domingo, 17 de junho de 2012

DICIONÁRIOS/INTERESSANTES

# DICIONÁRIOS DE MATEMÁTICA

Dicionário Comentado de Matemática
“Conteúdos de Matemática dispostos em forma de dicionário”
Esta obra tem o intuito de apresentar conteúdos da Matemática tratados no Ensino Fundamental e Médio, organizados alfabeticamente em vocábulos e expressões, na forma de dicionário. A maior parte deles pretende trazer, além do embasamento teórico e representação geométrica (quando for o caso), entre outras informações, exemplos comentados e resolvidos. Procura mostrar ao leitor estratégias de resolução e encaminhamento, usando todo o mecanicismo necessário para que ele possa atentar a todas as “passagens”, ou seja, todo o “algebrismo” utilizado. A organização na forma de dicionário visa a tornar objetiva a consulta pelo leitor. Além disso, a concentração em um único volume dos conteúdos busca torná-lo prático e rápido para a consulta.
Formato: Livro
Autor: CHUEIRI, VANILDA MIZIARA MELLO
Autor: GONÇALVES, ELIETE MARIA
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: CIÊNCIA MODERNA
Assunto: DICIONÁRIOS
Edição: 1ª
Ano: 2012

Dicionário de Matemática
“Edição de Bolso”
O Dicionário de matemática representa o melhor meio de dirimir dúvidas e obter, de forma rápida, mais conhecimentos sobre esta ciência que tão alto eleva o pensamento do homem. Os assuntos são apresentados numa linguagem simples e concisa, assim como se procurou fazer acompanhar a teoria de exemplos e exercícios. Espera-se que este trabalho, que não se afasta da pedagogia, seja coroado pela alegria de ser aceito entre os compêndios da matéria, sobretudo como referência para os jovens estudantes de matemática que buscam informações práticas e acessíveis.
Formato: Livro
Autor: CARDOSO, LUIZ FERNANDES
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: L&PM EDITORES
Assunto: DICIONÁRIOS TEMÁTICOS E ENCICLOPÉDIAS
Edição: 1ª
Ano: 2008

Mini Dicionário on-line de Matemática
Matemática Essencial 
Ensino: Fundamental, Médio e Superior
Matemática para o Ensino Fundamental, Médio e Superior. Matemática Financeira. Passatempos. Cálculo Diferencial e Integral. Álgebra. Máximos e Mínimos. Equações Diferenciais Ordinárias. Variáveis complexas. Cálculos on-line. Harmonia Matemática. Notas de aulas. Sequências de Fibonacci, número de ouro e segmento áureo. Exercícios propostos e resolvidos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Dança dos Quadrados

Divulgação


Folder de Divulgação do Seminário – Dia Internacional ao Combate às Drogas por nossos parceiros da OAB de São Paulo.
O Seminário será realizado nos dias: 26, 27 e 28 de junho às 19 horas, no Salão Nobre da OAB, na cidade de São Paulo, e é gratuito.


Fonte: SPEC




quinta-feira, 14 de junho de 2012

Divulgação

Diretoria de Ensino Região Osasco

Governo de SP lança campanha de prevenção ao bullying em escolas estaduais

Secretaria da Educação distribuirá 250 mil cartilhas, do CNJ, para professores e intensificará as ações preventivas na rede de ensino

Evento de lançamento também teve anúncio da parceria com a iniciativa “Chega de Bullying”, desenvolvida pelo Facebook e Cartoon Network



O Governo do Estado lançou (13/06) a campanha “Bullying. Curta outra ideia” e anunciou parceria com a iniciativa “Chega de Bullying”, do Facebook e do canal Cartoon Network. Durante o evento, na Escola Estadual Visconde de Itaúna, no Ipiranga, zona sul da capital, o governador Geraldo Alckmin divulgou também a distribuição de uma cartilha sobre o tema para professores, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Para marcar o início da ação, que tem como madrinha a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lu Alckmin, uma mensagem de conscientização será lida hoje para os 4,3 milhões de alunos das escolas estaduais.

“Por meio desta grande iniciativa de conscientização e de novas ações de prevenção ao bullying, nosso objetivo é dar maior abrangência ao trabalho que já vem sendo realizado com essa mesma finalidade na rede estadual de ensino de São Paulo”, afirmou o secretário da Educação, professor Herman Voorwald. “Parcerias com instituições como o Facebook e Cartoon Network são importantes para a mobilização da sociedade.”

Também participaram do evento o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen; a gerente de conteúdo do Cartoon Network e Boomerang na América Latina, Daniela Vieira; a diretora nacional da Plan Brasil, Anette Trompeter; e o diretor Nacional do Visão Mundial, Eduardo Nunez.

A campanha do Governo do Estado promove também a mobilização em torno da iniciativa “Chega de Bullying”, do Facebook e do Cartoon Network, que teve início no ano passado nos Estados Unidos e começa agora no Brasil. Por meio de uma ferramenta vinculada a uma fan page, a rede social oferece a possibilidade de criar grupos para prevenir atos de violência nas escolas e divulgar conteúdos como vídeos, depoimentos e informativos sobre o tema.

O Governo anunciou ainda o lançamento da fan page da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (http://www.facebook.com/EducaSP). Essa é a primeira ferramenta de rede social com cunho pedagógico lançada pela Pasta e visa ampliar a interatividade com os alunos e toda a comunidade escolar.

O Acessa Escola, no seu papel de inclusão digital, também vai integrar a campanha para orientar os cerca de 8.800 estagiários em atuação, assim como todos os usuários das 3.400 salas do programa na rede estadual.

A Secretaria da Educação do Estado, em parceria com o CNJ, distribuirá 250 mil cartilhas para todos os professores da rede estadual. O material esclarece dúvidas sobre como identificar agressores e vítimas, qual é o comportamento dessas crianças, dá dicas para auxiliar na superação dos problemas, entre outras informações. A cartilha também estará disponível para download no Portal da Secretaria (www.educacao.sp.gov.br).

A Pasta tem desenvolvido outras ações preventivas, como a formação de 950 novos professores-mediadores, educadores responsáveis por desenvolver projetos pedagógicos para ampliar os fatores de proteção e coibir eventuais pontos de vulnerabilidade e conflitos inerentes à comunidade escolar. Mais de 2.500 profissionais já foram certificados nesse curso desde 2010. Atualmente, 2.315 professores-mediadores atuam em 2003 escolas de todas as regiões do Estado. Entre 2011 e 2012, houve ampliação de 25% no número de escolas atendidas. Haverá ainda distribuição de kits do programa Prevenção Também se Ensina com livros, DVD e jogo, e a oferta de cursos sobre justiça restaurativa em parceria com o Ministério Público.

Estão previstas também iniciativas como Um Dia na Escola do Meu Filho, em parceria com o programa Escola da Família; ciclos de videoconferências e seminários para educadores.



Sistema de Proteção Escolar

O Sistema de Proteção Escolar da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo é o conjunto de ações que visam a disseminar e a articular práticas voltadas à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente e à proteção da comunidade escolar e do patrimônio público. O tema bullying está presente nas principais iniciativas do programa.

Divulgação


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Cartilha 2010 - BULLYING

Projeto Justiça nas Escolas

Primeira Edição

Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva

Conselho Nacional de Justiça - CNJ


CARTILHA BULLYING PROFESSORES E PROFISSIONAIS DA ESCOLA
1. O QUE É BULLYING?
O bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma “natural”, os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.
2. QUAIS SÃO AS FORMAS DE BULLYING? NORMALMENTE, EXISTEM MAIS MENINOS OU MENINAS QUE COMETEM BULLYING?
As formas de bullying são:
• Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, “zoar”)
• Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima)
• Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar)
• Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar)
• Virtual ou Ciberbullying (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas: celulares, filmadoras, internet etc.)
Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis. Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente doméstico.
3. EXISTE ALGUMA FORMA DE BULLYING QUE SEJA MAIS MALÉFICA? O CIBERBULLYING É PIOR DO QUE O BULLYING TRADICIONAL?
Uma das formas mais agressivas de bullying, que ganha cada vez mais espaços sem fronteiras é o ciberbullying ou bullying virtual. Os ataques ocorrem por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras, máquinas fotográficas, internet e seus recursos (e-mails, sites de relacionamentos, vídeos). Além de a propagação das difamações ser pratica­mente instantânea o efeito multiplicador do sofrimento das vítimas é imensurável. O ciber­bullying extrapola, em muito, os muros das escolas e expõe a vítima ao escárnio público. Os praticantes desse modo de perversidade também se valem do anonimato e, sem nenhum constrangimento, atingem a vítima da forma mais vil possível. Traumas e consequências advindos do bullying virtual são dramáticos.
4. QUAL O CRITÉRIO ADOTADO PELOS AGRESSORES PARA A ESCOLHA DA VÍTIMA?
Os bullies (agressores) escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, seja por situação socioeconômica, situação de idade, de porte físico ou até porque nu­mericamente estão desfavoráveis. Além disso, as vítimas, de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.). Este fato por si só já as torna pessoas com baixa autoestima e, portanto, são mais vulneráveis aos ofensores. Não há justificativas plausíveis para a escolha, mas certamente os alvos são aqueles que não conseguem fazer frente às agressões sofridas.
5. QUAIS AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE LEVAM OS JOVENS A SEREM OS AGRESSORES?
É muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez que existem motivações diferenciadas:
1. Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educa­cionais no contexto familiar.9
2. Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrea­lização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.
3. Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A vio­lência praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.
4. E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base es­trutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.
6. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE UMA VÍTIMA DE BULLYING PODE ENFRENTAR NA ESCOLA E AO LONGO DA VIDA?
As consequências são as mais variadas possíveis e dependem muito de cada indivíduo, da sua estrutura, de vivências, de predisposição genética, da forma e da intensidade das agressões. No entanto, todas as vítimas, sem exceção, sofrem com os ataques de bullying (em maior ou menor proporção). Muitas levarão marcas profundas provenientes das agres­sões para a vida adulta, e necessitarão de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para a supe­ração do problema.
Os problemas mais comuns são: desinteresse pela escola; problemas psicossomáticos; problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio.10
7. COMO PERCEBER QUANDO UMA CRIANÇA OU ADOLESCENTE ESTÁ SOFRENDO BULLYING? QUAL O COMPORTAMENTO TÍPICO DESSES JOVENS?
As informações sobre o comportamento das vítimas devem incluir os diversos ambientes que elas frequentam. Nos casos de bullying é fundamental que os pais e os profissionais da escola atentem especialmente para os seguintes sinais:
Na Escola:
No recreio encontram-se isoladas do grupo, ou perto de alguns adultos que possam protegê-las; na sala de aula apresentam postura retraída, faltas frequentes às aulas, mos­tram-se comumente tristes, deprimidas ou aflitas; nos jogos ou atividades em grupo sempre são as últimas a serem escolhidas ou são excluídas; aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares; e em casos mais dramáticos apresentam hematomas, arranhões, cortes, roupas danificadas ou rasgadas.
Em Casa:
Frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômi­tos, perda de apetite, insônia. Todos esses sintomas tendem a ser mais intensos no período que antecede o horário de as vítimas entrarem na escola. Mudanças frequentes e intensas de estado de humor, com explosões repentinas de irritação ou raiva. Geralmente elas não têm amigos ou, quando têm são bem poucos; existe uma escassez de telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou viagens com o grupo escolar. Passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros. Apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para faltar às aulas.11
8. E O CONTRÁRIO? O QUE SE PODE NOTAR NO COMPORTAMENTO DE UM PRATICANTE DE BULLYING?
Na escola os bullies (agressores) fazem brincadeiras de mau gosto, gozações, colocam apelidos pejorativos, difamam, ameaçam, constrangem e menosprezam alguns alunos. Fur­tam ou roubam dinheiro, lanches e pertences de outros estudantes. Costumam ser popula­res na escola e estão sempre enturmados. Divertem-se à custa do sofrimento alheio.
No ambiente doméstico, mantêm atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos fami­liares. São arrogantes no agir,no falar e no vestir, demonstrando superioridade. Manipulam pessoas para se safar das confusões em que se envolveram. Costumam voltar da escola com objetos ou dinheiro que não possuíam. Muitos agressores mentem, de forma convin­cente, e negam as reclamações da escola, dos irmãos ou dos empregados domésticos.
9. O FENÔMENO BULLYING COMEÇA EM CASA?
Muitas vezes o fenômeno começa em casa. Entretanto, para que os filhos possam ser mais empáticos e possam agir com respeito ao próximo, é necessário primeiro a revisão do que ocorre dentro de casa. Os pais, muitas vezes, não questionam suas próprias condutas e valores, eximindo-se da responsabilidade de educadores. O exemplo dentro de casa é fundamental. O ensinamento de ética, solidariedade e altruísmo inicia ainda no berço e se estende para o âmbito escolar, onde as crianças e adolescentes passarão grande parte do seu tempo.
10. O BULLYING EXISTE MAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS OU NAS PARTICULARES?
O bullying existe em todas as escolas, o grande diferencial entre elas é a postura que cada uma tomará frente aos casos de bullying. Por incrível que pareça os estudos apontam para uma postura mais efetiva contra o bullying entre as escolas públicas, que já contam com uma orientação mais padronizada perante os casos (acionamento dos Conselhos Tute­lares, Delegacias da Criança e do Adolescente etc.). 12
11. O ALUNO VÍTIMA DE BULLYING NORMALMENTE CONTA AOS PAIS E PROFESSORES O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
As vítimas de bullying se tornam reféns do jogo do poder instituído pelos agressores. Raramente elas pedem ajuda às autoridades escolares ou aos pais. Agem assim, domi­nadas pela falsa crença de que essa postura é capaz de evitar possíveis retaliações dos agressores e por acreditarem que, ao sofrerem sozinhos e calados, pouparão seus pais da decepção de ter um filho frágil, covarde e não popular na escola.
12. QUAL É O PAPEL DA ESCOLA PARA EVITAR O BULLYING ESCOLAR?
A escola é corresponsável nos casos de bullying, pois é lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes. A direção da escola (como autoridade máxima da instituição) deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente etc. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola também tem o dever de fazer a ocorrência policial. Dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da crimina­lidade infantojuvenil.
13. COMO É O BULLYING NAS ESCOLAS BRASILEIRAS, EM COMPARAÇÃO A OUTRAS, DOS ESTADOS UNIDOS OU DA EUROPA? ALGUMA CARACTERÍSTICA ESPECÍFICA?
Em linhas gerais o bullying é um fenômeno universal e democrático, pois acontece em todas as partes do mundo onde existem relações humanas e onde a vida escolar faz parte do cotidiano dos jovens. Alguns países, no entanto, apresentam características peculiares na manifestação desse fenômeno: nos EUA, o bullying tende a apresentar-se de forma mais grave com casos de homicídios coletivos, e isso se deve à infeliz facilidade que os jovens americanos possuem de terem acesso as armas de fogo. Nos países da Europa, o 13
bullying tende a se manifestar na forma de segregação social a até da xenofobia. No Brasil, observam-se manifestações semelhantes às dos demais países, mas com peculiaridades locais: o uso de violência com armas brancas ainda é maior que a exercida com armas de fogo, uma vez que o acesso a elas ainda é restrito a ambientes sociais dominados pelo narcotráfico. A violência na forma de descriminação e segregação aparece mais em escolas particulares de alto poder aquisitivo, onde os descendentes nordestinos, ainda que economicamente favorecidos, costumam sofrer discriminação em função de seus hábitos, sotaques ou expressões idiomáticas típicas. Por esses aspectos é necessário sempre anali­sar, de maneira individualizada, todos os comportamentos de bullying, pois as suas formas diversas podem sinalizar com mais precisão as possíveis ações para a redução dessas variadas expressões da violência entre estudantes.
14. QUAL A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE ATUAL NESTE TIPO DE COMPORTAMENTO?
O individualismo, cultura dos tempos modernos, propiciou essa prática, em que o ter é muito mais valorizado que o ser, com distorções absurdas de valores éticos. Vive-se em tempos velozes, com grandes mudanças em todas as esferas sociais. Nesse contexto, a educação tanto no lar quanto na escola se tornou rapidamente ultrapassada, confusa, sem parâmetros ou limites. Os pais passaram a ser permissivos em excesso e os filhos cada vez mais exigentes, egocêntricos. As crianças tendem a se comportar em sociedade de acordo com os modelos domésticos. Muitos deles não se preocupam com as regras sociais, não refletem sobre a necessidade delas no convívio coletivo e, nem sequer se preocupam com as consequências dos seus atos transgressores. Cabe à sociedade como um todo transmitir às novas gerações valores educacionais mais éticos e responsáveis. Afinal, são estes jovens que estão delineando o que a sociedade será daqui em diante. Auxiliá-los e conduzi-los na construção de uma sociedade mais justa e menos violenta, é obrigação de todos.14
15. COMO OS PAIS E PROFESSORES PODEM AJUDAR AS VÍTIMAS DE BULLYING A SUPERAR O SOFRIMENTO?
A identificação precoce do bullying pelos responsáveis (pais e professores) é de suma importância. As crianças normalmente não relatam o sofrimento vivenciado na escola, por medo de represálias e por vergonha. A observação dos pais sobre o comportamento dos filhos é fundamental, bem como o diálogo franco entre eles. Os pais não devem hesitar em buscar ajuda de profissionais da área de saúde mental, para que seus filhos possam supe­rar traumas e transtornos psíquicos.
Outro aspecto de valor inestimável é a percepção do talento inato desses jovens. Os adul­tos devem sempre estimulá-los e procurar métodos eficazes para que essas habilidades possam resgatar sua autoestima, bem como construir sua identidade social na forma de uma cidadania plena.

Observação: essa Cartilha pode ser enviada por e-mail, ela está em PDF. 

Divulgação

USP é eleita melhor universidade da América Latina



http://br.noticias.yahoo.com/usp-%C3%A9-eleita-melhor-universidade-am%C3%A9rica-latina.html



http://www.topnews.com.br/noticias_ver.php?id=12772



http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2012/06/usp-e-eleita-melhor-universidade-da-america-latina.html



http://surgiu.com.br/noticia/36126/usp-e-eleita-a-melhor-universidade-da-america-latina-pelo-segundo-ano-consecutivo.html



http://www.cidadeverde.com/usp-e-eleita-a-melhor-da-america-latina-105002



http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/usp-e-a-melhor-universidade-da-america-latina-diz-ranking



http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/06/13/usp-e-eleita-a-melhor-universidade-da-america-latina


http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-06-13/usp-lidera-ranking-das-melhores-universidades-da-america-latina.html

terça-feira, 12 de junho de 2012

Evento sobre BULLYING

Lançamento em 13/06/2012.

Horário: às 09:00h.

Diretoria de Ensino Região Osasco          

Caminho para ver este Evento no Ambiente Virtual:

http://www.deosasco.com.br/

Rede do Saber

Prevenção ao Bullying

Divulgação

Carol
Instituto da Cidadania Brasil
Tel/fax 11 5543 6530/5042 2242
http://www.institutocidadania.org.br/


REDEFOR

Diretoria de Ensino Região Osasco

Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (LCT):

Arte

Educação Física

Língua Portuguesa

LEM/Língua Inglesa

Tema: Culturas juvenis: interferências urbanas




III Encontro Presencial na Diretoria de Ensino














segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mestrado

Professor,

Venha realizar o seu sonho de tornar-se Mestre!

Inscreva-se no PROFMAT, programa gratuito de Mestrado, reconhecido pelo MEC e coordenado pela Sociedade Brasileira de Matemática, com bolsas de estudos da CAPES para professores da rede pública.

São 1570 vagas em todos os estados e no Distrito Federal. Vinte por cento das vagas são abertas para toda a sociedade, estando as demais reservadas para professores da rede pública.

As inscrições estarão abertas de 28 de maio a 2 de julho de 2012 no site www.profmat-sbm.org.br
 
 
 

Bullying/Ensino Médio

Bullying

Olá, moçada
Todos vocês já devem ter ouvido falar de bullying.  Não é novidade, existe faz tempo. Mas, antes, ninguém dava muito bola, ninguém achava nada demais ridicularizar ou colocar apelidos nos outros. “É só brincadeira”, diziam.
O fato é que ficou claro que não é brincadeira. As vítimas de bullying carregam marcas para o resto de suas vidas: tornam-se inseguras, depressivas e, em casos extremos, podem vir a cometer suicídio ou buscar vingança.
Por outro lado, os “bullies” – aqueles que praticam o bullying -- também se tornam pessoas com dificuldades em ajustar-se ao convívio social, em agir com ética e viver dentro das regras.
No Ensino Médio, o bullying entre os meninos ocorre principalmente quando um grupo decide ameaçar, intimidar, extorquir ou humilhar um colega que, geralmente, é mais fraco, mais tímido ou mais inseguro. É uma tremenda covardia.
Entre as meninas, o bullying é mais sutil, mas não menos cruel e covarde. As meninas se unem e excluem uma colega por algum motivo fútil. Passam a evitá-la, falam mal dela, recusam-se a sentar-se a seu lado ou a fazer trabalhos escolares com ela.
Além dessas formas, há também o cyberbulling, que acontece via torpedo, Facebook, Orkut e outras formas virtuais. De maneira covarde e anônima, pessoas são atacadas com fofocas, mentiras e até mesmo perfis falsos.
Quem sofre o bullying fica cada vez mais inseguro, medroso, isolado, com dificuldades para aprender e para se relacionar com os outros.
Aquele que pratica, torna-se cada vez mais violento, desajustado e covarde.
Quem assiste e acha graça, está ajudando quem pratica o bullying. Então, também está se tornando covarde e violento.
Se você está sendo vítima de bullying, não tenha medo nem vergonha de procurar a ajuda de um adulto.
Se você está assistindo a situações de bullying, procure a ajuda de um adulto para que elas não aconteçam mais.
E, se você percebeu que pode estar praticando bullying, peça ajuda.  Ser autor de bullying  pode ser tão prejudicial a você quanto ser vítima.
O Facebook aderiu a essa causa e tem agora uma página sobre o assunto.  Curta a página. Não curta o bullying.

Fonte: SEE

Bullying/Texto Ciclo I e II

Olá meninos, olá meninas
Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de bullying.  Não é novidade, existe faz tempo. Mas, antes ninguém dava muito bola, ninguém achava nada demais ridicularizar ou colocar apelidos nos outros. “É só brincadeira”, diziam.
Hoje a gente sabe que não é brincadeira. Numa brincadeira, todos se divertem. No bullying, não.  Para quem é vítima de bullying, não tem graça.
Quando um colega é chamado de “gordo”, de “nerd”, de “burro” ou de “quatro-olhos”, por exemplo, como vocês acham que ele se sente? E você? Como se sente quando alguém coloca um apelido desses? Não tem graça, não é mesmo?
Às vezes, um grupo de meninos se une para maltratar um colega: esconde seus materiais escolares, estraga seus pertences, ameaça machucá-lo... Isso não é brincadeira. Mesmo.
Outras vezes, um grupo de meninas se une e exclui uma colega das conversas, dos trabalhos em grupo, das brincadeiras na hora do recreio.
Amedrontar, perseguir, aterrorizar, ameaçar, agredir, excluir do grupo sem motivo, não é brincadeira, é violência.
E isso vale também para a internet. Espalhar fofocas, inventar mentiras, falar mal... Não é brincadeira. É cruel.
Isso tudo se chama bullying, e é muito, muito sério.
Quem sofre o bullying fica cada vez mais inseguro, medroso, isolado e com dificuldades para aprender.
Quem pratica torna-se cada vez mais violento e covarde.
Quem assiste e acha graça está ajudando quem pratica o bullying. Então, também está se tornando covarde e violento.
Se você está sendo vítima de bullying, não tenha medo nem vergonha de procurar a ajuda de um adulto.
Se você está assistindo a situações de bullying, procure a ajuda de um adulto para que elas não aconteçam mais.
E, se você percebeu que pode estar praticando bullying, peça ajuda.  Ser autor de bullying  faz mal para você também.
Se você já tem treze anos ou mais, visite a página antibullying no Facebook e saiba mais sobre o assunto. Curta a página. Não curta o bullying.

REDEFOR

Diretoria de Ensino Região Osasco    

III Encontro Presencial na Diretoria de Ensino

Área de linguagens, Códigos e suas Tecnologias (LCT):      

Arte

Educação Física    

Língua Portuguesa

LEM/Língua Inglesa

http://video.google.com/videoplay?docid=2182665637759032748#

http://www.monkeysee.com/play/11425-parkour

entre outros endereços.

REDEFOR

Diretoria de Ensino Região Osasco

Área de Ciências da Natureza e suas tecnologias (CNT):

Biologia

Ciências

Física

Química

Textos sugeridos:    

CASTRO, Fabio. Vulnerabilidade na Mira. Disponível em: http://agencia.fapesp.br/12327 . 

Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas. Partes 1, 3 e 4. Disponível em: http://profissaogeografo.blogspot.com.br/2010/06/relatorio-vulnerabilidade-das.html .   

Estufa que exporta poluição. Disponível em: http://revistapesquisa2.fapesp.br/extras/imprimir.php?id=1632&bid=1 . 


REDEFOR

Diretoria de Ensino Região Osasco  

Disciplina de Matemática  

Textos selecionados para III Encontro Presencial na Diretoria:

MA005 e M006: FILHO, Clóvis. O Planeta Terra. Disponível em: http://www.dnpm-pe.gov.br/Geologia/terra.php
 
 

domingo, 10 de junho de 2012

Trigonometria/Ensino Médio

Primeira Parte







Tangram/Atividades

4.) Utilizando as 7 peças que constituem o Tangram chinês, tente construir as figuras abaixo:


5.) Escreva uma frase sobre a área destas figuras.

6.) Construa com suas próprias figuras e peça que seus colegas tentem descobri-la.

7.) Com duas peças do Tangram construa um trapézio


Fonte: Portifólio Pessoal