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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Inscrições gratuitas para o Curso de LIBRAS começam em 1º de fevereiro
A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Assistência Social (SAS), abrirá as inscrições para o curso de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) a partir do dia 1º de fevereiro.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 28/2 diretamente no local em que se deseja frequentar o curso. Pessoas com idade acima de 14 anos, deficientes auditivos e ouvintes, profissionais de qualquer área e afins, podem fazer o curso.
A aula inaugural será realizada no dia 9/3, às 14 horas, no Teatro Municipal Glória Giglio, na Avenida dos Autonomistas, nº 1.533, Vila Campesina. A primeira aula será realizada no sábado, porém as demais ocorrerão em dias úteis, conforme escolha no momento da inscrição.
Mais informações podem ser obtidas na Coordenação do Projeto “Libras Para Todos”, através do telefone (11) 2183-6728, falar com Jeronisa ou Karleny, ou na Secretaria de Assistência Social, localizada na Rua da Saudade, 180, Jardim Bela Vista, através do telefone: (11) 2183-6728.
O Projeto “Libras para Todos” tem por objetivo a inclusão social da pessoa com deficiência dentro e fora do município.
Parabéns Cristiane!
Cristiane está de volta ao futebol brasileiro. Nesta segunda-feira, a atacante, que estava atuando no Changchun, da China, desde o meio de 2017, confirmou o acerto com o São Paulo, que retorna a ter time profissional adulto atendendo às exigências da CBF e Conmebol. De acordo com a atacante, o grande esforço feito pelo clube para contar com ela foi um fator motivador para sua volta.
Hoje se inicia mais um desafio na minha carreira. Será um desafio diferente com um projeto no qual algumas pessoas irão pensar que é loucura, mas para mim não. Muitos irão se perguntar o porquê de trocar o futebol europeu para jogar no Brasil. Primeiro que fiz isso por estar perto da minha família e da minha mãe. Segundo porque o São Paulo foi o clube que fez um esforço gigante para que eu pudesse trabalhar com eles nesse ano. O projeto é grande, com uma estrutura que qualquer atleta se sentiria feliz e honrada! – afirmou Cristiane.
Na declaração feita nas redes sociais, Cristiane declarou que deseja que esse retorno ao país para atuar no tricolor paulista seja um incentivo atletas acreditem também no projeto do clube e vejam que é algo sólido e não algo passageiro para os dirigentes.
– Tenho certeza que essa será a porta para que outras atletas acreditem e confiem nesse projeto, se interessem e vejam que não é passageiro. Eu e toda minha família estamos muito felizes com essa decisão e isso pra mim é o que mais importa. Quero agradecer muito a diretoria por toda dedicação e por terem acreditado que posso ajudar muito a construir uma história de vitória e alegria dentro do clube, fazendo com que a modalidade cresça cada vez mais – declarou ela, que antes de atuar na China passou também pelo Paris Saint-Germain, um dos clubes de ponta do futebol feminino europeu.
O presidente do São Paulo fez questão de reafirmar a importância do projeto do futebol feminino com a chegada de Cristiane ao elenco.
– A contratação da Cristiane demonstra a forma séria como o São Paulo entra no projeto do futebol feminino. Estamos muito felizes por termos concretizado essa negociação, que eleva nossa equipe principal a outro patamar, e esperamos que a Cristiane nos ajuda a obter o êxito que desejamos e que o projeto merece – disse o Presidente Carlos Augusto de Barros e Silva.
Cronograma SISU/2019 - MEC
#Sisu2019 l O programa é porta de entrada para a educação superior!
Fique atento e anote as datas importantes para garantir a sua participação. Saiba mais em http://sisu.mec.gov.br/
domingo, 13 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Ensine as crianças a pensar, não o que pensar
"Um professor sufi tinha o hábito de contar uma parábola ao final de cada aula, mas os alunos nem sempre entendiam a mensagem dela.
– Professor – um de seus alunos disse desafiadoramente um dia – você sempre nos conta uma história, mas nunca explica seu significado mais profundo.
– Peço desculpas por ter realizado essas ações – o professor pediu desculpas – me permita reparar o meu erro, vou lhe oferecer meu delicioso pêssego.
– Obrigado professor.
– No entanto, gostaria de lhe agradecer como merece. Você pode me deixar descascar o pêssego?
– Sim, muito obrigado – o estudante ficou surpreso, lisonjeado com a gentil oferta do professor.
– Você gostaria que, já que eu tenho a faca na minha mão, eu corte em pedaços para ficar mais confortável para você?
– Eu adoraria, mas eu não gostaria de abusar da sua generosidade, professor.
– Não é um abuso se eu ofereço a você. Eu só quero agradar você em tudo que puder. Deixe-me mastigar antes de dar a você também.
– Não professor, eu não gostaria que você fizesse isso! – o aluno reclamou surpreso e aborrecido.
O professor fez uma pausa, sorriu e disse:
– Se eu explicasse o significado de cada uma das histórias para meus alunos, seria como dar-lhes a comer frutas mastigadas.
Infelizmente, muitos professores e pais acham que é melhor dar às crianças frutas cortadas e mastigadas perfeitamente. Na verdade, a sociedade e as escolas estão estruturadas de tal forma que se focam mais na transferência de conhecimentos, de verdades mais ou menos absolutas, que em ensinar as crianças a pensar por si mesmas e tirar suas próprias conclusões.
Os pais, educados neste esquema, também o repetem em casa, já que todos nós temos a tendência de reproduzir com nossos filhos as diretrizes educacionais que eles usaram conosco, embora nem sempre estejamos conscientes disso.
Entretanto, ensinar uma criança a acreditar cegamente em supostas verdades sem questioná-las, ensiná-las sobre o que pensar implica tirar delas uma de suas habilidades mais valiosas: a capacidade de se autodeterminar.
Educar não é criar, mas ajudar as crianças a criarem a si mesmas
A autodeterminação é a garantia de que, se escolhermos o que escolhemos, seremos os protagonistas de nossas vidas. Nós podemos cometer erros. De fato, é muito provável que o façamos, mas aprenderemos com o erro e continuaremos em frente, enriquecendo nosso kit de ferramentas para a vida toda.
Educar não é criar, senão ajudar as crianças a criarem a si mesmas
A autodeterminação é a garantia de que, se escolhermos o que escolhemos, seremos os protagonistas de nossas vidas. Nós podemos cometer erros. De fato, é muito provável que o façamos, mas aprenderemos com o erro e continuaremos em frente, enriquecendo nosso kit de ferramentas para a vida toda.
Do ponto de vista cognitivo, não há nada mais desafiador do que problemas e erros, já que eles não apenas exigem esforço, mas também um processo de mudança ou adaptação. Quando enfrentamos um problema, todos os nossos recursos cognitivos são colocados em ação e, muitas vezes, essa solução implica uma reorganização do esquema mental.
Portanto, se em vez de dar verdades absolutas às crianças, colocamos desafios para elas pensarem, estaremos fortalecendo a capacidade de observar, refletir e tomar decisões. Se ensinarmos as crianças a aceitar sem pensar, essa informação não será significativa, não produzirá uma grande mudança em seu cérebro, mas será simplesmente armazenada em algum lugar em sua memória, onde gradualmente desaparecerá.
Pelo contrário, quando pensamos em resolver um problema ou tentamos entender o que estamos errados, há uma reestruturação que dá origem ao crescimento. Quando as crianças se acostumam a pensar, questionar a realidade e encontrar soluções para si mesmas, elas começam a confiar em suas habilidades e encaram a vida com maior segurança e menos medo.
As crianças devem encontrar seu próprio jeito de fazer as coisas, devem conferir significado ao seu mundo e formar seus valores centrais.
Como conseguir isso?
Uma série de experimentos desenvolvidos na década de 1970 na Universidade de Rochester nos dá algumas pistas. Esses psicólogos trabalharam com diferentes grupos de pessoas e descobriram que as recompensas podem melhorar a motivação e a eficácia até certo ponto quando se trata de tarefas repetitivas e chatas, mas podem ser contraproducentes quando se trata de problemas que exigem reflexão e compreensão. pensamento criativo
Curiosamente, as pessoas que não receberam prêmios externos obtiveram melhores resultados na resolução de problemas complexos. De fato, em alguns casos, essas recompensas fizeram com que as pessoas procurassem atalhos e assumissem comportamentos antiéticos, já que o objetivo não era mais resolver o problema, mas obter a recompensa.
Esses resultados levaram o psicólogo Edward L. Deci a postular sua Teoria da Autodeterminação, segundo a qual motivar pessoas e crianças a dar o seu melhor, não é necessário recorrer a recompensas externas, mas apenas fornecer um ambiente adequado. que atenda a esses três requisitos:
1. Sentir que temos certo grau de competência, para que a tarefa não gere uma frustração e ansiedade exageradas.
2. Desfrutar de um certo grau de autonomia, para que possamos procurar novas soluções e implementá-las, sentindo que temos controle.
3. Manter uma interação com os outros, para se sentir apoiado e conectado.
Finalmente, encorajo-vos a desfrutar deste curta da Pixar, que se refere precisamente à importância de deixar as crianças encontrarem o seu próprio caminho e não lhes darem respostas e soluções predeterminadas".
Benefício da programação computacional em práticas pedagógicas
Podemos ter esse material no formato e-book do Instituto Ayrton Senna.
Muito Interessante!
Fonte: http://lp.rlkpro.com/l/N7UWb2ABF1134?utm_source=facebook&utm_medium=socialpost&utm_campaign=inbound_mkt&utm_content=ebook_programacao
Muito Interessante!
Fonte: http://lp.rlkpro.com/l/N7UWb2ABF1134?utm_source=facebook&utm_medium=socialpost&utm_campaign=inbound_mkt&utm_content=ebook_programacao
CAEM/IME/USP - Cursos de Verão
PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES
21/01 | 22/01 | 23/01 | 24/01 | |
Das 08h30 às 12h15 | Expressões algébricas com régua e compasso Sergio Alves | Expressões algébricas com régua e compasso Sergio Alves | Conjunto Quociente e congruência módulo n Pedro Fagundes | Números Naturais: os significados das quatro operações Rogério Chaparin |
Das 13h45 às 17h30 | Frações: representações, significados e operações Marcos Alves dos Santos | Números irracionais: algumas propostas para sala de aula Cristina Cerri | Números irracionais: algumas propostas para sala de aula Cristina Cerri | Números Naturais e Princípio de Indução Finita Antonio Pereira |
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Oficina 1: Expressões algébricas com régua e compasso
Prof. Sergio Alves (IME - USP)
Resumo: O objetivo da oficina é construir, com régua e compasso, determinadas fórmulas tradicionalmente tratadas de maneira algébrica. Entre essas, destacamos:
1. construção de a+b, a - b, ab, a/b, raiz quadrada de a, raiz quadrada de (a^2+b^2), raiz quadrada de (a^2 - b^2), a/n e a(raiz quadrada de n) (n natural);
2. construção das médias aritmética, geométrica e harmônica;
3. construção do segmento áureo;
4. divisão da circunferência em partes iguais; e
5. resolução gráfica da equação de 2º e 3º grau.
Número de vagas: 60
Duração: 7:30 horas
Prof. Sergio Alves (IME - USP)
Resumo: O objetivo da oficina é construir, com régua e compasso, determinadas fórmulas tradicionalmente tratadas de maneira algébrica. Entre essas, destacamos:
1. construção de a+b, a - b, ab, a/b, raiz quadrada de a, raiz quadrada de (a^2+b^2), raiz quadrada de (a^2 - b^2), a/n e a(raiz quadrada de n) (n natural);
2. construção das médias aritmética, geométrica e harmônica;
3. construção do segmento áureo;
4. divisão da circunferência em partes iguais; e
5. resolução gráfica da equação de 2º e 3º grau.
Número de vagas: 60
Duração: 7:30 horas
Oficina 2: Frações: representações, significados e operações
Prof. Marcos Alves dos Santos (CAEM - IME - USP)
Resumo: No ensino-aprendizagem de frações, muitas vezes a formalização precoce e a construção de procedimentos mecanizados acabam prejudicando o entendimento dos significados e ideias que os sustentam pelos alunos. É quando a compreensão cede espaço para a mecanização. Nesta oficina, exploraremos atividades que priorizem o conceito de fração, seus significados, suas representações e as operações básicas. Ainda apresentaremos recursos didáticos variados para utilização em sala de aula.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Prof. Marcos Alves dos Santos (CAEM - IME - USP)
Resumo: No ensino-aprendizagem de frações, muitas vezes a formalização precoce e a construção de procedimentos mecanizados acabam prejudicando o entendimento dos significados e ideias que os sustentam pelos alunos. É quando a compreensão cede espaço para a mecanização. Nesta oficina, exploraremos atividades que priorizem o conceito de fração, seus significados, suas representações e as operações básicas. Ainda apresentaremos recursos didáticos variados para utilização em sala de aula.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Oficina 3: Números irracionais: algumas propostas para sala de aula
Profa. Cristina Cerri (IME - USP)
Resumo: A importância dos números para nosso cotidiano é clara. Com os números podemos representar quantidades e assim promover desenvolvimento social e científico. No nosso dia a dia utilizamos números expressos na forma de fração ou na forma decimal finita, portanto números racionais. Mas existem outros tipos de números: existem os irracionais! Contudo, quando aparecem, utiliza-se com frequência uma aproximação. Certamente fica a dúvida: por que e como abordar os números irracionais? Nesta oficina discutiremos tais questões e algumas propostas para trabalhar com alunos.
Número de vagas: 60
Duração: 7:30 horas
Profa. Cristina Cerri (IME - USP)
Resumo: A importância dos números para nosso cotidiano é clara. Com os números podemos representar quantidades e assim promover desenvolvimento social e científico. No nosso dia a dia utilizamos números expressos na forma de fração ou na forma decimal finita, portanto números racionais. Mas existem outros tipos de números: existem os irracionais! Contudo, quando aparecem, utiliza-se com frequência uma aproximação. Certamente fica a dúvida: por que e como abordar os números irracionais? Nesta oficina discutiremos tais questões e algumas propostas para trabalhar com alunos.
Número de vagas: 60
Duração: 7:30 horas
Oficina 4: Conjunto Quociente e congruência módulo n
Prof. Pedro Luiz Fagundes (CAEM - IME - USP)
Resumo: A oficina tem como objetivo apresentar noções sobre as relações de equivalência em conjuntos, mesmo naqueles formados por elementos do dia a dia. Estudaremos o conceito de conjunto quociente e aplicaremos este conceito para desenvolver a congruência módulo n sobre o conjunto dos números inteiros, bem como as operações definidas nos espaços quocientes.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Prof. Pedro Luiz Fagundes (CAEM - IME - USP)
Resumo: A oficina tem como objetivo apresentar noções sobre as relações de equivalência em conjuntos, mesmo naqueles formados por elementos do dia a dia. Estudaremos o conceito de conjunto quociente e aplicaremos este conceito para desenvolver a congruência módulo n sobre o conjunto dos números inteiros, bem como as operações definidas nos espaços quocientes.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Oficina 5: Números Naturais: os significados das quatro operações
Prof. Rogerio Oswaldo Chaparin (CAEM - IME - USP)
Resumo: O objetivo desta oficina é propor atividades que enfatizam as ideias relevantes sobre as operações matemáticas básicas. Nesta visão, os algoritmos e os procedimentos operacionais serão uma síntese dos conceitos matemáticos desenvolvidos após atividades investigativas, descoberta de padrões numéricos e experimentação em atividades lúdicas.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Prof. Rogerio Oswaldo Chaparin (CAEM - IME - USP)
Resumo: O objetivo desta oficina é propor atividades que enfatizam as ideias relevantes sobre as operações matemáticas básicas. Nesta visão, os algoritmos e os procedimentos operacionais serão uma síntese dos conceitos matemáticos desenvolvidos após atividades investigativas, descoberta de padrões numéricos e experimentação em atividades lúdicas.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Oficina 6: Números Naturais e Princípio de Indução Finita
Prof. Antonio Luiz Pereira (CAEM - IME - USP)
Resumo: Nesta oficina, faremos uma breve introdução histórica e discutiremos o significado intuitivo dos números naturais. Apresentaremos então uma formulação moderna e algumas propriedades desses números. O Princípio de Indução Finita (PIF) será discutido em suas diversas formas, enfatizando a diferença entre o princípio matemático e a "indução vulgar", usando exemplos e problemas de vários tipos. Propostas de atividades para sala de aula serão apresentadas, contendo problemas e curiosidades relacionadas ao PIF.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
Prof. Antonio Luiz Pereira (CAEM - IME - USP)
Resumo: Nesta oficina, faremos uma breve introdução histórica e discutiremos o significado intuitivo dos números naturais. Apresentaremos então uma formulação moderna e algumas propriedades desses números. O Princípio de Indução Finita (PIF) será discutido em suas diversas formas, enfatizando a diferença entre o princípio matemático e a "indução vulgar", usando exemplos e problemas de vários tipos. Propostas de atividades para sala de aula serão apresentadas, contendo problemas e curiosidades relacionadas ao PIF.
Número de vagas: 60
Duração: 3:45 horas
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
2019 - Feriados
– 1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);
– 4 de março, carnaval (ponto facultativo);
– 5 de março, carnaval (ponto facultativo);
– 6 de março, Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até 14h);
– 19 de abril, Paixão de Cristo (feriado nacional);
– 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);
– 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
– 20 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo);
– 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);
– 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
– 28 de outubro, Dia do Servidor Público (ponto facultativo);
– 2 de novembro, Finados (feriado nacional);
– 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional);
– 24 de dezembro, véspera de Natal (ponto facultativo após 14h);
– 25 de dezembro, Natal (feriado nacional);
– 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (ponto facultativo após 14h).
Calendário divulgado pelo Ministério do Planejamento no Diário Oficial da União (DOU) de 28/12/2018, trata-se da lista de dias que serão considerados feriados nacionais e de ponto facultativo nos órgãos do Poder Executivo.
Calendário Escolar 2019 - Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Vamos iniciar o ano de olho no calendário escolar 2019? Confira as principais datas do ano letivo aqui: 👉https://bit.ly/2QMnGdu
Estamos em 2019 - Gestor Escolar
Qual é o papel do gestor escolar?
A atuação desse profissional tem papel determinante na qualidade da educação e nos comportamentos de rotina de todos os "atores escolares".
Como líder da comunidade educativa, o diretor da escola atua como um maestro cuja principal função é reger uma orquestra harmônica da sua escola dentro dos quatro âmbitos da gestão educacional:
- Aprendizagem – essa área é o termômetro do sucesso ou do fracasso de todo e qualquer investimento em educação. De nada adiantam leis, recursos financeiros, capacitações, contratações ou construções de prédios escolares se os resultados revelam que os alunos não aprendem e, consequentemente, acabam por serem excluídos do mundo da cidadania. O aluno é o grande gestor desta dimensão.
- Ensino – é tudo o que é compartilhado pelo professor e pelo coordenador pedagógico da escola, com base no plano de ensino devidamente articulado à proposta pedagógica. Os resultados da aprendizagem forçosamente levam à avaliação do ensino: o aluno não aprendeu; será que lhe foi ensinado? O ensino é coerente com as necessidades dos alunos? O professor está preparado para desempenhar seu trabalho a contento? O professor e os coordenadores trabalham de forma articulada?
- Rotina escolar – é possível, também, que a aprendizagem não tenha ocorrido por um problema na rotina da escola. Qual teria sido o motivo? Nesse momento é preciso se questionar: o professor esteve presente? A duração das aulas é respeitada? As salas de aula estão em ordem? Aqui entra o diretor da escola, articulado com a Secretaria de Educação e responsável pela elaboração e pelo cumprimento do Plano de Metas, elaborado pela comunidade escolar em acordo com o PPP.
- Política educacional – nessa área acontece a interface entre a escola, que dá concretude à política educacional, e a Secretaria de Educação, responsável pela normatização. Assim, a própria política educacional acaba por ser questionada e avaliada: em que medida a Secretaria definiu o mínimo a ser desenvolvido por todos os alunos? Ela tem garantido a infraestrutura necessária às ações definidas e planejadas pelas escolas?
Cabe ao gestor escolar a superação dos desafios do dia a dia que impedem o bom funcionamento da escola, comprometem o sucesso escolar e prejudica o aprendizado do aluno. Esses desafios têm causas multifatoriais que vão desde as relações entre Secretaria de Educação e a escola até questões de infraestrutura e falta de motivação do professor que podem causar reprovações, abandono e distorção idade-série.
O diretor deve refletir se as práticas administrativas e gerenciais adotadas em sua escola contribuem para solucionar esses e outros desafios e se, efetivamente, estão comprometidas com os resultados desejados para a aprendizagem dos alunos.
Em um olhar mais macro, diretor, equipe escolar e equipe das Secretarias de Educação devem estar atentos, em conjunto, à política definida e ao currículo adotado, pois serão eles que darão parâmetros ao trabalho pedagógico responsável pelo desenvolvimento integral dos alunos.
O analfabetismo, os baixos níveis de aprendizagem, as repetências contínuas, a evasão e o abandono escolar são alguns dos efeitos perversos da má qualidade da educação. A raiz desses problemas pode estar em uma gestão educacional ineficaz.
Para evitar tais desdobramentos, é função do gestor escolar:
- Liderar e motivar a equipe;
- Coordenar a elaboração do Projeto Político Pedagógico;
- Aproximar as famílias da escola e envolver a comunidade na busca pela qualidade da educação;
- Organizar a rotina escolar, zelando pelo cumprimento do calendário escolar e pela presença integral dos educadores;
- Conhecer e otimizar os recursos humanos, materiais e financeiros à disposição na unidade escolar;
- Acompanhar os processos de aprendizagem e de ensino e intervir quando os resultados se mostrarem frágeis, além de conhecer e reconhecer os bons desempenhos;
- Estimular e criar condições para que os profissionais da escola se capacitem em formações continuadas e em serviço.
Cabe ao diretor, junto com sua equipe, estabelecer diretrizes de trabalho, garantir condições objetivas para o exercício das funções e olhar atentamente para as necessidades formativas de cada um, com base nos indicadores de aprendizagem dos alunos e em avaliações de processos internos.
E, para isso, deve-se recorrer às ferramentas e técnicas de gestão.
Quer saber quais são elas? Continue acompanhando nossa página de materiais de educação e redes sociais, na próxima semana publicaremos um material sobre esse tema!
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