de atendimento prioritário.
Dessa forma, os estabelecimentos públicos e privados que disponibilizam atendimento prioritário devem inserir nas placas a “fita quebra-cabeça”, símbolo mundial da conscientização sobre o Autismo.


Ser coordenador do Fundamental 2 é realmente mais difícil?

Por: Joice Lamb
Daniel Castellano / SMCS
Esta pergunta já foi feita para mim muitas vezes. Algumas vezes, chegaram a me dizer que os professores do Fundamental 2 são difíceis de lidar. Considerando que minha formação inicial foi em Letras e que eu fazia parte desse grupo dos “professores difíceis”, talvez eu possa ajudar a compreender de onde vem este pensamento.  
A formação dos coordenadores é em pedagogia, geralmente com ênfase nos anos iniciais do Ensino Fundamental (em letramento, alfabetização matemática, orientação educacional ou teorias da aprendizagem, ou seja, mais geral). O professor do Fundamental 2 é especialista em uma disciplina específica do currículo. Geralmente, só ele tem essa formação para lecionar na escola. Esta formação tem por vezes intimidado os coordenadores que se acham sem conhecimento e, em consequência, sem autoridade para lidar com os professores especialistas. Por outro lado, este professor se sente isolado na escola, sem outros profissionais para trocar experiências.
Enquanto professora de português dos anos finais, eu me sentia muito sozinha na escola. De certa forma, parecia que eu tinha muita liberdade, porque ninguém questionava as propostas que eu aplicava. Ao mesmo tempo, eu não tinha ninguém a quem recorrer quando enfrentava dificuldades.
A partir do momento em que eu aceitei a coordenação pedagógica, tentei trabalhar com os professores do Fundamental 2 da forma com que eu gostaria que tivessem trabalhado comigo. Trago aqui talvez algumas dicas para compartilhar:
1. O coordenador pedagógico pode não conhecer o conteúdo específico da disciplina, mas pode orientar nos processos de ensino e aprendizagem. Nos encontros individuais com os professores, coloque o foco inicial no ensino. Pergunte: quais propostas e quais atividades o professor escolheu para trabalhar seus conteúdos?
2. Faça reuniões que envolvam a equipe de professores em torno de um projeto comum, para que eles possam criar uma identidade de grupo e contribuir um com o outro. Na nossa escola, trabalhamos com a iniciação científica e todos os professores são orientadores de trabalhos e trocam experiências sempre.
3. Com uma carga horária extensa e muitos alunos, estes professores tem um volume grande de trabalho preparando aulas, provas, avaliações. Evite solicitar planilhas ou relatórios que não sejam realmente úteis. Muitas vezes, os coordenadores enchem estes professores com planilhas que não serão utilizadas depois, porque são só papel para arquivar e não servem para compartilhar informações. Crie um sistema de compartilhamento de informações virtual que todos os professores possam ter acesso. Assim, a informação circula e os professores percebem que suas observações servem para o crescimento do trabalho. Todos ficam mais felizes.
4. Seja sensível às questões de disciplina que os professores enfrentam e tente organizar uma forma de acompanhamento dos alunos e das turmas para que não demore muito entre os acontecimentos e as ações da direção. Como as turmas têm muitos professores, às vezes, demora muito para que o comportamento inadequado de algum aluno seja identificado e olhado com mais atenção. Na nossa escola, temos uma planilha que acompanha a turma, na qual os professores registram observações de cada aluno individualmente. A Orientação e a Coordenação olham esta planilha semanalmente e assim, identificam-se muito rapidamente os alunos que precisam de atendimento.
5. Ouça as queixas dos professores com atenção e procure soluções conjuntas para os problemas comuns. A fala dos coordenadores, muitas vezes, é de que os professores estão desmotivados, mas se seus problemas não são resolvidos é claro que eles ficarão sem vontade de desenvolver novos projetos.
6. Entenda os professores dos anos finais como uma equipe que precisa andar junta. As dificuldades que um determinado professor com uma ou mais turmas não pode ser considerado apenas como “falta de domínio de classe” e esquecido. É preciso que o coordenador conheça todos os lados do problema para ajudar a resolvê-los e faça com que sua equipe compreenda que todos são responsáveis.
Cada coordenador precisa encontrar o caminho com sua equipe, ouvindo e compartilhando informações. Os grupos de professores de Fundamental 2 tem características muito heterogêneas, por isso precisam que o coordenador realmente se envolva com as suas dificuldades e possa ajudar a criar uma proposta comum. Entendo, por experiência, que ser coordenador dos anos finais do Ensino Fundamental não é difícil, mas sim desafiador.
Joice Maria Lamb é professora da rede municipal de Novo Hamburgo-RS desde 1991 e já teve turmas em quase todos os anos do Fundamental I e II. Atualmente, atua como coordenadora pedagógica da EMEF Profª Adolfina J. M. Dienfenthäler. É formada em Letras, tem especialização em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica e foi uma das 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10 2017. 

terça-feira, 2 de abril de 2019

Dia Mundial de Conscientização do Autismo - 02/04/2019

Dia 02 de abril, é celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data, estabelecida em 2007 pela Organização das Nações Unidas, tem como objetivo difundir informações sobre o autismo e reduzir a discriminação e o preconceito que ainda possam existir nos dias de hoje. 

A cor associada ao autismo é o AZUL, por causa da sua maior incidência em meninos e por isso, nessa data, vários pontos turísticos do País são iluminados de azul, a cor que simboliza o AUTISMO.


Faça como a REATECH, no dia 02 de abril vista-se de AZUL e apoie essa causa!


Especialista fala sobre inclusão social e tratamento do autismo - Dia Mundial da Conscientização do Autismo

https://globoplay.globo.com/v/7506376/programa/

Uma pesquisa de 2018 aponta que uma a cada 59 crianças no mundo receberam o diagnóstico.


LEI Nº 13.438, DE 26 DE ABRIL DE 2017. 
Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para tornar obrigatória a adoção pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de protocolo que estabeleça padrões para a avaliação de riscos para o desenvolvimento psíquico das crianças.

 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

     Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

     Art. 1º O art. 14 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), passa a vigorar acrescido do seguinte § 5º: 

"Art. 14. ..................................................................................
.................................................................................................. 

§ 5º É obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros dezoito meses de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento psíquico." (NR)
     Art. 2º Esta Lei entra em vigor após decorridos cento e oitenta dias de sua publicação oficial.
     Brasília, 26 de abril de 2017; 196º da Independência e 129º da República.
MICHEL TEMER 
Osmar Serraglio 
Luislinda Dias de Valois Santos

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial da União - Seção 1 de 27/04/2017


Publicação:
  • Diário Oficial da União - Seção 1 - 27/4/2017, Página 2 (Publicação Original)

Domínio Público

http://www.dominiopublico.gov.br/

Atenção Professores Coordenadores!

Atenção Professores de História! 

A Coordenadoria de Gestão da Educação Básica encaminhou aos Núcleos Pedagógicos das Diretorias de Ensino, no dia 28/03/2019, o link do drive contendo o material com sugestões de atividades destinadas aos alunos em apoio ao Guia de Transição 2019, 1º bimestre, para os Anos Finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
Excepcionalmente, o material do componente História ainda não consta entre os arquivos, pois houve troca de técnico na equipe. Informamos que o referido material será disponibilizado até 05/04.

Autismo - Vamos nos conscientizar!


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia Mundial da Conscientização do Autismo - Todo dia é dia - Lahmiei

Estamos no mês de abril, mês que celebramos todas as conquistas relacionadas ao autismo. No entanto, temos que ressaltar que é necessário falar sobre autismo todos os dias, pois todos os dias pessoas são diagnosticadas, todos os dias pessoas buscam tratamentos e conhecimentos!!

Desafio dos Corações



Fonte das Imagens: https://pixabay.com/pt/

Desafios Matemáticos


AJUDE O EDUARDO E O GAB - DOE SUA NOTA FISCAL PAULISTA PARA A AMA

***AJUDE O EDUARDO E O GAB - DOE SUA NOTA FISCAL PAULISTA***
Eu sou o Eduardo, pai do Gabriel. Desde que ele tinha um ano de idade, meu pai dizia que ele não era uma criança normal, mas depois de levar em muitos especialistas, só descobrimos que ele tinha autismo quando estava com quase três anos de idade.
O diagnóstico foi um baque muito forte - não só para mim, mas para minha esposa. Chorávamos toda a semana. Pedimos a Deus que nos desse força, uma luz e que a gente encontrasse um lugar ideal para ele, para que ele aprendesse a ser o mais independente possível.
O Gab conheceu a AMA aos 9 anos de idade. Ele ainda usava fralda. Hoje ele tem 12 anos e vai ao banheiro sozinho! Ainda precisa de ajuda para algumas coisas, como higiene básica, se alimentar. Mas ele evoluiu bastante, conseguiu aprender mais e suas crises de agressividade reduziram, apesar de ainda não falar.
Será muito complicado se o Gab não tiver mais a AMA, porque não há outros lugares especializados em autismo. E ele já esteve em uma escola regular. Falam de inclusão, mas na verdade não há. Geralmente eles deixam a criança com autismo abandonada em um canto, mas aqui o atendimento é top. Não tem essa de excluir.
Nosso maior medo é o de morrer sem ter alguém para cuidar dele. E nosso sonho - e a gente sonha! - é que o Gabriel cresça, seja independente, estude, se forme. Assim, a gente pode partir para o outro plano aliviados.


Para que nós, da AMA (Associação de Amigos do Autista), continuemos cuidando do Gabriel e de outros 340 pacientes com autismo, precisamos da sua ajuda.
Basta doar, automaticamente, os créditos de sua Nota Fiscal Paulista. Eles fazem MUITA diferença para a gente e para a vida das famílias que atendemos. E fique tranquilo: você continua participando dos sorteios da Nota Paulista e, se for contemplado, o prêmio em dinheiro é seu.
Compras no valor de R$ 10 chegam a render R$ 200 em doação automática para a AMA, porque o governo redistribui todo o crédito de Nota Paulista não utilizado para as ONGs cadastradas no sistema. VOCÊ pode fazer muita diferença na vida e no desenvolvimento dos pacientes com autismo.
As verbas doadas serão revertidas para a construção de unidade da AMA na Vila Ré (Zona Leste de São Paulo), para que o tratamento do Gabriel e de outros pacientes possa continuar.
>> Saiba como doar sua Nota Fiscal Paulista com nosso passo a passo: https://www.ama.org.br/site/doacao-de-nota-fiscal-paulista/
>> Dia 02 de Abril é Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Visite o site da AMA e saiba mais sobre o assunto: https://www.ama.org.br/site/