quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Parabéns a todos pelo resultado da dinâmica!



Diretoria de Ensino Região Osasco 

Acolhimento 

"Na minha opinião iremos colher muitos frutos maduros em todas as nossas 52 Unidades Escolares".

(Lúcio Mauro Carnaúba) 


Resultados do SARESP/2017 já estão disponíveis


Os resultados do #Saresp2017 já estão disponíveis! 

A rede estadual paulista registrou melhoras, principalmente na disciplina de Matemática. Os boletins com os resultados serão disponibilizados para que as escolas avaliem seu desempenho antes do início do ano letivo.
 
Confira tudo aqui: http://bit.ly/2DuIaOd




quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Recebi da AMA e compartilho com todos que possam ter interesse...

Boa tarde, amigo. No dia 03 de março será realizado o curso "Avaliação de habilidades fundamentais para pessoas com deficiências: TEA, SD, XF, SW, DI, SR". A Avaliação de Habilidades Fundamentais - AHF, é uma ferramenta avaliativa desenvolvida com influência na Core Skills Assessment (CSA) do NECC. O curso proporcionará a comunidade interessada no trabalho com pessoas com deficiência um instrumento de avaliação simples, rápido e de muita relevância para colaboração no processo de seleção de objetivos individualizados, assim como, no re-direcionamento do ”olhar” dos pais para habilidades significativas para o desenvolvimento dos filhos.

Não perca essa oportunidade. Compartilhe com seus amigos.



Reunião de Trabalho - 25/01/2018 - Diretoria de Ensino Região Osasco - Atenção Professores Coordenadores!

Circular 13/2018

Planejamento 2018 - SEE/SP

INTRANET

Todos os arquivos referentes as sequências didáticas estão disponíveis para consulta. 

Matemática (18) e Língua Portuguesa



Volta às aulas 2018 - SEE/SP


Hipóteses de escrita de alunos pré-silábicos e silábicos: como fazê-los avançar

Veja sugestões de práticas de leitura e escrita para os alunos avançarem na alfabetização inicial
Uma das tarefas mais difíceis na Alfabetização é planejar e produzir atividades que possam atender alunos de diferentes hipóteses de escrita. Isso se torna ainda mais desafiador diante de alunos pré-silábicos e silábicos sem e com valor sonoro, que estão no início do processo de Alfabetização. Hoje e nos próximos posts, pretendo me aprofundar sobre cada hipótese para ajudar você, professor, a planejar suas atividades levando em conta as especificidades de cada um.
Se não levarmos em conta a heterogeneidade de nossas turmas, corremos o risco de oferecer atividades inadequadas, que não contribuem para a progressão de sua aprendizagem, seja porque são muito fáceis e não oferecem um desafio; seja porque são difíceis demais e demandam mais esforço cognitivo. Devemos evitar atividades que não levam em conta o que a criança pensa e como ela concebe a escrita em sua fase de desenvolvimento.
Hipótese pré-silábica
Esses alunos ainda não compreendem a correspondência entre o falado e o escrito. Sua leitura é feita de forma global, com o dedo deslizando por toda a escrita, de forma contínua. A escrita do aluno, nessa hipotese, pode ser grafada com letras, desenhos e outros símbolos.
Dentro dessa hipótese  de escrita, os alunos se encaixam em uma das variações:
- Pré-silábico sem variações quantitativas ou qualitativas dentro da palavra e entre as palavras;
Pré-silábico com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra, mas não entre as palavras;
- Pré-silábico com exigência mínima de letras ou símbolos, com variação de caracteres dentro da palavra e entre as palavras. Neste nível, o aluno considera que coisas diferentes devem ser escritas de formas diferentes.
Hipótese silábica
Os alunos que estão nessa hipótese passam por uma significativa evolução, pois compreendem que a escrita é a representação da fala e estabelecem relação entre grafemas e fonemas, percebendo os sons da sílaba e atribuindo a cada sílaba uma letra, que pode ou não ter o valor sonoro convencional.
Com Emília Ferreiro, passamos a compreender melhor a importância de se propor a interação entre alunos em diferentes hipóteses, pois eles aprendem e se desenvolvem a partir desse confronto, durante as interações e nas relações estabelecidas em práticas de linguagem significativas.
Nossa prática educativa deve prever e oportunizar momentos para esses alunos em diferentes hipóteses. Nosso foco deve ser no que eles já sabem, e não no que eles ainda não sabem. Essas atividades devem ser organizadas e desenvolvidas levando em conta os agrupamentos produtivos. Saiba mais neste link por que é importante trabalhar tais agrupamentos.
A seguir, indico duas atividades que envolvem leitura e escrita para alunos que se encontram nas hipóteses pré-silábico e silábico:
Escrita de lista: Nomes dos alunos da turma
Os alunos devem escrever uma lista com nomes da turma. Eles serão utilizados também para consulta na hora de etiquetar materiais escolares. A atividade deve ser realizada em duplas. O aluno pré-silábico dita os nomes a serem escritos e o aluno em hipótese silábica escreve.
Assim começa o primeiro conflito para os alunos do primeiro nível, que ainda não associam a escrita à fala. A fala é associada à escrita em um contexto real no processo de ditar para outra pessoa escrever.
Para os alunos que escrevem, surgem dúvidas e descobertas sobre como escrever, quais e quantas letras usar, como escrever diferenciando nomes de tantos colegas de turma. Hora de fazer perguntas sobre as letras que iniciam, nomes com sons parecidos, sobre a quantidade de letras usadas, entre outros questionamentos, e pedir que leiam, mostrando com o dedo onde estão lendo.
Para completar e finalizar essa etapa, você pode oferecer as letras móveis que compõem o nome escrito, para que os alunos comparem as escritas e percebam diferenças e semelhanças. Depois, para validar a atividade, ofereça a lista completa dos nomes para os alunos buscarem aqueles que escreveram.
As duplas não precisam necessariamente escrever toda a lista, ela pode ser dividida. Cada dupla escreve pelo menos cinco nomes. Essa atividade pode ser feita toda semana, com a escrita de outras listas.
Dá trabalho! Exige atenção quase que individualizada, boas perguntas que levem à reflexão e orientações para que escrevam da melhor maneira possível. 
Leitura de texto de memória
Para a atividade, é necessário organizar a turma em grupos de no máximo quatro alunos, da seguinte maneira:
2 pré-silábicos
1 silábico sem valor sonoro
1 silábico com valor sonoro
Proponha a leitura de textos de memória. Para cada grupo, um texto diferente. Podem ser parlendas ou músicas de brincadeiras, como "Pirulito que bate bate", "Corre cotia", etc.
Escreva o texto em cartazes, usando letras maiúsculas, e fixe-os na lousa. Para os alunos, apresente o mesmo texto em frases separadas. A ideia é confrontar conhecimentos de hipóteses nos grupos.
Primeiro, a turma toda brinca cantando ou recitando os versos. Depois você deve ler o texto do cartaz de cada grupo, mostrando onde está lendo. Faça isso algumas vezes.
Proponha, em seguida, o desafio: montar os versos do texto na ordem correta. Acompanhe cada grupo, fazendo questionamentos sobre as palavras, seus sons que se repetem, frases que iniciam o texto. Peça que eles circulem palavras em destaque, como pirulito.
Para finalizar, cada grupo deve ler o texto para turma. Lembre-se que os alunos já leem, mesmo ainda sem saber ler convencionalmente. Em atividades como essas é que a leitura passa a ter sentido. Essa atividade pode ser realizada toda semana. Você logo vai perceber a evolução da leitura da turma.
São atividades simples, mas muitas vezes, na busca de práticas inovadoras, esquecemos que o básico é uma boa base de aprendizagem. Na semana que vem, continuo falando um pouco sobre cada hipótese de escrita e que tipo de atividade pode ser feita para elas.

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo - FACEBOOK


Começou o período de inscrição do #Sisu2018

Você vai usar a sua nota do #Enem2017 para participar do programa? Pega aí o seu número de inscrição do exame e corre para o site! http://bit.ly/2DySs3h


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Proposta interessante para resolver a tabuada de 1 a 9

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Gênero, Sexualidade e Diversidade Sexual - SEE/SP

O curso Gênero, sexualidade e diversidade sexual: desafios para a escola contemporânea – 1ª Edição/2018 tem por objetivo a formação continuada dos educadores da SEE-SP. Ele parte da necessidade de garantir o acesso a informações e conhecimentos específicos relativos à diversidade e ao respeito aos direitos humanos e às competências necessárias para estabelecer o diálogo com os alunos, bem como para lidar com conflitos e preconceitos, a fim de que sejam capazes de educar para a garantia de direitos e para o exercício de respeito à diversidade.
Ficou interessado? Então, veja a seguir mais informações:

A quem se destina:
A todos os servidores da SEE-SP em exercício em quaisquer categorias, cargos ou funções dos três quadros da SEE-SP: QM, QAE e QSE, conforme a base da CGRH do mês de dezembro de 2017.
Benefícios:
  • Conhecer os conceitos de diversidade, gênero, sexualidade e relações étnico-raciais e sua aplicação na escola e no currículo;
  • Compreender a diversidade, de modo a garantir o respeito às diferenças, propiciando mudanças nas práticas pedagógicas das escolas, nos estudantes e na comunidade escolar.
    Cronograma:
    • Inscrições: de 29/01 a 9/02/2018
    • Período de realização do curso: de 23/02 a 23/05/2018
    Modalidade:A distância, estudos autônomos no AVA-EFAP.
    Carga Horária:90 horas divididas em 3 módulos:
    Módulos:

    Certificação:
    Para fins de certificação serão considerados dois itens:
      1. Realizar no mínimo 75% das atividades do curso. Como o curso é composto por três módulos é necessário realizar todas as atividades avaliativas do curso para ser aprovado(a).
      2. Obter no mínimo 51% de aproveitamento das atividades avaliativas propostas no curso
    • Os certificados serão emitidos pela EFAP, após o término do curso e respectiva homologação em DOE.
    • O cursista apenas será certificado se completar a carga horária e avaliações determinadas neste plano de curso.
    • O cursista poderá utilizar o certificado do curso para a evolução funcional pela via não acadêmica, de acordo com a legislação vigente para seu quadro de atuação.

    Inclusão Urgente!



    Fonte das Imagens: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (FACEBOOK)

    domingo, 21 de janeiro de 2018

    Secretaria da Educação do Estado de São Paulo - Facebook - CURSOS

    #Professores e #servidores da rede têm acesso a bolsas integrais para cursos online e presenciais oferecidos pela Casa do Saber. A programação abrange disciplinas do Currículo Oficial do Estado e outras atividades. Confira aqui como participar: http://bit.ly/2rq95Jz


    sábado, 20 de janeiro de 2018

    A escola articulada às competências socioemocionais

    Atividades curriculares são estruturais no desenvolvimento das habilidades para o século 21


    Por Denise Crescêncio, do Todos Pela Educação

    Durante a resolução de um exercício de matemática, muitas competências podem ser trabalhadas pelo aluno, por exemplo, a autoconfiança, a persistência e até mesmo a resistência às frustrações. Mais que questões técnicas e de proficiência, o aprendizado matemático deve preparar o aluno para resolver problemas simples e complexos com que um indivíduo se depara durante a vida. Já as aulas de artes e as rodas de debates são fortes aliadas para trabalhar-se habilidades como o pensamento crítico, a empatia e a abertura para o novo.
    Assim, para além das habilidades cognitivas, a escola deve integrar ao currículo o que chamamos de competências socioemocionais, adquiridas por meio das relações interpessoais, do compartilhamento de experiências e do contato social. Essas características são fundamentais para o desenvolvimento integral dos estudantes.
    De acordo com Simone André, gerente executiva de Educação do Instituto Ayrton Senna, as atividades desenvolvidas no ambiente escolar, sejam elas prática de esportes físicos, aulas de arte, representações culturais ou exercícios em grupo, devem ter uma “soma de esforços”. Ou seja: elas precisam ser intencionalmente estruturadas para oferecer uma experiência significativa para os estudantes, potencializando o desenvolvimento das competências socioemocionais e fomentando o protagonismo estudantil. “O estudante tem que estar sempre numa posição ativa, não pode ser espectador da tarefa. Ele precisa participar ativamente das tomadas de decisões e, a partir disso, desenvolver essas habilidades” completa.
    O desenvolvimento dessas habilidades pode ser consolidado com mais intensidade na Educação Integral, modalidade tema da Meta 6 do Plano Nacional de Educação, mas os especialistas alertam que esse pleito deve fazer parte de todo e qualquer currículo escolar e não apenas os ligados ao formato integral. Segundo Simone, quaisquer práticas pedagógicas que envolvem projetos de intervenção, estudo e pesquisa são propostas enriquecedores e boas aliadas para o desenvolvimento dessas habilidades. “É preciso colocar em ação uma série de competências ligadas a uma série de conhecimentos para que a experiência seja exitosa”, afirma.
    Formação docente
    A escola tem o desafio de articular a aprendizagem cognitiva ao desenvolvimento das competências socioemocionais, preparando as crianças e jovens para o século 21 e, para isso, a formação docente precisa estar alinhada a essa prática.
    Diante disso, Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a formação dos professores só está focada na problemática dos conteúdos disciplinares, como matemática, português e ciências, por exemplo. “A formação voltada ao pensamento crítico, à resolução de conflitos e ao contexto de diversidade, infelizmente, o docente não encontra na formação inicial e nem na continuada, portanto, fomentar o desenvolvimento dessas habilidades será desafiador”, explica o especialista.
    Simone acrescenta que é fundamental que a “homologia de processos”, conceito que diz respeito à coerência entre a formação do professor e sua atuação na sala de aula, seja evidente. “Não tem como a Educação avançar se o educador não for capacitado com as mesmas metodologias e propostas curriculares que ele trabalha com o estudante na sala de aula”, afirma.
    Conheça a iniciativa Acelera Brasil, do Instituto Ayrton Senna que visa articular as competências socioemocionais à aprendizagem dos estudantes , contribuindo para o desenvolvimento integral
    Lino de Macedo é graduado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de São José do Rio Preto, mestre, doutor e livre docente em Psicologia pela Universidade de São Paulo. É membro da Academia Paulista de Psicologia e docente aposentado do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Sua linha de pesquisa é sobre o valor dos jogos na Psicologia e Educação como recurso de observação e promoção de processos de aprendizagem e desenvolvimento, na visão de Piaget.

    Volta às Aulas 2018! - "A nossa escola precisa de todos nós para continuar sempre ...

     



    viva, atuante e participante. Ela somente será aquilo que acreditamos como ideal se fizermos algo por ela. 

    Que 2018 seja um ano de esperança, de mais participação de pais/responsáveis e de projetos que possam contribuir para o ensino e aprendizagem de todos que dela fazem parte.

    Façamos o que é devido e o que é nosso dever para com a sociedade. E na mesma medida façamos a cobrança de mais ações e olhares para nosso ofício de ensinar e aprender.

    Todos nós professores e demais funcionários da Educação somos essenciais e imprescindíveis para nosso município, estado e país".

    (Lúcio Mauro Carnaúba) 

    sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

    DIVULGAÇÃO - CURSOS CEA/USP - 1º/2018

    PRIMEIRO SEMESTRE DE 2018

    Período: de 12/03 a 18/06/2018 - segundas-feiras, das 19 às 22h
    matrículas de 01 a 09/03/2018

    Período: de 15/03 a 21/06/2018 - quintas-feiras, das 19 às 22h
    matrículas de 20/02 a 14/03/2017

    PROCEDIMENTOS DE INSCRIÇÃO / MATRÍCULA:
    Serviço de Cultura e Extensão Universitária – sala 126.
    Prédio da Administração da FFLCH.
    Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo, SP.
    Horário: 9:00 às 12:00 e das 13:00 às 16:30



    ___________________________________
    Centro de Estudos Africanos da USP
    FFLCH - Prédio de Filosofia e Ciências Sociais

    _______________________________________________
    ceadivulga mailing list
    ceadivulga@serv5.uspnet.usp.br
    https://listas.usp.br/mailman/listinfo/ceadivulga

    Secretaria da Educação do Estado de São Paulo - FACEBOOK

    Venha se inspirar com a história da aluna Isabela Moreira de Freitas que alcançou um resultado inédito para a rede estadual paulista: um menção honrosa da NASA - National Aeronautics and Space Administrationhttp://bit.ly/2ETlsj9



    Aluna faz história em concurso sobre estações espaciais da NASA

    Desenho de estudante de Marília recebeu menção honrosa, a melhor premiação da rede pública na competição até hoje

    Isabela Moreira de Freitas, que cursava a 2ª série do Ensino Médio, na E.E. Amílcare Mattei, em 2017, nunca imaginou recriar nada relacionado ao espaço. Até participar de uma palestra com o pesquisador da NASA Ivan Paulino Gláucio, ex-aluno da mesma unidade de ensino em Marília. O motivo da visita foi divulgar o concurso da agência norte-americana sobre projetos de estações espaciais futuristas e assentamentos orbitais. Isabela topou o desafio e foi premiada com uma menção honrosa na edição do ano passado.
    Este foi o primeiro concurso do qual Isabela participa. O resultado também foi inédito para a rede estadual paulista. Até então, nenhum aluno chegou tão longe. Por isso, Ivan Paulino fez questão de ir às escolas do interior e capital para incentivar outros candidatos. E deu resultado.
    O projeto começou a ser criado no próprio caderno de aulas com auxílio de lápis e régua. O esboço ficou pronto em apenas um dia. Para refinar os traços, Isabela teve ajuda da professora de Artes. Por fim, o desenho foi copiado em folha A4 e enviado à banca examinadora.
    Na Amílcare, além de Isabela, outros 16 estudantes se inscreveram na categoria desenho. Além de Artes, educadores de Biologia também orientaram os trabalhos dos alunos. “A proposta da Isabela foi a mais criativa e não se baseou em nada existente”, afirmou o professor David de Almeida. “Após essa conquista, já estamos empolgados para o próximo concurso da NASA”, ressaltou o professor.
    Inscrições abertas
    Estão abertas as inscrições para 2018 do concurso de desenho da NASA. Para participar, acesse o site oficial do concurso. No espaço é possível ver todas as informações, que estão disponíveis em inglês. Clique aqui e acesse o formulário de inscrição. Preencha o formulário e imprima duas cópias, anexando uma delas em seu projeto. A segunda cópia deve ficar solta, pois será utilizada pelos avaliadores. Para mais informações, clique aqui.