domingo, 5 de março de 2017

Programa do Luciano Huck - "Quanta emoção e quantas reflexões após nosso Planejamento"

"Tomara que esse quadro permaneça e gere mais emoções como esta, pois nas nossas salas de aulas a cada dia acontecem de fato muitas demonstrações de aprendizagens significativas. E educar é para vida e compartilhar conhecimentos transforma de fato pessoas em cidadãos." (Lúcio Mauro Carnaúba)

"Apesar de distante da sala de aula, na coordenação, cada contribuição e ideia que compartilho acredito ser de fato, uma contribuição para transformação. Nesta função que ocupo acredito estar no início de uma estrada onde há uma ponte, onde eu posso atravessá-la várias vezes buscando informações, pois necessito processá-las e devolvê-las na forma de sugestões e possibilidades após análise e pesquisa. Há outros atores neste processo com a mesma função que ocupo e que precisam estar em sintonia constante com meu trabalho. Eles também precisam fomentar, contribuir, cooperar e sugestionar continuamente, pois são parte inerente desse processo. Não há ação que não dependa da reflexão coletiva de um sistema. Faz-se necessário então observar sempre fragilidades e potencialidades nas ações que propomos."  (Lúcio Mauro Carnaúba)

"Muito obrigado a todos os organizadores desta excelente matéria de respeito ao nosso ofício de estar e ser de fato professor." (Lúcio Mauro Carnaúba)
    










Fonte: http://gshow.globo.com/programas/caldeirao-do-huck/videos/t/programa/v/professor-do-interior-de-minas-gerais-estreia-a-nova-temporada-de-ao-mestre-com-carinho/5700018/

sexta-feira, 3 de março de 2017

Unidade Escolar: "Graciliano Ramos" - Planejamento Escolar 2017




Datas: 01, 02 e 03/03/2017. 

Primeiramente agradeço a oportunidade de participar dos três dias de Planejamento na Unidade Escolar. A partir de uma pauta consistente, estruturada e pensada para realidade da escola desenvolveu-se um excelente trabalho pedagógico.  
E como tudo que fazemos na educação é um processo que demanda participação e compreensão de suas etapas, observei a participação dos professores de maneira efetiva e cooperativa, contribuindo nas várias oportunidades surgidas durante o planejamento.
A partir da avaliação das ações que foram executadas entre os dias 06 e 24 de fevereiro, a Professora Coordenadora Marta conduziu uma proposta de observação dos perfis das respectivas turmas dos anos finais e ensino médio, suas potencialidades e suas fragilidades. 
Diante das observações feitas pelos respectivos professores dessas turmas foi se desenhando um plano de trabalho que valorizasse os projetos oferecidos em sistema de parceria e que contam com o apoio da Diretoria e da Secretaria da Educação.
Tudo sempre pensado e planejado em consonância com o currículo oficial, com informações compartilhadas de forma transparente e com registros dessas ações. 
A execução do plano de trabalho do professor foi também uma etapa importante durante esses três dias, as habilidades e competências a serem desenvolvidas, permeou todas as discussões; a importância de serem observadas as habilidades a priorizar e a retomar conforme Itinerário de Aprendizagem da Plataforma Foco Aprendizagem; a utilização do livro didático; entre outras.
Muitos outros assuntos foram tratados de maneira eficiente e eficaz. 

Diretor: Flaviano Souza Silva

Professora Coordenadora Pedagógica: Marta Tenório 

Supervisora de Ensino: Ivete Leandro Rodrigues

PCNP Convidado: Lúcio Mauro Carnaúba     

Mais informações aos Professores sobre Autismo

ESTRATÉGIAS PARA MANTER A ATENÇÃO DO ALUNO AUTISTA EM SALA DE AULA


A manutenção de um aluno autista em sala de aula pode parecer um grande desafio para o profissional da educação. Muitas pessoas os enxergam como pessoas de difícil relacionamento, o que implicaria em problemas no andamento de uma aula, por exemplo.
Entretanto, é preciso acabar com este preconceito e adotar outra visão acerca dessas crianças. Aqui, você verá estratégias para professores despertarem a atenção dos pequenos. As dicas são muito interessantes e, com certeza, serão muito úteis para você. Estão prontos? Confira abaixo.

Utilizar linguagem objetiva


É extremamente aconselhável que se utilize esse formato de linguagem, pois o autista gosta de entender tudo o que se fala, mas no sentido literal da palavra. Evite as conotações.

Utilizar abordagens sensoriais


O autista precisa ser acompanhado de perto quando o assunto for aspecto sensorial. É muito comum que uma de suas habilidades seja mais apurada que as das outras crianças. Caso o pequeno apresente alguma resistência a um barulho, a um cheiro ou imagem; não a force. Converse com os pais. Só uma equipe de profissionais pode propor uma intervenção eficaz. Se o aluno não demonstrar resistência aos estímulos, então explore as habilidades (visão, audição, etc.). Tudo dentro da possibilidade que o pequeno oferece.

Adaptar currículo, provas e avaliações


O aluno autista está em sala de aula junto com os demais, mas ele necessita que as avaliações sejam adaptadas.

Privilegiar as habilidades


O aluno autista é diverso, pois cada um apresenta uma característica. Há estudantes que são completamente organizados em um item ou têm total predisposição para um campo do conhecimento. Ao notar alguma facilidade do aluno, tente trabalhar isso com riqueza.

Propor atividades baseadas no interesse do aluno


O autista tem a personalidade forte, no que diz respeito aos interesses. Isso só deve ser tratado por médicos especialistas, mas o papel do educador, então, é estimular a criança através de atividades que estejam relacionadas com o interesse do pequeno.

Utilizar jogos


Alguns jogos podem ser ideais para ensinar um autista, mas é preciso que o professor se informe antes com os pais e os médicos da criança. Isso tudo porque o pequeno pode ter alguma hipersensibilidade com cores, barulho, etc. Outro detalhe é não promover jogos que ‘prendam’ o aluno por muito tempo.

Evitar atividades muito longas


É imprescindível que se evite atividades muito longas, porque a criança autista pode se entediar facilmente, ainda mais se não houver nada de seu interesse. Além disso, é importante salientar que o tempo do pequeno com autismo é diferente do restante das crianças. É preciso respeitar.

Propor atividades que estimulem o pensamento lógico


Isso pode ser feito por meio de algum jogo ou outra atividade lúdica que seja responsável por estimular o raciocínio lógico do aluno autista. Lembrando sempre que cada um tem o seu tempo.

Propor pequenas tarefas, mesmo que sejam diversas


Traga a criança autista para o convívio da sala. Estimule-o com tarefas simples, mas que mostrem a ele o quanto é capaz.

Explorar o cotidiano


Parte importante e que terá reflexos muito bons na vida do autista. É muito eficaz que as tarefas do cotidiano sejam apresentadas ao pequeno desde cedo.

Privilegiar vínculos afetivos e incentivar sempre


Por fim, mas não menos importante, quando o educador privilegia os vínculos afetivos entre a criança autista e seus colegas, o convívio fica muito melhor. O incentivo também deve estar sempre presente. Todo o desempenho do pequeno deve ser reconhecido.

Divulgação de Curso - UNESP

Práticas Educacionais Inclusivas na área da Deficiência Intelectual

Livro representando tela de um computador interligado à um mouse
18 semanas | 180 horas | Há programa de certificação e tutoria | Natureza Aperfeiçoamento
Previsão de inicio: 28/03/2017 (mediante formação de turma) - Ressaltamos que a prestação dos serviços educacionais relativos ao curso escolhido está condicionada à inscrição de um número mínimo de participantes que seja suficiente para formar as turmas (tanto para cursos voltados aos profissionais Unesp quanto aos cursos para o público em geral).
Autorizado por: Proex/Unesp
Sobre o curso: Serão apresentados aos cursistas, via EaD, cadernos de leituras com os conteúdos das disciplinas e textos de apoio. Os cursistas farão atividades on-line e práticas em seus ambientes de trabalho, permitindo a reflexão e troca de experiência das atividades desenvolvidas. Trata-se de uma versão atualizada, (especialmente nas legislações) do Curso “Práticas Inclusivas na área da Deficiência Intelectual”, ofertado em 6 versões numa parceria da Unesp com o MEC.
Objetivo: Os objetivos principais do curso é que os participantes sejam capazes de: a) conhecer o contexto histórico e legal da educação das pessoas com deficiência, b) realizar avaliações das condições do desempenho acadêmico e social de sua sala, c) planejar estratégias de ensino colaborativamente com o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) que acolham a diversidade e promovam o desenvolvimento de todos os alunos, valorizando as diferenças individuais e d) elaborar registro da avaliação pedagógica inicial, do processo de escolarização e planejamento de ensino individualizado.
Público-alvo: Professores e demais profissionais da área da educação e áreas afins.
Dinâmica do Curso: O curso será oferecido no AVA Moodle. Serão utilizados os recursos: ferramentas de comunicação e tutoriais disponibilizados no ambiente. O curso tem a duração de 180 horas divididas em 10 horas de estudos semanais. As atividades realizadas pelo estudante neste período são: participar de debates e discussões nos fóruns, realizar leitura crítica de textos, realizar exercícios, análise de situações fictícias contextualizadas, entre outros. Ainda, serão disponibilizados espaços no AVA para interação entre os participantes, como: chat, fóruns de apresentação e sala virtual. As abordagens metodológicas utilizadas serão “Estar Junto Virtual” e “Ambiente Construcionista, Contextualizado e Significativo”. A Metodologia utilizada no desenvolvimento do curso prevê leitura de textos para cada uma das temáticas estudadas, tutores on-line para acompanhamento, orientações e mediação no desenvolvimento das atividades de aprendizagem.
Avaliação: Mais do que receber uma nota, nossa proposta é que o cursista se aproprie dos conteúdos e realize com sucesso todas as atividades. Para isso o tutor e o formador acompanharão o desempenho do cursista. Caso sua tarefa não tenha atingido plenamente os objetivos, ele receberá orientação de como melhorar seu desempenho, permitindo que refaça com sucesso. Este movimento poderá acontecer sempre que for necessário, em todas as disciplinas.
Pré-requisito: Ter uma graduação.
Conteúdo programático:
Módulo 1 - Moodle - Ambientação Virtual de aprendizagem
Módulo 2 - A história da inclusão social e educacional da pessoa com deficiência; Um contexto possível para as teorias do desenvolvimento humano; Deficiência intelectual: conceitos e definições; A ética, o professor e a educação inclusiva; Fundamentos para uma educação na diversidade; Família e escola.
Módulo 3 - Projeto político pedagógico na perspectiva da educação inclusiva; As habilidades sociais nas relações interpessoais nas práticas pedagógicas; As contribuições das teorias do desenvolvimento humano e da aprendizagem para as práticas pedagógicas; As contribuições das teorias do desenvolvimento humano e da aprendizagem para as práticas pedagógicas inclusivas.
Módulo 4 - Avaliação educacional: base para o planejamento de procedimentos de ensino; A relação entre a avaliação e a proposição de objetivos; Elaboração de relatório descritivo; Desempenho social pró-acadêmico; Plano ensino individualizado (PEI) em contextos inclusivos.
Módulo 5 - Ensino colaborativo; Sexualidade e deficiência intelectual: questões teóricas e práticas; Organização do trabalho pedagógico em classes comuns com alunos com Deficiência Intelectual: flexibilização e adequações curriculares; Reflexões sobre a alfabetização: conhecimento e desafios para a introdução ao mundo letrado; A matemática na infância; Criatividade e ludicidade nas práticas pedagógicas.
Coordenadora/Docente responsável: Profª Vera Lúcia Messias Fialho Capellini
Minicurrículo: Graduada em Pedagogia pela Universidade Metodista de Piracicaba (1991), Mestrado (2001) e Doutorado (2004) em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos. Realizou em 2012 Pós-Doutorado na Universidade de Alcalá-Espanha, a partir do qual defendeu sua Livre docência em Educação Inclusiva em 2014. Atualmente é Professora Adjunto do Departamento de Educação, do Programa de Pós-graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem e do Programa em Docência para a Educação Básica, da FC/ UNESP- Bauru. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em formação inicial e continuada de professores (nas modalidades presencial, semipresencial e EAD), prática de ensino, inclusão escolar e avaliação educacional. Líder do Grupo de Pesquisa: A inclusão da pessoa com deficiência, TGD e Altas Habilidade/Superdotação e os contextos de aprendizagem e desenvolvimento. É membro do Observatório Nacional de Educação Especial, ambos cadastrados no CNPQ. Presidente da comissão organizadora do I,II,III,IV e V Congresso Brasileiro de Educação da UNESP de Bauru. Foi coordenadora das 6 versões do Curso de Aperfeiçoamento em Práticas Educacionais Inclusivas em parceria com o Ministério da Educação de 2008 a 2013. É coordenadora do Curso de Especialização da Educação Especial do Redefor - nos 6 cursos nas áreas: Deficiência Auditiva/Surdez, Deficiência Física, Deficiência Intelectual, Deficiência Visual/Cegueira, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação - em parceria com SEE/SP.
Coordenadora/Docente responsável: Profª Drª Ana Claudia Bortolozzi Maia
Minicurrículo: Graduada em Psicologia. Mestre em Educação Especial e Doutora em Educação. Tem pós-doutorado junto ao Núcleo de Estudos da Sexualidade (NUSEX, UNESP, Araraquara). Atualmente é professora assistente-doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP- Bauru). Docente junto aos programas de pós-graduação: “Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem” (Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru), “Educação Escolar” e “Mestrado profissional em Educação Sexual” (Faculdade Ciências e Letras, UNESP, Araraquara). É Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa Sexualidade, Educação e Cultura, GEPESEC e coordenadora do LASEX “Laboratório de Ensino e Pesquisa em Educação Sexual”. Atualmente atua como profª especialista em Educação Especial na área da Deficiência Auditiva, junto ao curso de Especialização da Rede de Formação de São Paulo (REDEFOR – SEE/SP). Tem experiência na formação continuada docente, na modalidade EaD e semipresencial. Atuou nas 4 versões do curso “Práticas Inclusivas na área da Deficiência Intelectual” (MEC), como profª formadora e pesquisadora.
Investimento: R$ 750,00 à vista ou em até 6 vezes no cartão. O pagamento também pode ser realizado através de Nota Fiscal para pessoa jurídica ou Nota de empenho. Nestes casos, envie e-mail com a solicitação para atendimentocursos@nead.unesp.br

Dicas da NeuroSaber


DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR EM AUTISTAS POR MEIO DE JOGOS INFANTIS



As crianças autistas precisam de um acompanhamento maior quanto às suas atitudes, principalmente porque elas lidam com o mundo exterior de maneira peculiar, mas que não as impedem de estabelecer uma convivência amplamente harmoniosa.
Para que a pessoa autista chegue a uma determinada idade apresentando certa facilidade em lidar com o outro, as atividades voltadas para o desenvolvimento psicomotor podem ser realizadas desde a infância. Os jogos infantis são ótimas alternativas, pois eles estimulam a criança com autismo nesse quesito e em outros, como a interação.
Veja neste artigo como a psicomotricidade do autista pode ser estimulada por meio dos jogos infantis. Através das dicas colocadas aqui, não só a equipe responsável pela intervenção (tratamento) em seu filho, como vocês, pais, podem estimulá-lo.

Pegar bola


A brincadeira em questão consiste em chamar a criança para jogar uma bolinha até você. Procure estimular o pequeno demonstrando que está interagido com a atividade. O jogo é responsável pelo movimento dos braços e das mãos, além da capacidade de preensão de um objeto.

Cartão animado


Jogos infantis, que incluem personagens, são excelentes para o desenvolvimento psicomotor da criança. A ideia é colar imagens de um herói ou integrante de um desenho animado em cartõezinhos para que a criança possa unir os pares semelhantes (Bob Esponja com Bob Esponja; Peppa com Peppa, etc.). A intenção é fazer com que o pequeno se sinta mais motivado a continuar na brincadeira e, assim, ter sua atenção trabalhada.

Cestinha


O nome já adianta qual é o objetivo da tarefa. O pequeno deve ser motivado a jogar uma bola pequena ou bola de meia em uma cestinha. Isso estimula, assim como o ato de pegar bola, o movimento dos principais membros superiores do corpo, além do foco que a criança pode ter para acertar a cestinha. 

Pescaria


A pescaria é responsável por trabalhar a funcionalidade das mãos da criança autista. Considerando que ela está em fase de desenvolvimento, o ato de estimular sua habilidade manual é bastante válido.  O ato de utilizar peixinhos de papel pode dar a você a possibilidade de variar as cores que comporão os bichinhos.

Argola


Assim como a pescaria, a brincadeira da argola também incentiva o desenvolvimento psicomotor da criança. O pequeno deve acertar as garrafas, que servirão de alvo. É importante que se utilize cores variadas para aumentar o aspecto lúdico do jogo.

Identifique os limites da criança autista


Antes de pensar nos jogos infantis voltados para esse público, é imprescindível que se identifique os limites do pequeno. Como vocês já devem saber, cada autista apresenta uma particularidade.
Isso significa que cada caso deve ser tratado com atenção única. Além disso, outra questão que precisa sempre ser lembrada é que as crianças autistas também podem ficar tempo a mais ou a menos em uma brincadeira. Tudo vai depender do quão inteirada ela estará.
Para que tudo saia da melhor maneira possível, a dica é acompanhar todas as etapas de perto a fim de proporcionar ao pequeno um aprendizado lúdico.

Atividades lúdicas auxiliam na Psicomotricidade

A psicomotricidade, palavra que muitas pessoas ficam em dúvida ao conceituá-la, está ligada à coordenação motora. Toda essa articulação é responsável pelos movimentos que todos nós aplicamos às funções do corpo no dia a dia. Na infância, sobretudo, ela é de grande importância, pois durante o desenvolvimento do corpo, as crianças podem aprimorar a psicomotricidade.
No entanto, todo esse incentivo pode e deve vir de atividades que estimulem tanto a coordenação motora grossa quanto a coordenação motora fina. O papel da escola e da família exerce uma profunda influência, pois a todo minuto os pequenos precisam se movimentar.
As atividades lúdicas, para que fiquem mais interativas, precisam contar com mais gente a fim que a criança goste daquilo que esteja fazendo.

Ganhos para o cérebro

Além de fazer bem para a psicomotricidade, tais atividades podem significar um ganho imensurável para o cérebro. Uma criança que pratica essas brincadeiras tende a fortalecer sua percepção das coisas que estão ao redor.
Quanto à coordenação do corpo, existem muitas brincadeiras e atividades que podem ser feitas logo depois que você ler este artigo. Veja quais são eles e prepare as crianças para se exercitar.

Para o desenvolvimento da coordenação motora grossa

– Pular corda: os movimentos feitos durante essa brincadeira extremamente prazerosa é responsável por estimular a coordenação motora grossa. Como todos sabem, os braços, as pernas e os pés são os maiores beneficiados.
– Jogar bola: nada mais gostoso que estimular a prática de atividades físicas por meio de brincadeiras que fazem parte da infância de muita gente. O ato de jogar bola influencia o desenvolvimento dos músculos e, praticamente, do corpo inteiro. Um bem enorme na vida de uma criança.
Esta atividade não se restringe somente ao futebol, mas é extensiva às demais brincadeiras que envolvem a bola. O simples lançamento de um lado para o outro constitui um exercício bastante rico para a coordenação motora.
– Jogar bexiga ou bola para o alto: a atividade de agora envolve muita agilidade, pois a criança não pode deixar o objeto cair no chão. Isso estimula seus braços e suas pernas.


Para o desenvolvimento da coordenação motora fina

– Massinhas: o ato de brincar com massinhas é um ótimo estimulante dos movimentos da coordenação fina. Amassar esse objeto é uma forma lúdica de trabalhar os músculos das mãos.
– Brincar de bolinha de gude: embora essa brincadeira não esteja tão presente na vida das crianças de hoje, nunca é tarde para apresentar a elas quão legal pode ser. Além disso, a bolinha de gude é excelente para exercitar os movimentos dos dedos.
– Colorir: crianças adoram colorir, e esta atividade é bastante rica no desenvolvimento da coordenação motora fina. Uma folha de papel e uma caixa de lápis de cor são incentivos fortes para que os pequenos trabalhem os movimentos dos pequenos músculos das mãos.
Como vocês puderam ver, uma atividade despretensiosa representa muito para a coordenação das crianças. Seja em casa ou na escola, pais e professores têm uma responsabilidade considerável nessa missão.
Fonte: NeuroSaber

Qual a idade certa para a alfabetização?

Dicas para pais e professores!

Escolha um momento específico do dia

É muito comum que usemos um espaço do dia para determinadas atividades. Sendo assim, identifique qual o período mais indicado para que seu filho possa estudar. O período da tarde é ideal para aqueles que vão para a escola bem cedo. Já para os alunos do turno da tarde, a manhã pode ser uma boa opção. Deixe a noite para o descanso e lazer.
No entanto, como tudo é conversado, a criança/adolescente pode preferir a noite para os estudos e as manhãs mais livres. O importante é chegarem a um consenso que impulsione os estudos além da sala de aula.

Quantas horas por dia?

É aconselhável que se estabeleça uma meta diária de estudos. Por exemplo, em duas horas, há bastante conteúdo para revisar a fim de fixá-lo na mente do estudante. Considerando que cada pessoa apresenta uma facilidade maior em detrimento de outras, pode acontecer que a rotina de um seja maior do que a do colega se sala. No entanto, o que não pode faltar é o respeito pelo limite da criança e do adolescente.

Escolha o que será priorizado

Aquilo que não foi absolutamente compreendido deve ser priorizado. Então, estabeleça um critério de estudos que valorize uma matéria que inspire mais detalhamento. A matemática, por exemplo, é uma disciplina em que muitos alunos têm dificuldades. Se este for o caso de seu filho, tente revisar e estudar o conteúdo aprendido em sala. Vale ressaltar que isso não deve ser feito em excesso.

Varie a metodologia de estudo

Estudar pelos livros e pelo caderno ainda é a maneira mais rica de se fixar conteúdos. Porém, é preciso seguir a tendência e utilizar as ferramentas que estão ao nosso alcance. O uso de tablets, smartphones e computador serve de complemento bastante eficaz.
Nota-se, hoje em dia, que muitos aplicativos pedagógicos estão voltados para esses dispositivos. Isso, talvez, seja uma alternativa muito menos maçante aos estudantes das duas últimas gerações, que já nasceram em contato com o avanço tecnológico.

Deixe o estudo mais dinâmico

Por último, torne a rotina de estudo mais lúdica. Utilize jogos educativos que tornarão o aprendizado mais eficaz, leve e organizado.

Temos que pensar no que temos com relação a tecnologia!

Tecnologia na sala de aula: 6 novidades que já estão nas escolas


O uso da tecnologia na sala de aula tem modificado o modo como os jovens aprendem. Nascidos depois do ano 2000, quando uma verdadeira revolução tecnológica aconteceu, os alunos de hoje demandam abordagens inovadoras quando o assunto é ensino.
Desse modo, cabe aos educadores e gestores escolares acompanhar os avanços das principais ferramentas, investindo cada vez mais em métodos de ensino que tragam a tecnologia para a sala de aula.
Pensando nisso, reunimos no post de hoje 6 novidades que já conquistaram a atenção de alunos em escolas de todo o país. Se não quiser ficar para trás, acompanhe!

1. E-books

Os e-books começaram a ganhar força nos últimos anos, quando as principais livrarias do Brasil investiram nos seus próprios modelos de e-reader. Não demorou para que a novidade tomasse conta das escolas, e é fácil entender o porquê.
Prático, leve e moderno, os leitores digitais chamaram a atenção dos jovens que cresceram em meio a videogames e computadores. Entre os aspectos que garantiram a popularidade dessa tecnologia, pode-se mencionar:
1. a possibilidade de consultar um dicionário durante a leitura (geralmente, basta clicar na palavra para descobrir seu significado!);
2. a possibilidade de explorar recursos audiovisuais no mesmo dispositivo.
Além disso, o avanço da tecnologia permitiu que os alunos tivessem contato com muitas das obras que já estão em domínio público. Hoje em dia, é muito simples ter acesso a criações de autores como Machado de Assis, Fernando Pessoa e José de Alencar, todas disponibilizadas em formato digital.

2. Projeção em 3D

Que aluno não ficaria animado ao entrar na sala de aula e se deparar com uma tela 3D? Com a ajuda dos típicos óculos coloridos, a aula pode ficar muito mais interessante!
Essa tem sido uma abordagem utilizada na sala de aula para engajar ainda mais os alunos com o conteúdo. O método teve origem na Índia e consiste na utilização de um projetor 3D capaz de criar as mais diversas ilusões.
Ao ensinar sobre moléculas, por exemplo, esqueça os desenhos elaborados a giz na lousa! É muito mais fácil simplesmente projetar o formato das estruturas e, assim, encantar os alunos.
Essa abordagem deve ser também cada vez mais utilizada nos cursos superiores, em áreas com as artes, arquitetura e urbanismo, engenharias etc.
Ainda que já esteja presente em algumas escolas do país, esse método ainda é considerado inacessível em muitas instituições devido ao seu alto custo.

3. Gamificação

A gamificação consiste em trazer a dinâmica dos games para a sala de aula, e é uma das maiores tendências atuais no campo da educação. A origem dessa abordagem está relacionada ao jogo Minecraft, muito popular entre os jovens, que permite criar estruturas no ambiente virtual.
Entre os aspectos presentes no mundo dos games que podem ser aplicados na educação, pode-se citar o desafio, que estimula os jovens a se superarem cada vez mais; a definição de objetivos, que ajuda a manter o foco nas tarefas que precisam ser realizadas; e a competição, elemento que, de maneira saudável, pode gerar ainda mais engajamento.
A eficiência da gamificação no campo da educação se deve à sua capacidade de estimular os jovens a aprenderem mais e de maneira divertida. Além disso, ao aplicar os conhecimentos nos jogos, é mais fácil exercitar e fixar o conteúdo aprendido nas aulas.


4. Redes Sociais

Quando bem aproveitadas, as redes sociais têm o poder de promover a educação. Mesmo que sejam mais utilizadas pelos jovens de hoje como diversão, elas têm potencial para ir além.
Um exemplo do bom uso das redes sociais, nesse sentido, é a possibilidade de criar grupos no Facebook. É difícil encontrar um jovem que não esteja cadastrado nessa rede atualmente. Sabendo disso, alguns professores aproveitam para promover conteúdos interessantes que não tenham formato de “aula” e que sejam divertidos.
Além disso, por meio dos grupos, torna-se mais fácil tirar dúvidas rapidamente, propor discussões sobre temas atuais da sociedade — fazendo um paralelo com o conteúdo visto em sala —, além de enviar materiais extras que ilustrem os assuntos estudados.
Outra possibilidade de uso dessa mesma rede social são as fanpages. Um caso de sucesso é a página do Prof. Jubilut, que já tem mais de 3 milhões de curtidas. Ele ganhou notoriedade depois que começou a compartilhar conteúdos interessantes na área de biologia, com breves explicações que ajudam alunos do ensino médio a aprender mais a matéria.

5. Aplicativos para celular

Chegou a hora de os professores entenderem que o celular na sala de aula não é necessariamente um inimigo. Com o incentivo certo, é bastante possível usar os aplicativos para impulsionar os estudos.
Por meio dos apps, é possível até mesmo aproveitar melhor o tempo livre. O RescueTime, por exemplo elabora relatórios que mostram quanto tempo é gasto em determinados sites ou redes sociais. É ótimo para ter um panorama e saber quais hábitos devem ser reduzidos para garantir melhor rendimento nos estudos.
Outro ótimo exemplo de como o celular pode ajudar a aumentar a produtividade é o Audible. Esse app permite ouvir livros e artigos salvos em PDF no celular, possibilitando que longos trajetos até a escola sejam bem aproveitados.
Por fim, é possível, ainda, ter acesso a plataformas digitais ainda mais completas, com simulados e relatórios individuais de desempenho capazes de facilitar bastante uma rotina de estudos. Você vai conferir uma delas a seguir.

6. AppProva

O AppProva é uma plataforma de ensino disponível na web, que pode ser acessada pelo Facebook, celulares e tablets, reunindo vários dos aspectos tecnológicos que têm revolucionado o sistema tradicional de ensino.
A plataforma oferece testes e diagnósticos por meio dos quais os alunos podem se preparar para o ENEM e os vestibulares. Sua versatilidade está justamente na abordagem, que incentiva os estudos por meio dos jogos (como vimos no item 3) e dos simulados. Além disso, a mobilidade oferecida pelo sistema garante maior liberdade para acessar conteúdos de qualquer lugar.
Dessa forma, o aluno obtém um feedback imediato e detalhado de suas atividades na plataforma, o que torna possível direcionar os estudos para os pontos nos quais ele teve um desempenho mais baixo, por exemplo.
Quem também se beneficia com essa tecnologia é o professor, já que o AppProva desenvolveu uma metodologia que possibilita automatizar algumas atividades. É possível, por exemplo, criar deveres e provas rapidamente, com base nas questões disponibilizadas na plataforma.
Depois disso, de acordo com os relatórios gerados por meio de uma correção automática, é possível entender melhor quais são as dificuldades da turma, assim como acompanhar o desempenho individual dos alunos. A partir dessa análise, torna-se mais fácil, inclusive, direcionar o planejamento das aulas seguintes.
Ficou curioso para saber mais sobre como o AppProva pode melhorar o desempenho dos seus alunos por meio do uso da tecnologia na sala de aula? Então acesse nosso site e entenda melhor como a plataforma funciona!

quinta-feira, 2 de março de 2017

PALESTRA/CAEM/USP

Palestra programada para o primeiro semestre de 2017 - não há necessidade de inscrição


Data e Horário
Palestra
15/03
(4afeira)

14h00
A formação do raciocínio covariacional na escola básica brasileira

Prof. Fábio Orfalli (Insper - São Paulo)
Resumo: A capacidade de identificar diferentes padrões de variação que uma grandeza pode apresentar ao longo do tempo é fundamental para a compreensão de muitos fenômenos naturais ou cotidianos. Essa capacidade faz parte de uma competência mais ampla, que tem sido chamada de raciocínio covariacional, referindo-se ao conjunto de atividades cognitivas envolvidas na análise coordenada das variações de duas grandezas correlacionadas.
O objetivo da palestra é discutir em que medida o currículo de Matemática da escola básica no Brasil proporciona experiências que promovam, de maneira intencional, o desenvolvimento do raciocínio covariacional dos alunos.


Local: Auditório Jacy Monteiro - Bloco B

CAEM/OFICINAS/USP

Oficinas programadas para o primeiro semestre de 2017


Leia com atenção os procedimentos de inscrição.

As inscrições serão confirmadas pela ordem de envio da documentação necessária e do comprovante de pagamento (no caso das oficinas pagas).


Datas e Horários
Descrição
Oficina 1

03 e 10/03
(6as feiras)

14h - 17h
Investigação de propriedades de alinhamento e concorrência por meio de áreas
Prof. Marcos Alves dos Santos (CAEM - IME - USP)
Resumo: Alinhamento de três pontos e concorrência de três retas num único ponto são situações elementares e bastante frequentes numa Geometria Plana. Ainda assim, belos teoremas que tratam desses fatos, sobretudo nos casos em que os pontos e as retas estão associados a elementos de um triângulo, não são contemplados no currículo da Educação Básica. Nesta oficina, investigaremos essas duas situações geométricas estabelecendo uma conexão com o estudo de áreas de figuras planas; exploraremos uma situação análoga na Geometria Espacial; e discutiremos sobre contextos, estratégias e recursos didáticos necessários para uma possível inserção desses tópicos em sala de aula.
Duração: 6 horas
Público alvo:professores de Matemática de Ensino Médio.
Número de vagas: 20
Taxa: R$40,00
Professores da rede pública de ensino: R$20,00
Oficina 2

11 e 18/03
(sábados)

09h - 12h
Resolução funcional gráfica de inequações com o auxílio do software GeoGebra
Prof. Roberto Seidi Imafuku (Instituto Federal de São Paulo)
Profa. Vera Helena Giusti de Souza (IME-USP)
Prof. William Vieira (Instituto Federal de São Paulo)
Resumo: Nessa oficina, apresentaremos uma abordagem de ensino para a resolução funcional gráfica de inequações, com o objetivo de colocar em discussão as regras para a resolução algébrica dessas inequações. A elaboração das atividades baseou-se nas ideias da Teoria dos Registros de Representação Semiótica de Raymond Duval, segundo a qual um sujeito, para produzir e/ou comunicar as próprias ideias, em qualquer conteúdo matemático, precisa discriminar e utilizar pelo menos dois sistemas semióticos de representação, chamados registros. Nesta proposta, trabalhamos com os registros algébrico, gráfico e da língua materna. O algébrico porque é o mais usual nos livros e propostas didáticas. O gráfico porque, nos dias atuais, com o acesso a software gráfico, podemos dar outra visão da resolução de equações e/ou inequações, que ainda permite uma comparação com a resolução estritamente algébrica dessas inequações. O da língua materna porque é ela, no nosso entendimento, que auxilia a passagem de um registro para outro.
Duração: 6 horas
Público alvo: professores de Matemática de Ensino Fundamental II e de Ensino Médio.
Número de vagas: 30 (Oficina no CEC)
Taxa: R$40,00
Professores da rede pública de ensino: R$20,00
Oficina 3

24 e 31/03
(6as feiras)

14h - 17h
Vamos conversar sobre avaliação em Matemática?
Prof. Ernani Nagy de Moraes (Escola de aplicação da FEUSP)
Resumo: é importante que professores reflitam sobre provas e outros instrumentos de avaliação da aprendizagem em Matemática. Nesta oficina, observaremos documentos oficiais e o que eles trazem sobre o tema "avaliação escolar". O foco será, porém, na análise e a criação de um instrumento (prova), além da vivência e discussão de outras situações avaliativas, tendo, como base, a experiência do ministrante e sua atuação na Escola de Aplicação da FEUSP. Como conteúdos centrais, utilizaremos Equações do 2o grau (Ensino Fundamental II) e Funções (Ensino Médio).
Duração: 6 horas
Público alvo: professores de Matemática de Ensino Fundamental II e de Ensino Médio.
Número de vagas: 40
Taxa: R$ 40,00
Professores da rede pública de ensino: R$ 20,00
Oficina 4

25/03
(sábado)

09h - 12h
Ensino de Programação e Conceitos de Ciência da Computação no Ensino Médio
Prof. Fabio Kon (CCSL - IME/USP)
Prof. Nelson Lago (CCSL - IME/USP)
Prof. Rodrigo Assirati Dias (Colégio Dante Alighieri)
Profa. Lucy Mari (Faculdade das Américas)
Resumo: Nosso objetivo é discutir a importância de se oferecer uma disciplina optativa de programação no Ensino Médio e as possibilidades profissionais e de prosseguimento nos estudos que essa disciplina permitiria. Discutiremos experiências em outros países e no Brasil e apresentaremos formatos nos quais essa disciplina poderia ser oferecida bem como explicaremos como os professores poderiam se capacitar para ministra-la. Em seguida, apresentaremos uma proposta concreta de material didático multimídia de acesso livre e gratuito baseado na linguagem Python que poderá ser adotado por professores interessados. Finalizaremos a oficina com uma parte prática no laboratório, onde as ferramentas e o material didático serão apresentados.
Duração: 3 horas
Público alvo: professores de Matemática de Ensino Médio.
Número de vagas: 50 (Oficina no CEC)
Taxa: R$ 20,00
Professores da rede pública de ensino: R$ 10,00

Avaliação Contínua como diferencial

https://drive.google.com/file/d/0B65xmAIB-Kr6aWc4bVZpWWxUd1U/view?usp=sharing

Fonte: Plataforma AppProva

Dicas para melhorar o desempenho dos alunos

6 técnicas de estudo para melhorar o desempenho dos alunos

Quem trabalha com educação sabe bem que, para melhorar o desempenho dos estudantes a ponto de conquistarem notas melhores, não basta expor conteúdos em sala de aula. É preciso ir além, reforçando o processo de aprendizado também em casa, nos momentos de estudo individual. E para colocar essa estratégia em prática, existem diversas técnicas de estudo que você pode apresentar a seus alunos, sabia? Quer saber mais? Então confira nossa lista:

1. Sublinhado: clássico dos estudos

Uma técnica de estudo extremamente simples e ao mesmo tempo bastante efetiva está diretamente ligada ao momento inicial de contato do aluno com o texto didático. Com o auxílio de marcadores e canetas coloridas, é possível grifar as partes mais importantes do texto, marcação que posteriormente será útil para uma revisão rápida ou até para a elaboração de uma resenha, por exemplo. Cabe ao professor auxiliar os alunos com essa técnica, que envolve a avaliação de conteúdos mais relevantes, bem como uma categorização que pode, por exemplo, segmentar os temas por cores. Que tal determinar que marcações verdes serão usadas para definições e conceitos, enquanto as amarelas serão usadas para explicações e outros dados relevantes?

2. Anotações: facilidade no processo

As anotações dos alunos ocorrem basicamente em dois momentos: em sala de aula e no período de estudo individual. Em ambos os casos, algumas técnicas de estudo podem facilitar essa atividade. Abreviações, por exemplo, podem tornar anotações em sala mais rápidas e eficientes, enquanto post-its e apêndices podem ser posteriormente usados para complementar essas notas. Além disso, você pode sugerir que os alunos passem a limpo suas anotações, processo que ajuda na memorização e sistematização do conteúdo.

3. Simulados e testes: avaliação de desempenho

Simulados e testes, sejam eles realizados em sala ou feitos de forma individual pelo próprio aluno, são ótimas maneiras de avaliar seu desempenho. Com essa prática, eles conseguem identificar áreas em que o conteúdo não foi bem assentado ou que necessitam de maior aprofundamento. Como já discutimos em postagem anterior, são diversos os impactos positivos relacionados ao diagnóstico constante do desempenho dos alunos.

4. Exercícios: fixação de conteúdo

É imprescindível que o aluno realize exercícios de fixação em sua rotina de estudos, já que esse hábito ajuda significativamente o aprendizado, na medida em que reforça os conteúdos passados em sala, suscita novas dúvidas e garante a experiência prática de aplicação de cada uma das teorias expostas. Mas atenção: procure não apenas incentivar esse hábito em seus estudantes, como também promover discussões frequentes sobre exercícios mais problemáticos em sala de aula, pois com o auxílio e a orientação do professor tudo fica mais claro.

5. Mapas mentais: ferramentas poderosas

Os mapas mentais são uma forma de sistematização, por meio de diagramas, dos conhecimentos apreendidos em sala de aula e também em sessões individuais de estudo. Compartilhe essa técnica com seus alunos e verifique seu benefícios! É uma ótima forma de garantir mais autonomia aos estudantes no que diz respeito às técnicas de memorização e de livre associação sobre determinados temas.

6. Resumos: desenvolvimento de capacidades

Resumir textos e conteúdos passados em sala de aula é outra técnica que pode beneficiar bastante seus alunos. Assim, além de exercitar a capacidade de síntese e identificação de conteúdos mais relevantes, a elaboração de resumos ajuda nos momentos de revisão antes de um teste, por exemplo. Nesse caso, em vez de recorrer ao texto original e reler todas as informações novamente, o aluno tem à disposição uma síntese que ele mesmo desenvolveu.